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Adoração Verdadeira!

"E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo; porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé. E Esdras louvou o SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém!, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra." Ne 8.5,6

A adoração consiste nos atos e atitudes que reverenciam e honram à majestade do grande Deus do céu e da terra. Sendo assim, a adoração concentra-se em Deus, e não no ser humano. No culto cristão, nós nos acercamos de Deus em gratidão por aquilo que Ele tem feito por nós em Cristo e através do Espírito Santo. A adoração requer o exercício da fé e o reconhecimento de que Ele é nosso Deus e Senhor.

BREVE HISTÓRIA DA ADORAÇÃO AO VERDADEIRO DEUS.

O ser humano adora a Deus desde o ínicio da história. Adão e Eva tinham comunhão regular com Deus no jardim do Éden (cf. Gn 3.8). Caim e Abel trouxeram a Deus oferendas (hb. minhah, termo também traduzido por "tributo" ou dádiva") de vegetais e de animais (Gn 4.3,4). Os descendentes de Sete invocavam "o nome do SENHOR" (Gn 4.26). Noé construiu um altar ao Senhor para oferecer holocaustos depois do dilúvio (Gn 8.20). Abraão assinalou a paisagem da terra prometida com altares para oferecer holocaustos ao Senhor (Gn 12.7,8; 13.4, 18; 22.9) e falou intimamente com Ele (Gn 18.23-33; 22.11-18).
Somente depois do êxodo, quando o Tabernáculo foi construído, é que a adoração pública tornou-se formal. A partir de então, sacrifícios regulares passaram a ser oferecidos diariamente, e especialmente no sábado, e Deus estabeleceu várias festas sagradas anuais como ocasiões de culto público dos israelitas (Êx 23.14-17; Lv 1—7; Dt 12; 16). O culto a Deus foi posteriormente centralizado no templo de Jerusalém (cf. os planos de Davi, segundo relata 1Cr 22—26). Quando o templo foi destruído, em 586 a.C., os judeus construíram sinagogas como locais de ensino da lei e adoração a Deus enquanto no exílio, e aonde quer que viessem a morar. As sinagogas continuaram em uso para o culto, mesmo depois de construído o segundo templo por Zorobabel (Ed 3—6). Nos tempos do NT havia sinagogas na Palestina e em todas as partes do mundo romano (e.g. Lc 4.16; Jo 6.59; At 6.9; 13.14; 14.1; 17.1, 10; 18.4; 19.8; 22.19).
A adoração na igreja primitiva era prestada tanto no templo de Jerusalém quanto em casas particulares (At 2.46,47). Fora de Jerusalém, os cristãos prestavam culto a Deus nas sinagogas, enquanto isso lhes foi permitido. Quando lhes foi proibido utilizá-las, passaram a cultuar a Deus noutros lugares, geralmente em casas particulares (cf. At 18.7; Rm 16.5; Cl 4.15; Fm v. 2), mas, às vezes, em salões públicos (At 19.9,10).

MANIFESTAÇÕES DA ADORAÇÃO CRISTÃ.

1) Dois princípio-chaves norteiam a adoração cristã.
(a) A verdadeira adoração é a que é prestada em espírito e verdade (ver Jo 4.23), i.e., a adoração deve ser oferecida à altura da revelação que Deus fez de si mesmo no Filho (ver Jo 14.6). Por sua vez, ela envolve o espírito humano, e não apenas a mente, e também como as manifestações do Espírito Santo (1Co 12.7-12).
(b) A prática da adoração cristã deve corresponder ao padrão do NT para a igreja (ver At 7.44). Os crentes atuais devem desejar, buscar e esperar, como norma para a igreja, todos os elementos constantes da prática da adoração vista no NT.

2) O fato marcante da adoração no AT era o sistema sacrificial (ver Nm 28, 29). Uma vez que o sacrifício de Cristo na cruz cumpriu esse sistema, já não há mais qualquer necessidade de derramamento de sangue como parte do culto cristão (ver Hb 9.1—10.18).
Através da ordenança da Ceia do Senhor, a igreja do NT comemorava continuamente o sacrifício de Cristo, efetuado de uma vez por todas (1Co 11.23-26). Além disso, a exortação que tem a igreja é oferecer "sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome" (Hb 13.15), e a oferecer nossos corpos como "sacrifício vivo, santo e agradável a Deus" (Rm 12.1).

3) Louvar a Deus é essencial à adoração cristã. O louvor era um elemento-chave na adoração de Israel a Deus (e.g., Sl 100.4; 106.1; 111.1; 113.1; 117), bem como na adoração cristã primitiva (At 2.46,47; 16.25; Rm 15.10,11; Hb 2.12).

4) Uma maneira autêntica de louvar a Deus é cantar salmos, hinos e cânticos espirituais. O AT está repleto de exortações sobre como cantar ao Senhor (e.g., 1Cr 16.23; Sl 95.1; 96.1,2; 98.1,5,6; 100.1,2). Na ocasião do nascimento de Jesus, a totalidade das hostes celestiais irrompeu num cântico de louvor (Lc 2.13,14), e a igreja do NT era um povo que cantava (1Co 14.15; Ef 5.19; Cl 3.16; Tg 5.13). Os cânticos dos cristãos eram cantados, ou com a mente (i.e. num idioma humano conhecido) ou com o espírito (i.e., em línguas; ver 1Co 14.15). Em nenhuma circunstância os cânticos eram executados como passatempo.

5) Outro elemento importante na adoração é buscar a face de Deus em oração. Os santos do AT comunicavam-se constantemente com Deus através da oração (e.g. Gn 20.17; Nm 11.2; 1Sm 8.6; 2 Sm 7.27; Dn 9.3-19; cf. Tg 5.17,18). Os apóstolos oravam constantemente depois de Jesus subir ao céu (At 1.14), e a oração tornou-se parte regular da adoração cristã coletiva (At 2.42; 20.36; 1Ts 5.17). Essas orações eram, às vezes, por eles mesmos (At 4.24-30); outras vezes eram orações intercessórias por outras pessoas (e.g. At 12.5; Rm 15.30-32; Ef 6.18). Em todo tempo a oração do crente deve ser acompanhada de ações de graças a Deus (Ef 5.20; Fp 4.6; Cl 3.15,17; 1Ts 5.17,18). Como o cântico, o orar podia ser feito em idioma humano conhecido, ou em línguas (1Co 14.13-15).

6) A confissão de pecados era sabidamente parte importante da adoração no AT. Deus estabelecera o Dia da Expiação para os israelitas como uma ocasião para a confissão nacional de pecados (Lv 16). Salomão, na sua oração de dedicação do templo, reconheceu a importância da confissão (1Rs 8.30-36). Quando Esdras e Neemias verificaram até que ponto o povo de Deus se afastara da sua lei, dirigiram toda a nação de Judá numa contrita oração pública de confissão (cap. 9). Assim, também, na oração do Pai nosso, Jesus ensina os crentes a pedirem perdão dos pecados (Mt 6.12). Tiago ensina os crentes a confessar seus pecados uns aos outros (Tg 5.16); através da confissão sincera, recebemos a certeza do gracioso perdão divino (1Jo 1.9).

7) A adoração deve também incluir a leitura em conjunto das Escrituras e a sua fiel exposição. Nos tempos do AT, Deus ordenou que, cada sétimo ano, na festa dos Tabernáculos, todos os israelitas se reunissem para a leitura pública da lei de Moisés (Dt 31.9-13). O exemplo mais patente desse elemento do culto no AT, surgiu no tempo de Esdras e Neemias (8.1-12). A leitura das Escrituras passou a ser uma parte regular do culto da sinagoga no sábado (ver Lc 4.16-19; At 13.15). Semelhantemente, quando os crentes do NT reuniam-se para o culto, também ouviam a leitura da Palavra de Deus (1Tm 4.13; cf. Cl 4.16; 1Ts 5.27) juntamente com ensinamento, pregação e exortação baseados nela (1Tm 4.13; 2Tm 4.2; cf. At 19.8-10; 20.7).

8) Sempre quando o povo de Deus se reunia na Casa do Senhor, todos deviam trazer seus dízimos e ofertas (Sl 96.8; Ml 3.10).
Semelhantemente, Paulo escreveu aos cristãos de Corinto, no tocante à coleta em favor da igreja de Jerusalém: "No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade" (1Co 16.2). A verdadeira adoração a Deus deve, portanto ensejar uma oportunidade para apresentarmos ao Senhor os nossos dízimos e ofertas.

9) Algo singular no culto da igreja do NT era a atuação do Espírito Santo e das suas manifestações. Entre essas manifestações do Espírito na congregação do Senhor havia a palavra da sabedoria, a palavra do conhecimento, manifestações especiais de fé, dons de curas, poderes miraculosos, profecia, discernimento de espíritos, falar em línguas e a interpretação de línguas (1Co 12.7-10). O caráter carismático do culto cristão primitivo vem, também, descrito nas cartas de Paulo: "Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação" (1Co 14.26). Na primeira epístola aos coríntios, Paulo expõe princípios normativos da adoração deles (ver 1Co 14.1-33). O princípio dominante para o exercício de qualquer dom do Espírito Santo durante o culto é o fortalecimento e a edificação da congregação inteira (1Co 12.7; 14.26).

10) O outro elemento excepcional na adoração segundo o NT era a prática das ordenanças — o batismo e a Ceia do Senhor. A Ceia do Senhor (ou o "partir do pão", ver At 2.42) parece que era observada diariamente entre os crentes logo depois do Pentecostes (At 2.46,47), e, posteriormente, pelo menos uma vez por semana (At 20.7,11). O batismo conforme a ordem de Cristo (Mt 28.19,20)
ocorria sempre que havia conversões e novas pessoas ingressavam na igreja (At 2.41; 8.12; 9.18; 10.48; 16.30-33; 19.1-5).

AS BÊNÇÃOS DE DEUS PARA OS VERDADEIROS ADORADORES.

Quando os crentes verdadeiramente adoram a Deus, muitas bênçãos lhes estão reservadas por Ele. Por exemplo, Ele promete:
(1) que estará com eles (Mt 18.20), e que entrará e ceará com eles (Ap 3.20);
(2) que envolverá o seu povo com a sua glória (cf. Êx 40.35; 2Cr 7.1; 1Pe 4.14);
(3) que abençoará o seu povo com chuvas de bênçãos (Ez 34.26), especialmente com a paz (Sl 29.11; ver o estudo A PAZ DE DEUS);
(4) que concederá fartura de alegria (Sl 122.1,2; Lc 15.7,10; Jo 15.11);
(5) que responderá às orações dos que oram com fé sincera (Mc 11.24; Tg 5.15);
(6) que encherá de novo o seu povo com o Espírito Santo e com ousadia (At 4.31);
(7) que enviará manifestações do Espírito Santo entre o seu povo (1Co 12.7-13);
(8) que guiará o seu povo em toda a verdade através do Espírito Santo (Jo 15.26; 16.13);
(9) que santificará o seu povo pela sua Palavra e pelo seu Espírito (Jo 17.17-19);
(10) que consolará, animará e fortalecerá seu povo (Is 40.1; 1Co 14.26;2Co 1.3,4; 1Ts 5.11);
(11) que convencerá o povo do pecado, da justiça e do juízo por
meio do Espírito Santo (ver Jo 16.8 nota); e
(12) que salvará os pecadores presentes no culto de adoração, sob a convicção do Espírito Santo (1Co 14.22-25).

EMPECILHOS À VERDADEIRA ADORAÇÃO.

O simples fato de pessoas se dizendo crentes realizarem um culto, não é nenhuma garantia de que haja aí verdadeira adoração, nem que Deus aceite seu louvor e ouça suas orações.
(1) Se a adoração a Deus é mera formalidade, somente externa, e se o coração do povo de Deus está longe dEle, tal adoração não será aceita por Ele. Cristo repreendeu severamente os fariseus por sua hipocrisia; eles observavam a lei de Deus por legalismo, enquanto seus corações estavam longe dEle (Mt 15.7-9; 23.23-28; Mc 7.5-7). Note a censura semelhante que Ele dirigiu à igreja de Éfeso, que adorava o Senhor mas já não o amava plenamente (Ap 2.1-5).
(2) Outro impedimento à verdadeira adoração é um modo de vida comprometido com o mundanismo, pecado e imoralidade. Deus recusou os sacrifícios do rei Saul porque este desobedeceu ao seu mandamento (1Sm 15.1-23). Isaías repreendeu severamente o povo de Deus como "nação pecadora... povo carregado da iniqüidade da semente de malignos" (Is 1.4); ao mesmo tempo, porém esse mesmo povo oferecia sacrifícios a Deus e comemorava seus dias santos. Por isso, o Senhor declarou através de Isaías: "As vossas festas da lua nova, e as vossas solenidades, as aborrece a minha alma; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue" (Is 1.14,15). Semelhantemente, na igreja do NT, Jesus conclamou os adoradores em Sardes a se despertarem, porque "não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus" (Ap 3.2). Da mesma maneira, Tiago indica que Deus não atenderá as orações egoístas daqueles que não se separam do mundo (Tg 4.1-5). O povo de Deus só pode ter certeza que Deus estará presente à sua adoração e a aceitará, quando esse povo tiver mãos limpas e coração puro (Sl 24.3,4; Tg 4.8).

Atenciosamente,

Fabiano de Sousa

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A força do compromisso

Por Ana Paula Costa

Participar dos ensaios não é cumprir formalidade, é honrar o compromisso assumido, parte fundamental para o êxito pretendidoRecentemente, conversei com o líder de um ministério de dança sobre a falta de compromisso das pessoas com relação à obra de Deus. Ele me falou das lutas que eles têm enfrentado devido ao excesso de faltas nos ensaios do grupo. Dor de cabeça, dor no pé, mal estar repentino, visita a casa de parentes e tantas outras desculpas tentam justificar as constantes faltas. E isso impede a excelência do trabalho que deve ser feito sob unção e temor de Deus, primeiramente para ele e depois para a edificação da Igreja.
Essa conversa me fez pensar no quanto as pessoas estão deixando a desejar na obra do Senhor. Tudo é motivo para faltar – estudos, festas, família, dinheiro... É claro que não podemos julgar as pessoas, mas como participantes da obra do Senhor sabemos que existem aqueles que criam situações inimigináveis e até ilárias para faltar. Mal sabem eles que os ensaios, por mais cansativos que sejam, são importantes para o aprimoramento, a unidade e o crescimento do grupo – seja ele de dança, louvor, teatro etc.
Infelizmente, muitos agem como “fogo de palha” na obra de Deus. Vão nos primeiros ensaios, falam que “vão fazer e acontecer”, mas depois começam a criar situações diversas para faltar. Quando, na verdade, seria muito mais simples falar a verdade ou dar lugar para outras pessoas que têm compromisso com as coisas de Deus.
O compromisso é a marca registrada do crente. É como se fosse o “selo de qualidade” dele. Por isso, ao assumir o compromisso de participar de algo, a pessoa deve fazer o possível para cumpri-lo, caso contrário, as coisas começam a desandar. Ensaiar é preciso. Faltar, só se houver realmente necessidade.
É comum as pessoas aceitarem facilmente o convite para uma festa ou um passeio, mas quando o assunto é igreja não têm a mesma disponibilidade. Inventam desculpas e colocam tudo acima da igreja, ou devo dizer de Deus, claro. Pois não é para ele o nosso trabalho ou ele é um mero expectador da nossa vida que sempre fica em segundo lugar?
Neste sentido o líder precisa ser amoroso, mas firme. Não se faz nada para Deus com desleixo. Então, impor regras e exigir o cumprimento delas é o mínimo que se deve cobrar. Quem não quiser se submeter também não deve participar. Deus exige primícias e não sobras.
As dicas a seguir são para líderes e liderados. Não é uma receita pronta, mas informações que vão ajudar os líderes a aprimorar o ambiente dos ensaios e motivar os liderados a participar deles. Para o líderSaia da rotina. Faça de cada ensaio uma oportunidade para que os liderados cresçam espiritual e teoricamente.
Vez ou outra faça uma confraternização entre os membros do grupo.
Mude o local dos ensaios, sempre que possível, é claro. Por exemplo, se for um grupo de dança ou teatro, ensaie um dia ao ar livre, leve-os a um lugar especial.
Mostre sua autoridade como líder, coloque regras no grupo, não permita que os componentes façam o que quiserem ou faltem quando acharem que devem faltar.
Não seja um líder autoritário, isto é, mandão, que não ouve os liderados, que é grosso ao falar, prepotente e que acha que só a opinião dele é que conta. Um líder que age assim, “espanta” os seus liderados.
Saia da mesmice. Utilize vídeos, DVDs, realize palestras, convide pessoas para falarem a respeito da área com a qual vocês estão trabalhando. Se for um grupo de louvor, por exemplo, chame alguém para dar um palestra interessante ao grupo.
Saiba perceber quando o liderado é tímido. Trabalhe com esse liderado de forma especial, incentivando-o. Não aceite piadinhas de mau gosto ou falas desmotivantes do tipo: “Esse aí nunca vai conseguir!”. Esse tipo de frase, faz com que muitos se sintam incapazes e não queiram mais voltar aos ensaios.Para o lideradoLembre-se: é por meio dos ensaios que se aprimora tanto a parte espiritual quanto a técnica.
Faltar em demasia e sem necessidade interrompe esse aprimoramento. Isso será ruim para você mesmo.
Se você fosse o líder, certamente não gostaria que os seus liderados faltassem sem uma justificativa convincente. Então, não aja da mesma forma.
Seja participante e pergunte sempre que não souber de algo ou quando não entendeu. Caso não queira interromper o ensaio, pergunte ao final do mesmo.
Não seja um liderado “problema”, aquele que vive faltando, que não tem compromisso com Deus e com o seu líder e faz o que quer. Lembre-se: Deus tudo vê e um dia a “casa cai”.Bem, ficam aí essas dicas. Espero que a partir de hoje, você tome uma posição, em primeiro lugar com Deus, e depois com o seu líder. Comece agora mesmo a mudar de atitude. Como? Indo ao ensaio!


Ana Paula Costa

HOSSANA AL REY

Al Rey de Gloria

Dios de Pactos

Graças

Um Desejo, Um Propósito, Uma resposta: Adoração!

Por Dawidh Alves


“Ó tu que habitas nos jardins, os companheiros estão atentos para ouvir a tua voz; faze-me, pois, também ouvi-la.” (Ct. 8:13)
A última frase de Salomão no livro de Cantares ou Cântico dos Cânticos, é um pedido feito a Sulamita, sua amada. E o último verso do livro que retrata o romântico, intenso, doce, lindo, profundo e verdadeiro amor vivido por ambos apresenta-nos a resposta que ela dá ao pedido de seu amado: “Vem depressa, amado meu, faze-te semelhante ao gamo ou ao filho da gazela, que saltam sobre os montes aromáticos.” (Ct. 8:14)
Todos sabemos o que referido livro aponta para o relacionamento íntimo e de amor verdadeiro, semelhante ao vivido por Salomão e sua esposa, que o Senhor deseja viver com Sua Noiva – a Igreja (Solomão representa a Cristo e a Sulamita nos representa como a Noiva eleita e profundamente amada). Ele nos resgatou, pagando o preço por nós, para viver conosco este relacionamento, neste tipo de intimidade. Interessante, portanto, notar que a última frase do noivo é um pedido: Ele está desejoso de ouvir a voz de sua amada; e a resposta ao seu pedido, também se constitui noutro pedido, que, por sua vez, revela o desejo da noiva de que seu amado venha – é um anelo por sua presença. Entendo, sem lugar a dúvidas que, o que o Espírito Santo nos quer revelar basicamente duas verdades aqui:
1º.) - o Noivo anseia por ouvir a voz de Sua Amada, ministrando-Lhe ao coração – Cristo aguarda pelos cânticos de amor de Sua Noiva, pela adoração de uma Igreja apaixonada que anele por Sua manifestação, por Sua Presença.
2º.) – Quando a Noiva O adorar como Ele espera que aconteça, Ele virá, Sua vinda será apressada! É exatamente isso que o Eterno tem dito à Igreja de Cristo na nação brasileira. Somos uma nação de adoradores e satanás tem trabalhado em todo o território para perverter esta qualidade, este dom que o Senhor concedeu a nós como nação. Por todo o Brasil, nossa musicalidade rica e incontestável, reconhecida em todo o mundo, nossa alegria e espontaneidade, têm sido corrompidas e terminam convergindo para a adoração idólatra e profana.
Mas o Espírito do Senhor nos tem dito, por boca de Seus profetas, que nosso “dom redentivo”, nosso dom de resgate, é a adoração. O propósito de Deus ao criar a nação brasileira se manifesta a nós, Igreja do Terceiro Milênio: fomos criados para ser uma nação de adoradores do Messias! O dom que Ele nos concedeu para que ministremos ao Seu coração com graça e paixão, dom este que Ele mesmo usará em favor de nossa redenção como nação, é a adoração ao Seu Santo e Bendito Nome.
Entendo, pelos versículos já compartilhados, que quando a Noiva responder ao Seu desejo de ouvir a sua voz, quando a Igreja ministrar ao Seu amado, Ele virá. Nossa adoração o atrairá. É a adoração da Noiva que o fará vir rapidamente, saltando sobre os montes! O Evangelho de Marcos, em seu capítulo 07, nos versos 24 e 25, nos conta que houve um momento no qual o Senhor desejou estar a sós (se para estar com o Pai ou se para descansar, não o sei.), mas não pode ocultar-Se, pois uma mulher siro-fenícia, vindo ao Seu encontro, prostrou-se, levando-O assim a atender-lhe o desejo de seu coração. Todos sabemos que o ato de prostrar-se é em si mesmo uma manifestação de adoração. Isso nos confirma que o Senhor sempre vem ao encontro de um adorador!
Quando há alguns anos o Senhor nos revelou que deveríamos convocar os Seus adoradores para levantarmos Altares de Adoração Santa no mesmo período em que a adoração profana é ministrada em ruas, clubes e sambódromos por todo o país, ainda não tínhamos noção do que agora começamos a entender melhor. Hoje, ainda não sabemos tudo, mas já entendemos um pouco mais o que a mente de nosso Senhor planejou para nós, como nação, antes da fundação do mundo. O Brasil não tem sido estabelecido por Deus apenas para adorar-Lhe, mas também para ser a Plataforma de Adoração para o mundo! Quando a Igreja Brasileira se manifestar, quando fizer ouvir a sua voz em adoração contínua, como nos dias de Davi em Jerusalém, Ele se deixará atrair e Sua Presença – Sua Glória Shekináh inundará e transformará toda a nação. O resultado disso é que as nações da Terra desejarão o mesmo e se dedicarão a adorá-Lo como nós. Somos Plataforma de Lançamento da Adoração ao Rei para todos os Continentes!
Está evidenciado que o Noivo espera pela manifestação da Noiva em adoração, e tem se tornado claro que em nosso país, hoje, mais que nunca antes, a Igreja deve correr para o Altar, como Noiva apaixonada que não deseja nada mais que Sua doce e poderosa Presença e ministrar-Lhe a adoração que Ele espera receber. O desafio é ainda maior do que pensamos. Ministrar Adoração Santa no mesmo período em que a adoração profana ganha proporções cinematográficas, se constitui em Guerra de Altares, de Adoração e de Adoradores – Guerra de Deuses. Mas esta é uma Guerra que, apesar de deflagrada a Milênios, sempre teve, continua e permanecerá tendo um só vencedor: O Rei dos reis e Senhor dos senhores – Jesus Cristo, o Único Deus, a quem pertence toda a honra, toda a glória, todo o louvor e toda a adoração, pelos séculos dos séculos. Aleluia!
Essa estratégia de Guerra exige basicamente: Unidade, Paixão e Santidade. Devemos atender à Santa Convocação do Espírito do Senhor juntos, sem vínculos, barreiras ou preconceitos denominacionais e, em santidade, adorá-Lo apaixonadamente, desejando nada mais que Sua Presença. Afinal, se O adorarmos Ele virá, e quando Ele vier, as trevas terão que sair. Logo, toda a nação será transformada!
O nosso Deus não precisa de adoração. Ele a tem no Céu, diante do Trono, todo o tempo, por toda a eternidade. E a nossa adoração é medíocre em relação à ministrada pelos Anjos, que é perfeita. Se O adoramos ou não, Ele não muda. É e continuará sendo Deus! Mas Ele busca adoradores (Jo. 4:23), porque é a nós que Ele quer. Como no livro de Cantares, a intimidade será obtida por aqueles que adoram. Por esta razão é que Ele busca adoradores. Porque a adoração nos levará à intimidade que Ele deseja ter conosco. Quando o Senhor nos ordenou convocar a Igreja para um lugar público e neutro a fim de adorar Seu Nome e O entronizar na cidade por meio da adoração, entendemos que esta era uma Santa Convocação.
Sabemos que os adoradores do Noivo atenderão ao convite e se congregarão para responder ao Seu desafio. Adoraremos ao Amado em busca de Sua Presença, em busca da intimidade com o Noivo. Sabemos também que Ele se deixará atrair e que virá ao nosso encontro. Os resultados desse encontro de amor ainda não podemos definir, mas temos o testemunho do Espírito em nossos corações de que serão muitos mais e melhores do que podemos imaginar ou antever. Ele nos surpreenderá e isso abençoará nossa nação! Junte-se aos verdadeiros adoradores nesta Santa Convocação. Adoremos ao Grande Rei em espírito e em verdade.
Certamente isso nos preparará para fevereiro de 2006 – O Ano da Adoração Continental, quando nos reuniremos em um estádio, com muitos mais que virão para adorar ao Rei da Glória. Porém, estar nesta oportunidade diante do Altar, nos abençoará também com a unção das primícias. Após 2006, chegaremos a estabelecer a adoração contínua por toda a nação, e então virá o dia em que não seremos mais conhecidos no mundo como país do carnaval ou do futebol, mas como um povo que adora, única e exclusivamente ao Senhor Jesus Cristo. Brasil, Nação Adoração!
Que o Eterno Amado continue lhe abençoando. Shalom!
Dawidh AlvesApóstolo“Para adorar e servir ao Messias!”

AÇÃO DE GRAÇAS – O PODER DO LOUVOR ANTECIPADO

Por Apóstolo Dawidh Alves.

O Salmo 100, versículo 4 diz que devemos entrar pelas portas do Templo com Ações de Graças e Hinos de Louvor. É para que entremos rendendo-Lhe graças e bendizendo-Lhe o Nome. Já notou que normalmente não é isso que fazemos?
A grande maioria de nós, cristãos, comparece ao Templo com objetivo de ser simplesmente abençoada. Na melhor das hipóteses alguns de nós esperamos um encontro com Deus.Hoje, porém, o Espírito de Deus nos tem trazido o entendimento de que em nossas reuniões no Templo o objetivo principal deve ser o de darmos a Deus a Adoração que Lhe é devida.Poderia discorrer muito sobre esse assunto, mas quero hoje enfocar a instrução dada por Deus de que se apresentem a Ele Ações de Graça.
1) – Compreendendo a Ação de Graças.
O Apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses, no Capítulo 4, no versículo 6, nos ensina que para vencer a ansiedade devemos orar, suplicar e oferecer ações de graça. Isso nos dá o entendimento de que Ações de Graças são, em muitas oportunidades, o Louvor antecipado. Constitui-se no ato de agradecer antes de receber aquilo que se está pedindo. São vários os Salmos que começam com clamor por socorro e terminam com gratidão. Exemplo: Salmos 35, 43, 54 e 57.
Se entendêssemos as Ações de Graças como Louvor antecipado compreenderíamos a orientação do Salmo 100:4 de duas maneiras:
a) – Deveríamos entrar no Templo tão convictos de que encontraríamos a Deus e seriamos abençoados, que de nossos lábios já fluíssem cânticos de gratidão e Louvor pelo que certamente iríamos receber. Isso quer dizer que deveríamos entrar nos cultos já louvando e agradecendo, mesmo antes de sermos abençoados.
b) – A segunda idéia que, sobre esta revelação, o Salmo 100:4 nos traz, é de que deveríamos entrar nos Templos agradecendo a Deus pelo que Ele é. Isso significa que deveríamos chegar a cada culto já com louvores nos lábios porque Deus é o que Ele é: Poderoso, Misericordioso, Bondoso, Amoroso, Gracioso, Grande, Forte, Justo, etc...
2) – Benefícios da Ação de Graças.
Com a compreensão correta da Ação de Graças, se a pusermos em prática, o que o Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4:6 e 7 é que:
a) – Venceremos a ansiedade.
b) – A paz de Deus guardará nossas mentes e corações. Isto é, teremos paz para pensar direito e decidir pelo melhor, e capacidade de pôr em ordem nossos sentimentos, ou seja, equilíbrio emocional para não agir por impulsos e evitar erros.
Conclusão: Faça da Ação de Graças uma prática em seu viver. Não só no Templo, nos cultos, mas em todo dia-a-dia. Comece e termine cada uma de suas orações com Louvor. No principio agradeça a Deus pelo que Ele é, e no final agradeça mesmo sem ter recebido ainda o que pediu. Você verá o quanto isso faz diferença, pois seus pensamentos e sentimentos estarão cobertos pela paz de Cristo que excede todo entendimento e irá vencer um dos principais inimigos da fé: a ansiedade. Além disso, desfrutará de maior comunhão com Deus.
A Ação de Graças pode mudar sua vida!
Como sei que isso não é algo que praticamos, oriento-lhe a experimentar algo: Num dia qualquer, separe um período de meia hora para estar diante de Deus sem pedir-Lhe nada, apenas para agradecer-Lhe pelo que Ele é, pela sua vida, por tudo que você tem, pelo que já recebeu d’Ele, etc...
Você vai se surpreender!
As experiências que terá marcarão você. Depois disso não pare por aí, continue crescendo em Ações de Graça. Com o tempo você poderá tirar um dia de Jejum só para agradecer. Se fizermos isso chegaremos ao nível de irmos ao Templo, aos cultos, só para adorar, e então teremos muito mais de Deus do que temos agora.
Deus te abençoe, adorador(a)! Shalom!
Apóstolo Dawidh Alves.

O Poder da adoração

Por Ap. Dawidh Alves

Quando a Igreja de Cristo no Brasil descobrir quanto e quão tremendo é o poder que há na adoração, certamente o desafio de YHWH que está diante de nós: o de sermos a Nação que se levantará como “Plataforma de Adoração para o Mundo”, de nos tornarmos a Nação que irá “alavancar” a adoração ao Senhor em toda a Terra, poderá ser cumprido!
É um grande privilegio este que paira sobre nós como povo, como País. Deus nos constituiu como Nação, para sermos um povo adorador. Ele nos deu um dom-redentivo absolutamente sublime: A adoração ao Seu bendito Nome e à Sua gloriosa Pessoa, e neste dom há mais poder do que já descobrimos ou usamos ate agora.
Adoração como Arma de Conquista
A apóstola Valnice Milhomens, em seu livro “Adoração em Santidade X o espírito de jezabel” escreveu: A adoração é arma de guerra mais poderosa que o Senhor concedeu à Sua Igreja!
Estou de pleno acordo com sua afirmação. Sei pelo Espírito, pela Palavra, por revelação e por experiência que a adoração segue sendo a arma mais poderosa que YHWH concedeu ao Seu povo, e não apenas de guerra, mas também de conquista!
Na verdade, quando entendemos que a restauração do tabernáculo de Davi, anunciada por Amós (cap. 9:11), diz respeito a restauração da adoração, descobrimos que não haverá conquista de Nações sem que a adoração seja ministrada na Terra assim como no Céu, como fez Davi em seus dias (veja o v.12 de Amós 9). Há poder na adoração para a conquista de Nações! Lamentavelmente, satanás parece saber disso mais que a Igreja. Não é para menos, pois, ele foi regente de adoração no Céu e conhece muito bem o poder da adoração. Nosso adversário sabe que a adoração, qualquer forma, tipo ou estilo de adoração, consciente ou inconsciente, verbalizada ou não, em gestos, atitudes ou palavras, com cânticos ou não, libera poder, e, este poder gera conquistas. Foi assim que ele conquistou poder na Terra.
A estratégia usada no Éden
Quando o diabo convenceu a Adão e Eva, no Jardim do Éden a quebrarem sua aliança com o Aba, aceitando a sugestão de comerem do único fruto que lhes fora “privado”, submetendo-se assim à sua vontade, ele ganhou poder sobre a criação. O que normalmente passa despercebido aos olhos de quem lê o texto (Gn. 3 : 1 - 7) é que a arma usada para o convencimento foi apenas a sedução. A sedução visava levar Adão e Eva à sujeição, ou seja, à entrega de sua vontade para aceitação da vontade maligna em suas vidas. Portanto, se houve entrega da vontade humana para sujeição à proposta e conseqüentemente à vontade do inimigo, houve rendição. O homem se rendeu à sugestão, proposta e vontade do diabo, e isso nos permite ver que satanás ganhou poder sobre a Terra exatamente através da adoração, afinal, o principio régio da adoração é rendição. As palavras em hebraico (Hishtah ª wâ) e grego (proskiyneo) para adoração tem a conotação específica de prostrar-se para rendição completa de corpo, alma e espírito, entrega plena da vontade e do poder sobre a vida do que se rende. Você consegue ver o que se deu no Éden? Nosso inimigo, conhecedor do poder da adoração, convenceu o homem a render sua vontade e a autoridade sobre sua vida (o homem se faz servo daquele a quem se entrega ou se sujeita – Rm. 6 : 16) e assim ganhou poder sobre a Terra que havia sido confiada ao homem. O diabo, portanto, ganhou poder pela adoração. Foi por isso que ele ofereceu poder sobre a Terra para o Senhor Jesus, em troca de adoração:
“Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser. Portanto, se prostrado me adorares, toda será tua.” (Lc. 4 : 6, 7 )
É como se satanás estivesse dizendo pra Jesus: Veja, ganhei poder sobre a Terra e seus reinos por meio de adoração e se você me adorar poderá ter este poder, pois a arma de conquista é a adoração.
O que o diabo não sabia, é que Jesus sabia que Sua fonte de poder não era a adoração enganadora, profana ou idolatra, mas sim a adoração santa. O que funcionou com o primeiro Adão não funcionaria com o segundo Adão, pois Este foi o mais perfeito adorador que já caminhou sobre este planeta e Sua fonte de poder é a adoração ao Único Deus Vivo e Verdadeiro – YHWH! Se satanás conhecia os segredos e o poder da adoração por ter sido um adorador, Cristo Jesus muito mais, pois como Deus, Ele é o criador e o alvo de toda adoração e como homem foi perfeito adorador. Jesus sabia que o diabo mente, que ele é o pai da mentira, que ele mentiu para Adão e Eva no Jardim e que, se a falsa, profana e distorcida adoração pôde gerar algum poder, a adoração santa muito mais! Aleluia!
Experiências Bíblicas
Alguns textos das Escrituras comprovam o poder da adoração. O livro dos Salmos, por exemplo, no capítulo 149, nos diz:
“Aleluia! Cantai ao Senhor um cântico novo e o seu louvor, na assembléia dos santos. Regozije-se Israel no seu Criador, exultem no seu Rei os filhos de Sião. Louvem-lhe o nome com flauta; cantem-lhe salmos com adufe e harpa. Porque o Senhor se agrada do seu povo e de salvação adorna os humildes. Exultem de glória os santos, no seu leito cantem de júbilo. Nos seus lábios estejam os altos louvores de Deus, nas suas mãos, espada de dois gumes, para exercer vingança entre as nações e castigo sobre os povos; para meter os seus reis em cadeias e os seus nobres, em grilhões de ferro; para executar contra eles a sentença escrita, o que será honra para todos os seus santos. Aleluia!”
Quantas verdades sobre o poder da adoração temos aqui!!!
A Palavra nos está declarando que:
Se houver louvor e cânticos novos na congregação dos Santos, se houver regozijo entre os filhos de Deus e se até os instrumentos ministrarem, o Senhor se agradará de Seu povo e liberará entre eles a Sua salvação.
Sim, há poder para a salvação de vidas liberado na adoração. Aleluia! Já vimos Yeshua salvando vidas durante ministrações de adoração! No ano de 2005, por exemplo, numa tarde, no Ginásio do Pacaembu, durante a Santa Convocação, um grupo de jovens foi atraído para o local e, sem que ninguém lhes dissesse nada, sem nenhuma ministração de evangelismo, sem nenhum convite ou desafio nem mesmo sugestão ou oração de alguém, apenas por ouvirem os cânticos, a Presença do Espírito veio sobre eles. Foram convencidos e correram para a plataforma para se renderem ao Senhor. Ali mesmo confessaram seus pecados, receberam a Cristo em seus corações e foram salvos. Sim, nosso Deus libera Seu poder para a salvação no meio e através da adoração. Glória a Deus!
Se os santos do Senhor exultarem no seu Deus e até no leito cantarem de júbilo, se em todo o tempo os altos louvores de Adonai estiverem em seus lábios, o Aba porá espadas em suas mãos.
É exatamente isso. YHWH nos dá armas espirituais enquanto adoramos! Não somos poucos os que já recebemos do Eterno, revelações e estratégias para as batalhas do cotidiano, em situações quando não sabíamos o que fazer nem conseguíamos orar corretamente, mas as obtivemos adorando.Simplesmente a adoração proporcionou a proximidade, a comunhão com o Senhor, e na intimidade o Espírito Santo nos deu as armas e mostrou-nos como vencer. Aleluia!
Por meio da adoração, o Todo-Poderoso exercerá vingança e castigo entre as nações, colocando seus reis (principados) em cadeias e seus nobres (potestades) em grilhões de ferro, executando contra eles a sentença determinada (escrita).
Que tremendo! Espíritos malignos são encarcerados enquanto adoramos. Bendito seja o Senhor!Temos constatado esta verdade em muitas oportunidades. Nosso Deus se move em meio à adoração e Seu poder é liberado para aprisionar nossos inimigos. Em ambientes de profunda adoração, estes espíritos nem mesmo conseguem permanecer. Quando tributamos ao Senhor a glória devida ao Seu nome, Sua força é liberada entre nós e os inimigos do nosso Deus não podem prevalecer (Sl. 29 : 1).
Há tanto poder de Deus na adoração que até mesmo honra nos cobre a vida enquanto ministramos, ou seja, a adorar ao Rei nos dignifica como cristãos. Louvado seja o Senhor!
Para citar outras passagens bíblicas, poderíamos acrescentar ainda:
A vitória de Josafá e os exércitos de Judá sobre Moabitas, Amonitas e Meunitas por meio da adoração. (2 Crô. 20)
A liberação do poder profético na adoração, reconhecido por Eliseu. ( 2 Re. 3 : 13 – 15)
O poder para abrir prisões liberado para Paulo e Silas enquanto adoravam. (Atos 16 : 19 – 26)
O poder de Deus para libertação de oprimidos fluindo a favor de Saul, na ministração de adoração de Davi. ( 1 Sm. 16 : 14 – 23 )

Para concluir, quero ainda enfocar o verso 2 do Salmo 8, que diz:
“Da boca de pequeninos e crianças de peito suscitaste força,...”
O que Jesus proclamou em Mateus 21 : 18, dizendo:
“...Da boca de pequeninos e crianças de peito tirasteperfeito louvor,...”
Nosso Senhor substitui a palavra força por louvor, exatamente pelo fato de saber que o Pai manifesta Seu poder, Sua força, onde houver o perfeito louvor. O perfeito louvor gera poder! Aleluia!
Veja o restante do versículo 2 do Salmo 8 e entenda o porquê e o para que o louvor libera o poder:
“... por causa dos teus adversários, para fazeres emudecer o inimigo e o vingador.” Isso nos revela que no meio da adoração, quando ela atinge o nível no qual nosso Deus espera e deve ser adorado, Ele manifesta Seu poder contra os Seus adversários e os faz calar. Se desejamos ver nossas famílias, cidades e Nação libertas de nossos inimigos, se desejamos ver nosso Deus obrigando nossos adversários a calarem-se, devemos aprofundar nossa adoração até o ponto em que o Altíssimo possa liberar Seu poder.
Alguém poderia perguntar: Que tipo de adoração é que tem poder?
De acordo com o Senhor Jesus e com Davi, é aquela que sai da boca de pequeninos e crianças que mamam, ou seja:
Adoração pura, sincera, verdadeira e simples como a de crianças inocentes.

Adoração dependente, que só visa Sua Presença, como bebês de peito que depende totalmente de suas mães e que só podem saciar-se em seu colo.
Conclusão:
É desejo de YHWH que nós, Seus filhos, Seu povo, Sua Igreja, Seu exército, aprendamos que na adoração há poder liberado; que usemos esta arma poderosa em todo o tempo e nas mais diversas situações. Temos apenas que lembrar, além de usá-la, para que esta seja eficaz, temos que nos tornar puros, sinceros, honestos, simples e dependentes D´Ele, como pequeninos e crianças que mamam e que não podem mais saciar-se com paliativos ou outra coisa qualquer, se não com Ele, em Sua santa, doce, suave e bendita Presença.

Oito erros que cometem os músicos e diretores da adoração que para a unção.

Por Bernardo Stamate - Presença de Deus Ministério



1. Falar e falar


2. COME, PLAY E SAÍDA (Toca e não participa do culto, some)


3. O solista


4. Adoração-EMOÇÃO


5. Em isolamento Adoração da minha vida


6. Medíocre


7. Acreditamos que é culto "PASSOS" (Acreditamos que se chega na adoração por etapas)


8. Culto canção é (Cantar é adorar)




1. Falar e falar


Este primeiro erro é quando as pessoas a liderar o louvor ea adoração é a palavra, para chegar ao refrão: "E agora Levante a mão" "E agora diz o Senhor", "E, quando Cristo veio para bonitinho nosso coração, porque quando Cristo entrou em nossos corações, toda a nossa vida mudou ... "e começar a falar e falar ... Quando estava em uma reunião e disse que levou o elogio: "Bem, Vamo 'para cantar ao Senhor, porque você não cantá-la para o comando que eu era uma cabeleireira e este corte torna repugnante que tenho, jejeje" e depois entre canção e canção, foi feita para falar. Você sabe que tem pessoas que o culto é direcionado para passar despercebida, ou é imposta espiritualmente marca da atmosfera, mas tem que passar despercebida para a condução. Ninguém tem que falar.




2. COME, PLAY E SAÍDA


Existem pessoas que amam o instrumento Pianito jogando, mas o dia em que você começa a Pianito não ir à igreja. Pianito Porque veio para jogar, veio a ser, no coro ou de chumbo. Importa o instrumento ou papel, em vez de amor do Senhor. Há músicos que são, por exemplo, tocar e são tocados depois de falar entre si. É como dizem: "Terminei a minha, por isso quando você me chamar de novo, vou jogar." Ou pior ainda: os músicos estão a jogar e depois todos ir ao banheiro. E então tudo começa a mudar, ou se agarrou sede ou fadiga crônica, etc. Eu me lembro quando estava nos Estados Unidos em algumas igrejas, os músicos estavam tocando e louvando. Quando o culto, o pastor me apresentou, eu pregar, digo: "Bem, Põe-se e eu vou pedir para os músicos que se avizinham. Venha para o culto ", e abaixo de um sinal de que não me faz. Eu digo: "Sim, sim, vamos adorar. Culto música, músicos, mas tinham desaparecido! E assim vai o pastor e diz: "Não, pastor. O que acontece é que eles se cansar e então eram "... usá-la, e eles desempenhado! E eu disse ao pastor, quando ele terminou: "Se a minha igreja, mas não vai virar, irmão! São realmente "chegar e jogar. Ou seja, eles fazem parte. Outro exemplo, os músicos jogar, mas quando chega a parte da oferta estão todos distraídos, "Não, estou oferecendo os meus lábios." Porque eles pensam: "Eu venho, eu cantar ou tocar, e eu vou."




3. O solista


Algumas pessoas pensam que a liderança é de ir através do coro. Em outras palavras, o coro seria um intermediário grau. Em seguida, vá para os dirigentes e lhes dizer: "Eu passei três anos no coro, uma vez que tenho o tempo para levar" ... É como todos querem ir para a plataforma, porque consideram que esta é o lugar especial. Ou pior ainda, alguns músicos estão a criar-lo. "Ele pega o" espírito do solo "e, em seguida, ao invés de orientar e conduzir a Igreja da Unção, chega ao solo. E as pessoas querem culto, mas não pode porque esta é a "estrela". Se você quer cantar só ir à sua casa! É muito incomum nesta igreja ou convidar um solista a cantar uma banda, com algumas excepções. Doris Machin convidar-nos a Luna Park, pois é um servo. Ela ama e leva as pessoas a adorar. Na minha opinião, o dos solistas, cantores, onde as pessoas vieram para ver um show, ou onde as pessoas vieram para ouvir cantar uma bela voz, morreu. A Igreja do futuro será a Igreja que ama, que o amor as pessoas. A outra vez foi assistindo a um programa de televisão de uma igreja onde ele disse: "E agora ... o nosso pastor", e todo mundo batendo palmas. Então, o pastor foi. E agora vem o coro de "O David Piedritas" e passou quatro irmãs: "Ele está aqui. Ouooho "Então, a mulher correu e fez um solo. Então você tem que colocar suas igrejas em um programa e não a unção. Você entendeu a diferença? Quando as pessoas vêm assistir um programa, não é para meter na unção, para introduzir a presença de Deus. As igrejas do futuro e estas são igrejas que não ponha a sua fé em um programa onde as pessoas vêm e se sentar. Por que nós pregamos quando você diz "Levante a mão, diga a próxima porta, coloque o bolo"? Como você deseja que o seu partido. Porque as pessoas que dirige a Igreja não fala de nada? Porque todos nós amamos e tudo o que vai para a unção. Algum tempo atrás um rapaz veio de uma outra igreja e chegaram ao segundo tempo, ele disse: "Aqui nesta igreja sabe amar" (porque ele era ministro de culto e de ver que "explodiu" sua igreja e "aterrou" aqui). Então, disse: "Aqui ninguém sabe culto. Temos de ensinar as pessoas a amar "Você ... você tem que cuidar das pessoas que disseram:" Não pode amar outros, eles não compreenderam a mensagem, outros não sabem o que é a visão ", etc. Desqualificado porque as pessoas para outra, amanhã, desqualificar você. Culto não é ensinada, adoração é experiente. Você não precisa de um curso de culto.




4. Adoração-EMOÇÃO


Como é fácil passar da Unção dos culto da emoção. Porque as pessoas adoram tudo melancolia. E acredito que Deus está chorando sobre o que é mais comovente. Às vezes, a unção cai e há mulheres que começam gritando, e acredita-se que esta linguagem é! E você está procurando onde desligar. "A mulher caiu da Unção." - "Não! Você Rayo língua! "E porque você é ensinado dessa forma. E há sempre alguém que, em vez de entrarmos em unção, ele coloca em emoção. Alguns ia agarrar um pouco de histeria apenas para chamar atenção ... Por isso, como todas as canções tristes. Adora se confunde com a emoção: luto, tristeza, e assim por diante.





5. Em isolamento


Adoração da minha vida Como muitos já sentiram na adoração como bonecos bolo? "Agora eu levantar o braço, ambas as mãos agora, vou fechar os olhos agora." Só alguém com a falta manijita dando corda. Porque quando os músicos ou os líderes vêm à igreja e não cultuados em suas casas, eles não estão adorando. Porque corporais unção Unção sempre ativa privada. Quando você é um servo, e ir à igreja, você não tem que rezar para chegar lá, você já tem de vir a dirigir. Se você não tem unção privado, pode ter a mais bela voz, mas você não vai dar nada para ninguém. Corpo culto, ou a unção que cai sobre o corpo da igreja, é inútil se você sair quando a igreja não ativar sua unção e seu culto privado. Ou seja, adoração e culto privado corpo alimentos uns aos outros. Como você sabe que uma pessoa entrou em unção de culto? Porque quando se trata de igreja pode adorar o Senhor e cultuados na casa dele. E quando ele não está indo para insultos no canto, mas o que aconteceu foi ativo na Igreja do Senhor suas pesquisas privadas. Culto se torna algo quando não há mecânicos pessoais culto.


6. Medíocre Qual é medíocre?


Chegar tarde começar. Por exemplo, fui ao cinema no outro dia com Alejandra. Quando chegamos a olhar para este poderoso filme começou em oito da noite, estava cheio ..., ... ninguém falou, a luz saiu ... e todos assistiram ao filme. E o que mais me surpreendeu foi que, quando terminou o filme ... as pessoas já se foram! Eu disse: "A glória do Senhor está aqui." Reaching horário, ficar calado e ir termina quando se trata de uma questão de coerência. Mas há pessoas que vêm à igreja e acredita que esse fundo no pátio da casa: "Me dê o cachorro-quente. ¡Deixe-me cookies! "Eles têm o bebê que ainda não estadia e vinte cadeiras e quebrou, você acha que sua mãe lhe diz algo? Não, a fita é o de cuidar dos filhos e diz-lhes: "Façam alguma coisa! Eu quero adorar o Senhor ", mas chama a comer sanduíches e é como ir à casa!. Então mediocridade tem de morrer.




7. Acreditamos que é culto "PASSOS"


Ouviu isso? = Louvor celebração, adoração = entra privacidade. Isto não é assim. Então as pessoas estão "louvor, louvor", mas de repente o levaram diz: "Agora vamos adorar ele," e as pessoas dizem: "O que fizemos para uma hora, então?" - "Vem em Sua presença" - "Por quê? Quando estávamos chegando, então? Ah, não estava presente onde vamos? "-" Não, nós estávamos no portão do jardim ". - "Ah, agora podemos ir? Ah, desculpe. " Então, de acordo com estas pessoas, se você quiser entrar na presença do Senhor, você tem que esperar até culto. E você diz: "Ainda há muito para ir para a presença? Porque eu preciso ir rápido que você vê? Mas há apenas quarenta minutos de louvor! " Ou ouvir o modelo do pátio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos, o modelo do templo? E você vai ensinar-lhe "Como entrar no Santo Lugar? Primeiro através do pátio e você vai. "Em outras palavras, você não poderá introduzir diretamente. Você precisa baixar o corredor, para o quarto ... não é isso! Você pode inserir sua presença quando você decidir fazê-lo, porque o véu foi quebrado e você não precisa ter um programa para experimentar a unção do Espírito de Deus. Nós instiladas fases. Depois temos toda a cultura judaica. Você vai à igreja e você verá todas as meninas vestidas de coisas judeu. Estaremos com o pandeiro, pois a Bíblia fala do pandeiro. Mas a Bíblia também fala sobre os carros, os cavalos e camelos. Falar da buzina é, Obtenha os chifres e nós bocinazos então! Levar o saltério e harpa tão bem ... Depois fui para a igreja alguns amigos e pastores dizem, "Bem vamos adorar a Yeshua HaMashiaj, Elohim Adonai" na América do Norte! E quando estávamos todos acabados comer, eu disse-lhes: "Vocês são messiânica?" Não ", respondeu. "Pior, então!" Entenda que não estou a falar mal do povo de Israel, mas que não culto cultura. Culto é a experiência da presença do Senhor, mas somos obrigados a cultura que temos.






8. Adoração é canção (Culto=Adoração)


Algumas pessoas acreditam que a adoração está cantando, em seguida, acabou cantando e colocou em mim. Gastar um pastor e pergunta, "Quem é que vai para batizar" e estão ao lado: "Como é agradável que este Congresso, certo?" Ou é a mensagem e que não é mais culto. Ou seja, assumir que está cantando culto e adoração, na verdade, é uma atitude que está em toda a sua vida. Toda sua vida pode ser culto. Cada vez que você levantar o nome qualquer coisa que você está adorando ao Senhor seu nome. E você pensou que você tem de expandir o que você acha que é culto. Devido culto é a expressão de culto, será arte, no teatro, cinema, filme com áudio-visual, com a dança, etc. Ou seja, trata-se de um alargamento das formas de levantar o nome de Jesus Cristo como Senhor, o Rei do Todo Poderoso céu e da terra.