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Família curada, sede do avivamento


Família curada, sede do avivamento

Uma família curada representa ter o milagre nas mãos e ser a sede de um poderoso avivamento. Quando os milagres de Deus começam a explodir dentro da sua casa, ela se transforma na sede do avivamento. Se o poder de Deus se manifesta, então a cura brota apressadamente.

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Viver em uma família curada é experimentar do milagre de Deus constantemente. E milagre é a manifestação contra a esperança. Quando não há mais jeito, então Deus entra na situação.

Família não foi criada por Deus para viver endividada, sem milagre. A família deve ser carregadora da glória de Deus. A família precisa saber que Deus está vivo e faz milagres ainda nos dias de hoje. A família que se entrega ao Senhor contempla muitos milagres.

Sua família é fruto da sua declaração

Sua família é fruto da sua declaração. Você é fruto das suas declarações. Você é cúmplice das palavras liberadas por seus lábios. Sua família é o que recebe como decreto e palavras.

Somos indivíduos de memória. E é assim que Deus trabalha conosco. Os memoriais sinalizam um tempo que se encerra, porque Ele é um Deus de memorial.

Em Gênesis 3, Deus imola um cordeiro para cobrir a nudez do ser humano. E como Deus sabia que a partir de Adão toda a humanidade ficaria vulnerável ao pecado por causa da conversa com a serpente, enviou Jesus para morrer por nós, o Cordeiro Santo de Deus.

Construa um memorial para sua família

Abraão, Isaque e Jacó, os três patriarcas, fizeram memoriais para expressar que andavam com Deus. Com eles, outros líderes também construíram memoriais, como
Moisés, Josué, Elias, Eliseu, Davi, Salomão e tantos outros. Você precisa ter sensibilidade para ouvir Deus e para construir memoriais em prol da sua família.

Deus é um Deus de memorial e trabalha com os Seus filhos através de memoriais para ativar a memória deles.

Todos os líderes que constroem memoriais passam o tempo de dificuldade e alcançam a bonança. Creia nessa verdade porque ela pode chegar a sua vida e família. Deus não tem prazer em ver o sofrimento de nenhum dos Seus filhos, por isso Ele quer curar a sua casa para que ela seja sede de um poderoso avivamento.

A cura de Deus

Deus curará a sua família como um dia Ele curou a memória de Pedro. Mas, para isso, foi preciso mexer na dor. A dor sinaliza que algo está muito ruim. Talvez, ao olhar para sua família, você só veja sofrimento, dor, mazelas. Mas o Deus que você serve é Poderoso para curar sua família, para curar a memória da família.

Quando a cura do Senhor chegar, você olhará para a situação e verá apenas a cicatriz, para que você lembre que um dia doeu, mas que hoje há apenas a marca. A cura de Deus é maior que qualquer lembrança do passado, que qualquer cicatriz.

Nosso Senhor é estratégico. Nada foge do controle dEle porque Ele é estratégico. Pode levar um tempo, mas Ele virá e ministrará a cura que sua família precisa. E a sua família será sede de um poderoso avivamento. Esse silêncio na sua alma que não quer calar e que parece uma contradição e você sabe que não é, será rompido pelo Todo Poderoso.

Jesus vai curar a memória da sua família. Sua família será restituída. Assim será com você. Tão somente creia, descanse em Deus e faça a sua parte. Então, você verá o milagre brotar na sua direção, alcançando toda a sua casa.

Talvez você tenha a imagem de pai violento, pedófilo, malvado. Talvez você tenha a imagem de uma mãe arrogante, imatura. Talvez a sua vida seja baseada só em 'talvez', numa tremenda indecisão, fruto de uma família adoecida e que o adoeceu. Mas agora, neste momento em que você lê ou recebe este estudo, Jesus quer realizar o milagre da cura na sua vida e na sua família.

Há muita coisa escondida dentro das casas, no seio da família, por isso, os filhos estão marcados. A história está-se repetindo porque você já viveu um dia. Satanás mandou que demônios migrassem para oprimi-lo. Mas Jesus Se levanta do Trono para curar sua vida, sua casa, sua família.

Um novo memorial para a família

Em Isaías 58, Deus manda que gritemos com toda força do nosso pulmão, como se fosse voz de trombeta, de shofar, para que toda a maldição saia e a cura se manifeste apressadamente.

Satanás não entrará na sua família, nem nas suas gerações com o memorial do passado. Não! Deus traz hoje um novo memorial sobre a sua vida.

Você não pode gerar uma família doente, enferma por causa de situações provenientes do passado. Doentes não podem curar outros doentes, por causa das suas crises. Por isso, Jesus quer restituir a sua vida e a sua família.

Deus não quer nossas mentes doentes, muito menos família doentes, sofrendo traumas do passado, quando Jesus já nos libertou. Precisamos crer na cura.

Deus tem uma cura específica para a sua família, exatamente, na área em que ela precisa ser curada. Creia na cura! A cura é na mente, nas emoções, no relacionamento. Você não foi escolhido para ficar preso ao passado, através de lembranças que enfermam seus sentimentos. Hoje o Senhor providencia cura para a sua família.



apoio:
www.igrejavidanova.org
www.webmae.com.br

Obra de Deus ou Família?



Por Gisele Alves




É correto se dedicar tanto ao ministério na igreja e negligenciar sua casa?


Muitos cristãos acabam confundindo o ato de realizar a obra de Deus com se dedicar de forma integral à sua congregação, ao ponto de preterir sua família. A igreja é muito importante na vida do servo, pois o Senhor a instituiu. Mas devemos lembrar que ela é composta por famílias. O templo é o local onde as pessoas vão adorar a Deus, ouvir mais de Sua Palavra, se envolver com os afazeres do ministério... Por isso, há quem pense que se toda a sua “casa” é convertida ao Senhor Jesus, basta que se reúnam na igreja. Um grande erro! Afinal, estarem juntos realizando obras eclesiásticas não significa que irão estar em comunhão uns com os outros. A igreja é lugar de koinonia, sim. Porém, é na família que esta unidade deve ser ensinada e praticada primeiramente. Como exigir que um familiar não cristão entenda esta ausência e ainda sinta o desejo de seguir as mesmas práticas?

O pastor e psicólogo Wander Gomes, da Primeira Igreja Batista do Recreio, no Rio de Janeiro, diz que esta instituição será sempre o primeiro campo de atuação de um indivíduo. Se ele se preocupa com a família, este cuidado vai se estender ao Reino de Deus e a todo trabalho que é desenvolvido. “Na minha ótica, a prioridade deve ser este campo familiar onde eu exerço primeiramente os meus dons, talentos e pastoreio. Depois vamos avançando para outras esferas de atuação no Reino de Deus”, afirma.

Alguns maridos acabam negligenciando suas esposas e vivem para os afazeres evangelísticos se baseando no texto bíblico que diz ser preciso deixar pai e mãe para servir a Deus (Lucas 14.26). Sobre isso, pastor Wander afirma que esta é uma interpretação errada das Escrituras. “Na época desta orientação, quando as pessoas aceitavam o evangelho de Jesus, elas eram expulsas de suas casas. Mas, nos dias atuais, e no Brasil, não temos este tipo de situação, na qual a pessoa é colocada para fora de sua residência por decidir aceitar a Jesus. Por isso, seria errado se envolver com a obra e abandonar a própria casa”, esclarece.

Andrea Lima, membro da igreja Batista no Rio de Janeiro, viu esta situação bem de perto. “Eu já era separada do meu marido e tinha minha criança ainda pequena, quando conheci a Jesus. Comecei a gostar muito de me envolver na obra de Deus, o que foi importante e me alicerçou na fé. Então, passei a ter a ilusão de que estar com meu filho dentro da igreja seria suficiente. Mas, ele precisa de sua mãe como mãe e não como a mãe atuante na igreja. Se ele vai comigo para a Escola Bíblica, vai ficar na escolinha dele e eu em outra sala assisto as minhas aulas”, conta ela que só foi perceber isso depois de um ano, quando notou seu filho um tanto irritado. “Vi que o tempo que estava com ele na igreja era mais para trabalhar do que dar a devida atenção. Por isso essa divisão entre ministério e família é muito importante”, afirma.

A Bíblia orienta que em primeiro lugar deve vir Deus, em segundo a família e em terceiro Sua obra. Já que um projeto primordial do Senhor é a instituição familiar. As Escrituras Sagradas dizem: “mas se alguém não cuida dos seus negou a fé é pior que o incrédulo” (I Timóteo 5.8). Veja a orientação que Deus passa sobre a conduta do bispo: "É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, (...) que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)" (I Timóteo 3:2,4 e 5). Então, fica claro que a conduta do homem de Deus deve ser irrepreensível em seu lar. Do que adianta, por exemplo, um pastor ganhar inúmeras famílias para Cristo, e perder a sua para as trevas? Seria isso do agrado do Deus Pai?

E é através da família que os princípios de vida cristã são ensinados de acordo com Palavra de Deus. Na Igreja é onde devem estar os verdadeiros homens e mulheres de Deus chamados para os mais diversos ministérios. Porém, é na família que eles recebem as primeiras orientações, ensinamentos e exemplos. Imagine um pastor, ou líder que cuida de suas “ovelhas” e esquece que em sua casa, os seus ainda não receberam o “alimento” devido. Ou uma serva de Deus que se dedica em tudo na igreja e com seu marido é relapsa, desatenta e sem sabedoria. Certamente, este não é o plano de Deus para seus filhos.

Ministério e família: É possível conciliar?



Por Pastora Samira Romano
1 Timóteo 5:8
Nos últimos anos, a maior honra para nós, mulheres, foi a de recebermos reconhecimen­to e, com isso, recebemos também uma carga maior de trabalho. Atualmente é comum en­contrarmos mulheres que são excelentes pro­fissionais em seus ambientes de trabalho, mas estão completamente decepcionando como mães e esposas.
Essas mulheres não conseguem conciliar a família com os seus compromissos profissionais e isso é agravado pelo fato de terem um cha­mado especial, o de serem mães e conselheiras também dos seus filhos na fé, pessoas que tam­bém precisam de nosso carinho, tanto quanto nossos filhos. É assim que nascem mulheres valorosas que são capacitadas por um poder so­brenatural, que vem do Espírito Santo.
Quando leio 1º Timóteo 5:8, sinto a res­ponsabilidade desta palavra: o nosso ministério começa em nossas casas, e cabe a nós, mulhe­res, tornarmos os nossos lares como verdadei­ros oásis no meio deste deserto que é o mundo; quando nossos familiares chegam em casa, eles precisam sentir que chegaram a um lugar onde há água fresca e descanso, sem a violência do cotidiano deste mundo, sem as palavras duras que acabam com a auto-estima e com a felici­dade dos que os cercam; eles precisam ser rece­bidos com as águas vivas do manancial “Jesus Cristo”.
E como isto é possível? No mundo temos um oásis sobrenatural que é a igreja do Senhor, o altar de onde jorra vida em abundância e é deste oásis que você recebe força para ser mu­lher, mãe, esposa e para fazer discípulos que serão mananciais de águas vivas que, por onde forem, cumprirão o seu ministério.
Você foi chamada para ser uma mulher que sabe conciliar os seus afazeres com o seu mi­nistério. Como diz nossa querida Bispa Sônia “O meu chamado é maior que minha própria vida”: O mesmo Deus que te chamou para o ministério, te chamou para ter uma família e para ser uma bênção.
Não se preocupe, sua habilitação vem do altar, o oásis de Deus, e este nós não podemos deixar por nada. Deus te abençoe, siga em frente, você está habilitada para ser uma mulher especial.

Pastora Samira Romano

Receita para um casamento bem-sucedido Arctic "Focus on the Family"

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Em um esforço para utilizar as experiências daqueles que viveram juntos com sucesso como marido e mulher, pedimos vários casais que participam de uma pesquisa informal. Mais de seiscentas pessoas concordou em falar abertamente para as gerações mais jovens sobre os conceitos e métodos que têm trabalhado em suas casas. Cada um deles escreveu observações e recomendações que devem ser cuidadosamente analisados e comparados. O conselho oferecido não é nova, mas certamente um ótimo lugar para começar. Quando você tentar aprender qualquer tarefa, temos de começar com os conceitos fundamentais, os passos iniciais a partir da qual tudo o resto vai ser desenvolvido mais tarde. Neste espírito, o nosso painel de três recomendações oferecidas seiscentas pessoas experimentadas e testadas, fundamental, com o qual provavelmente nenhum cristão devotado discordaria. Um Cristo centrado em casa Primeiro, o grupo sugere que os recém-casados devem estabelecer e manter um Cristo centrado casa. Tudo o resto repousa sobre essa fundação. Se um jovem marido e mulher estão profundamente comprometidos com Jesus Cristo, eles têm vantagens enormes sobre a família, sem uma dimensão espiritual. A vida de oração significativa é essencial para manter um lar centralizado no Cristo. Naturalmente, algumas pessoas usam a oração como eles prosseguirem os seus horóscopos, visando manipular uma potência "alto" não-identificado ao redor. Um dos meus amigos brincando, admite que ele profere uma oração todas as manhãs indo para o trabalho quando ele passa a donut shop ele sabe que não é saudável para comer os biscoitos cheia de gordura, mas ela ama. Portanto, o Senhor pede permissão para ele para lhe dar prazer a cada dia. Ele diz: "Senhor, se eu vou comer um bagel esta manhã, permite a um lugar de estacionamento disponível em algum lugar quando você gira em torno do bloco." Se há um lugar para o seu carro, ele se vira para ir ao redor do bloco e rezar novamente. Shirley e eu ter levado a nossa vida de oração com um pouco mais sério. Na verdade, essa comunicação entre nós e Deus tem sido o fator de estabilização ao longo de muitos anos de nossa vida de casados. Na boa, ruim, com problemas e nos momentos de louvor, nós compartilhamos esse maravilhoso privilégio de falar directamente com o nosso Pai celestial. Que conceito! Você não precisa de uma nomeação para entrar em Sua presença. Temos que passar por seus subordinados e temos que subornar seus secretários. Ele simplesmente está lá, sempre que nos curvar diante dEle Alguns dos destaques da minha vida ocorreram durante as sessões íntimo com o Senhor. Nunca esquecerei o momento em que nossa filha tinha acabado de aprender a dirigir. Danae haviam sido matriculados na Escola de drivers Kamikaze, e finalmente chegou a hora de ela fazer sua primeira viagem sozinha no carro da família. Acredite em mim, meu nível de ansiedade foi aumentando para o máximo nesse dia. Algum dia você vai saber como aterrador que é dar as chaves do carro a uma menina de dezesseis anos que não sabe o que ele não sabe nada sobre a condução. Shirley e eu estava tremendo no pátio de entrada vista enquanto Danae está perdido de nós. Depois fomos para dentro da casa, e eu disse: "Bem, querida, O Senhor deu, eo Senhor o tomou". Felizmente, Danae foi para casa segura, em poucos minutos e parou o carro e cuidadosamente controlada. Esse é o som mais doce do mundo para uma mãe ansiosa! Foi durante este tempo em que viveu no sul da Califórnia que Shirley e eu fizemos um pacto entre nós oramos para o nosso filho e nossa filha no final de cada dia. Nós não estávamos apenas preocupados com o risco de um acidente de carro, mas também estávamos cientes de muitos outros perigos que espreitam em uma cidade como Los Angeles, Califórnia. Essa parte do mundo é conhecida como a terra das aves raras, os Stooges, e os loucos. Essa é uma razão por que estavam de joelhos todas as noites, pedindo proteção divina de nossos adolescentes a quem amava. Uma noite, estávamos cansados e em particular caiu sobre a nossa cama, sem a nossa oração. Nós estávamos quase dormindo quando a voz de Shirley invadiu a noite. "Jim", disse ele, "não temos orado por nossas crianças. Você não acha que devemos falar com o Senhor? " Eu admito que foi difícil conseguir o meu quadro de 1,85 m de altura, fora da minha cama quente naquela noite. No entanto, temos de joelhos e fez uma oração para a segurança das nossas crianças, colocando-os mais uma vez nas mãos do Senhor. Mais tarde soubemos que Dana e um amigo tinha ido a um restaurante fast-food, onde tinha comprado hamburgueres e refrigerantes. Eles levaram ao redor da pista a poucos quilômetros para comer quando uma patrulha da polícia que aconteceu com ela, iluminando com seu refletor em todas as direções. Ele estava obviamente procurando alguém, mas lentamente foi-se embora. Em poucos minutos, Danae e seu amigo ouviu um forte estrondo debaixo do carro. Nervosamente se entreolharam e sentiu outro golpe certeiro. Antes que eles pudessem sair, um homem rastejou por baixo do carro e saiu do lado do passageiro. Eu tinha muito cabelo, e parecia que tinha sido nas ruas por semana. Imediatamente, o homem foi até a porta e tentou abri-lo. Graças a Deus ele estava no cofre. Rapidamente, Danae ligou o carro e saiu, sem dúvida em velocidade recorde. Mais tarde, quando se verificar o tempo desse incidente, percebemos que Shirley e eu estava ajoelhado no exato momento de perigo. Nossas preces foram atendidas. Nossa filha e sua amiga estavam em segurança! Eu não posso exagerar sobre a necessidade de oração no tecido da vida familiar. Claro, não simplesmente como um escudo contra o perigo. Um relacionamento pessoal com Jesus Cristo é a pedra angular do casamento, dando significado e propósito para todas as dimensões da vida. O arco poder na oração, no início ou no fim do dia nos permite expressar as frustrações e preocupações que poderiam de outra forma não ventilado. Na outra ponta da linha de oração, há um Pai Celestial amoroso que se comprometeu a ouvir e responder às nossas solicitações. Nestes dias, quando as famílias se desintegram em toda parte, não ousamos tentar fazer as coisas por conta própria. O compromisso O que você faria se rugieran tornados inesperados através de sua casa, ou parar completamente velas cai mar calmo e quieto o seu barco? "Arrumar as suas coisas e ir para a casa de sua mãe? Ou será que Faneca, chorar e procurar formas de contra-atacar? Ou será que segurar firme o seu compromisso? Deve fazer estas perguntas antes de Satanás tem agora uma oportunidade de colocar a corda no pescoço do desânimo você. Levante o queixo e cerrar os punhos. Nunca deve permitir que nada, mas a morte pode chegar entre vocês dois. Nada! Esta atitude particular é omissa em muitos relacionamentos conjugais de hoje. Eu li sobre uma cerimônia de casamento em Nova York há alguns anos atrás, em que a noiva eo noivo prometeu "estar juntos como uma de amor". Duvido que seu casamento tenha durado até agora. O sentimento de amor é simplesmente demasiado efémero para manter um relacionamento juntos por muito tempo. Ele vem e vai. Essa é a razão porque o nosso painel de seis centenas de pessoas foi enfático sobre este ponto. Eles têm vivido o suficiente para saber que um acoplamento fraco final inevitavelmente em divórcio. Comunicação Outra recomendação feita pelo nosso painel é um ingrediente fundamental para um casamento bom, uma boa comunicação entre marido e mulher. Este tema tem sido amplamente discutido por autores de livros sobre o casamento, por isso vou tentar brevemente. No entanto, eu gostaria de oferecer alguns pensamentos menos viajaram em comunicação no casamento, o que poderia ser útil para os jovens casais. Primeiro, temos de compreender que homens e mulheres diferem de uma forma que muitas vezes não é mencionado. A pesquisa deixa claro que as meninas são abençoados com maior capacidade lingüística de meninos, e esta é uma habilidade que dura uma vida inteira. Simplificando, ela fala mais do que ele. Como adultos, geralmente as mulheres expressam seus sentimentos e pensamentos muito melhor do que seu marido, e é muitas vezes irritados com a relutância dele. Deus pode ter lhe dado 50.000 palavras por dia, e seu marido, apenas 25.000. Ele chega em casa que já utilizaram 24.975 palavras, e só se comunica em grunhidos à noite. Talvez eles entraram The Game futebol segunda à noite, enquanto sua esposa está morrendo de vontade de passar a 25.000 palavras que se encaixam nela. O famoso escritor Erma Bombeck reclamou esta tendência dos homens à prática de esportes na TV, enquanto as esposas estão com fome de companheirismo. Mesmo propostas para passar uma nova lei a ser chamado de "Lei de Bombeck. De acordo com esta lei "a um homem que tem 168.000 assistiram a jogos de futebol em uma temporada pode declarársele legalmente morto. Todos são a favor dizer "Sim". A complexidade da personalidade humana assegura que haverá exceções para cada generalização. Mas as mulheres tendem a falar mais do que homens. Todos conselheiro matrimonial entendido sabe que a incapacidade ou falta de vontade dos maridos para revelar seus sentimentos à sua esposa é uma das queixas mais comuns das mulheres. Você quase pode dizer, como um absoluto: Mostra-me um marido tranquilo e reservado, e eu vou lhe mostrar uma mulher frustrada. Ela quer saber o que ele pensa eo que aconteceu em seu escritório, e como ele vê as crianças e, principalmente, como ele se sente sobre ela. O marido, ao contrário, considera que é melhor não falar sobre certas coisas. É uma luta clássica. O paradoxo é que uma mulher muito emocionais e comunicativas, por vezes, se sente atraído pelo tipo de homem forte, silencioso. Ele parecia tão segura e "testada" antes de se casarem. Ela admirava o seu carácter sereno e sua compostura em uma crise. Então eles se casaram ea fraqueza de sua grande força tornou-se óbvia. Não fale! Então, ela cerrou os dentes para os próximos anos quarenta, porque o marido não poderia dar a ela o que ela precisava dele. Eu apenas não estava lá. O cantor e compositor Paul Simon escreveu uma canção intitulada "I Am a Rock" ( "I am a rock"), que expressa o sentimento de uma introvertida e quieta. A pessoa que fala a canção foi baleado e se recolheu em si mesma para a proteção. Lendo estas palavras, imaginar os problemas de comunicação especial que o homem e sua pobre esposa teria experiência em casamento. Um dia de inverno Em um diciembre, deep dark Estou sozinho, Olhando pela janela Nas ruas abaixo Coberto com um manto de neve que caiu. Eu sou uma rocha. Eu sou uma ilha. Eu construí muros, Uma fortaleza profundo e poderoso, Que ninguém pode entender. Não há necessidade de amizade Amizade causa dor O riso eo amor são o que eu desprezo Eu sou uma rocha. Eu sou uma ilha. Não se fala de amor; Nós ouvimos a palavra antes; Ela está dormindo na minha memória. Isso perturba o sono dos sentimentos que morreram. Se ele nunca tinha amado eu nunca chorou. Eu sou uma rocha. Eu sou uma ilha. Eu tenho os meus livros E a minha poesia para me proteger; Estou protegida pela minha armadura, Hiding in my room Um cofre dentro do meu ventre. Não toque em alguém ou alguém por sua vez é a minha. I am a rock Eu sou uma ilha. E uma rocha não sente dor; E uma ilha nunca chora. © 1965 Paul Simon. Usado com permissão. Infelizmente, as esposas e os filhos das rochas e as ilhas se sentir dor e chorar! Mas qual é a solução para esses problemas de comunicação em casa? Como sempre, envolve a obtenção de um acordo. Um homem tem uma responsabilidade clara para "animar a mulher que tomou" (Deuteronômio 24:5). Não deve ser proclamou-se "uma pedra" nunca mais deixar-se vulnerável. Ele deve ser pressionado a abrir seus corações e partilhar os seus sentimentos mais profundos com sua esposa. Deve reservar um tempo para conversas com significado. Anda, vá para o pequeno e andar de bicicleta na manhã de sábado são as coisas que promovem o diálogo e manter o amor vivo. A comunicação pode ocorrer mesmo nas famílias onde o marido se inclina ea mulher se inclina para fora. Nestes casos, acredito, a responsabilidade primária para alcançar um acordo encontra-se no marido. Por outro lado, as mulheres devem compreender e aceitar o fato de que alguns homens não pode ser o que eles querem ser. No meu livro, o que as esposas desejam que seus maridos conheceu Sobre a Mulher. (O que as mulheres querem que seus maridos para saber sobre as mulheres), eu falei sobre essa necessidade por parte das mulheres a aceitar a realidade como ela é apresentada. Você pode aceitar o fato de que seu marido nunca poderia satisfazer todas as suas necessidades e aspirações? Raramente um ser humano pode satisfazer cada um dos desejos e esperanças de que alguém está em casa. Obviamente, esta moeda tem dois lados: Você não pode ser a mulher perfeita para seu marido. Ele não é mais equipada para atender toda a gama de necessidades emocionais que você tem, o que o senhor está qualificado para ser a máquina de sexo que sonha todos os twenty-quatro horas. Ambos têm de se contentar com as fraquezas e falhas humanas, irritabilidade e fadiga, e ocasional "dores de cabeça" que atacam à noite. Um bom casamento não é uma onde reina a perfeição: É um relacionamento em que uma perspectiva saudável ignora uma infinidade de coisas "não resolvidos". Graças a Deus minha esposa, Shirley, adotou essa atitude para comigo! Eu preocupo-me especialmente das mães de crianças jovens que optam por não trabalhar fora de casa, é uma dona de casa e em tempo integral. Se ela vê o marido como a pessoa que irá fornecer tudo que você precisa conversa de adultos, e como alguém que vai satisfazer as suas necessidades emocionais, o casamento pode rapidamente encalhar. Ele voltará para casa do trabalho exausta e precisa de "paz", como mencionado acima. Em vez disso, ele conhece uma mulher que é carente de atenção e apoio. Quando ela olha nos olhos dele que ele não tem mais nada para dar, então é o princípio das dores. Ela fica deprimida ou com raiva (ou ambos), e ele não tem idéia de como ajudá-la. Eu entendo essa necessidade e têm tentado expressar homens femininos. No entanto o recurso, o total em uma mulher em um homem demasiada pressão sobre a relação do casamento, que pode rachar sob a tensão. Então o que você pode fazer? Uma mulher com uma faixa normal de necessidades emocionais não podem simplesmente ignorá-los. Estas necessidades gritar para ser cumprido. Consistentemente, tenho muito recomendado que as mulheres que estão nesta situação, buscando complementar o que seus maridos podem dar cultivando relacionamentos significativos com outras mulheres. Ter amigos para falar de coração a coração com aqueles que estudam as Escrituras, e com quem a criança partes, técnicas de atendimento pode ser vital para a saúde mental. Sem este apoio adicional, solidão e baixa auto-estima pode acumular-se e começa a sufocar o casamento até a morte. Esta solução parece tão óbvio que uma companhia feminina pode perguntar por que até sugerem que vale a pena. Infelizmente, não é tão fácil de implementar. Muitas vezes, a mulher deve procurar por amigos de hoje. Temos assistido a uma quebra de amizades entre as mulheres nos últimos anos. Cem anos atrás, as esposas e as mães tinham de olhar amizades femininas. Foi algo que foi programado para a cultura. Mulheres alimentos embalados em conjunto, lavava roupa no córrego junto, e colaborou na caridade da igreja juntos. Quando os bebês nasceram, a nova mãe foi visitado por tias, irmãs, vizinhos e as mulheres da igreja que veio para ajudar a sua mudança de fraldas, alimentação e cuidados para a criança. Havia um sistema de apoio automático que envolve a mulher e que a vida facilitada. A ausência deste sistema de apoio conduz rapidamente a problemas conjugais e pode levar ao divórcio. A jovem esposa todos que estão lendo estas palavras, peço-lhe não permitir que esta situação vai acontecer. Passe algum tempo com seus amigos, mesmo quando ocupado. Resista à tentação de fechar dentro das quatro paredes de sua casa e seu marido espera que seja tudo para você. Como uma família, Envolva-se em uma igreja que atenda às suas necessidades e para pregar a Palavra. Esposas, lembre-se você está rodeado por muitas outras mulheres com sentimentos semelhantes. Encontrá-los, Tome cuidado para eles, compartilhar com eles. E no processo, a sua auto-estima vai aumentar. Quando estiver satisfeito com suas vidas, seus casamentos florescer. Soa simplista, mas é assim que somos feitos. Fomos criados para amar a Deus e amar uns aos outros. A privação de qualquer uma dessas funções pode ser devastador.

O Lugar da compreensão na família

A compreensão é o elo, a ponte que une as gerações. Resolve os conflitos que naturalmente surgem, o produto do ponto de vista de gerações diferentes que vivem dentro do mesmo lar.Entendemos que o lar feliz é caracterizado por uma compreensão mútua entre os membros da família. Ela acompanha o crescimento, o amadurecimento de todos os membros da família durante a vida toda. Não parte somente dos pais em direção aos filhos. Antes, é uma experiência nos dois sentidos; é um esforço mútuo. Os esposos entre si, um compreendendo e ajudando o outro. O casal acompanhando bem de perto o crescimento e o desenvolvimento dos filhos, empenhando-se em discernir o que se passa em cada fase destas vidas que lhe são tão preciosas. Os filhos, por sua vez, acompanham e procuram compreender o que se passa na vida de seus pais e de seus irmãos.Vejamos alguns exemplos que facilitam a compreensão mútua:1.Reconhecer todos os familiares como indivíduos A atitude certa para com um nem sempre o é para com o outro. Há pais que são tentados a tratar todos os filhos da mesma maneira. Mas cada membro da família é um indivíduo. Na medida que conhecermos a cada um, saberemos melhor tratá-lo e como manter com ele um relacionamento sadio, feliz.2.Permitir uma expressão sincera, autêntica dos sentimentosTodos precisamos expressar nossos sentimentos ? os positivos e os negativos. Precisamos de alguém a quem falar de nossos receios, zangas, medos; repartir o que se passa em nossos corações. Os filhos precisam aprender dos pais maneiras positivas e construtivas de expressar seus sentimentos verdadeiros, do coração, no convívio do lar.3.Ouvir com atenção os outrosEsta atitude complementa a segunda. Liberdade de falar implica em ter alguém para ouvir. Precisamos ouvir o que a pessoa fala para respondermos no contexto de sua necessidade.4.Aceitar cada membro da família como éE não como gostaríamos que fosse. Deus nos ama assim como somos e temos que aceitar e amar os outros como são.5.Não julgar os membros da famíliaO julgamento distancia as pessoas e impede que haja um bom relacionamento. Podemos chegar a certas conclusões a respeito da situação. Todavia não nos compete julgar o valor da pessoa.6.Permitir a auto-determinaçãoPodemos ajudar nas decisões importantes, porém cada um tem o direito de resolver o que é melhor e certo para si.7.Guardar confidênciasQuando há esta confiança entre os membros da família, há liberdade em repartir os sonhos, os problemas, as mais profundas esperanças em todas as áreas da vida. O cultivo destas atitudes por todos os membros da família ajudará a criar um clima que a compreensão entre todos seja muito facilitada.Compreendendo e ajudando nas horas de crisePara os chineses, crise é sinônimo de oportunidade. De fato, cada crise apresenta uma encruzilhada da vida ? implica numa decisão. Ou havemos de prosseguir, crescer, tomar uma decisão certa, ou definhar, perder o rumo certo de nossas vidas.Ninguém consegue fazer sempre escolhas acertadas. Muitas vezes é possível retornar ao ponto de partida e recomeçar tudo. Contudo, nem sempre é assim. Se acontecer de ser, às vezes, uma decisão de menos importância, outras são das mais importantes da vida. O reconhecimento do erro e o acerto do caminho trazem sofrimento. No que pese em que muitas vezes outras pessoas sofrem por causa de nossas decisões erradas, convém buscar sempre, e em primeiro lugar, a direção de Deus em todas as decisões de nossa vida.Nosso crescimento e desenvolvimento processam-se através das soluções que damos às crises em nossa vida. Cada faixa de idade apresenta crises que lhe são peculiares. Nossa capacidade de reconhecê-las e compreender os desafios próprios a cada uma é de grande importância para um bom relacionamento. Em Tiago 1:2-4 encontramos um modo de interpretar as crises da vida que muito abençoou e ajudou os cristãos do primeiro século. Uma fé inabalável em Deus, em seus propósitos para nossas vidas, é essencial para quem procura interpretar as crises e os desafios de sua própria vida, e da vida dos outros, à luz da vontade de Deus para cada um.A função da pessoa que compreendePrimeiro, a pessoa que compreende é como uma ponte sobre águas turbulentas. Ela se torna um meio de ligação entre dois partidos separados, distanciados, em desentendimento. No lar, na igreja, na sociedade o filho de Deus é, ou deve ser, esta pessoa sensível às necessidades, às crises, aos desafios pelos quais os outros passam. Torna-se um pacificador ? o crente identificado como um verdadeiro filho de Deus (Mt 5.9).Segundo, atua como um elo de compreensão entre duas pessoas ou grupos de pessoas, como mediador que trará a paz, pondo fim a um desentendimento, um atrito. É a figura do pacificador no sentido horizontal.Jesus é o pacificador por excelência. Efésios 2:14 diz: ?Ele é a nossa paz?. De dois povos ? judeus e gentios ? criou um novo, derrubando a parede de separação e ligando todos a Deus pela sua cruz. Assim também nós somos chamados a um ministério de reconciliação ? entre os homens e Deus.E aqui está a terceira atuação do filho de Deus ? exercer um sacerdócio cristão. Pedro disse: ?Vós sois... sacerdócio real? (I Pe 2:9). É o pacificador no sentido vertical ? é o ministério da oração intercessória; são pais que oram pelos filhos, filhos que oram pelos pais, e cônjuges que oram um pelo o outro. São crentes amadurecidos que levam os atritos entre pessoas e grupos na igreja local a Deus. É alguém que, pela intercessão e pela intervenção de Deus, consegue uma reconciliação.Cristo é o nosso Sumo Sacerdote. É Ele quem ?está à direita de Deus, e também intercede por nós? (Rm 8:34). Na terra, homens e mulheres em quem o Espírito de Deus vive e reina, exercem um outro sacerdócio entre homem e Deus. O sacerdote é, antes de tudo, um mediador.Em Hebreus 4:14-16 somos incentivados a levar a Deus, em oração, nossas angústias, dores, aspirações espirituais, contando com a mediação de Jesus, o Sumo Sacerdote, que nos compreende, que ?em tudo foi tentado, mas sem pecado?. O fato de Ele nos conhecer e nos compreender aumenta a nossa confiança nEle.Da mesma maneira, as famílias que são unidas há a confiança de que seus membros compreendem-se mutuamente. Um escritor descrevendo as famílias de nossos dias, disse que são como navios que se cruzam nas caladas da noite. Não conversam entre si, não se conhecem, não se dão, não repartem as frustrações do dia-a-dia, nem as angústias, nem as vitórias. Não se conhecem... e por isso, não se compreendem.Deus quer que o Seu povo seja um povo compreensivo. A compreensão e o amor cristão em ação. Que o Senhor nos ajude a sermos verdadeiros filhos Seus atuando como pacificadores no mundo em que vivemos.

Filhos no poder



Como a falta de limites pode transformar os pimpolhos em tiranos
Não é preciso ser um especialista ou um entendido no assunto para afirmar, com toda a certeza, que a relação entre pais e filhos hoje não é mais a mesma como antigamente. E não é só isso que mudou. O consenso é geral, e não há como negar: o mundo já não é mais o mesmo. Alvin Toffler, autor dos best-sellers O Choque do Futuro e Terceira Onda, afirmou em uma de suas obras: “Tão profundamente revolucionária é esta nova civilização, que desafia todas as nossas velhas pressuposições”. Toffler parece ter acertado em cheio. Valores e conceitos que até então eram considerados sólidos e intransponíveis, hoje são relativos e sujeitos a visão de mundo e dos fatos de cada um. É nesse contexto que as crianças estão crescendo.
As razõesSegundo aponta os profissionais da área, o principal motivo porque muitos pais não impõem limites a fim de conter as crianças é a culpa. Porque passam a maior parte do dia fora de casa, acreditam que dizer “não” aos filhos pode ser prejudicial e injusto. Além da culpa, o medo e a insegurança também parecem ser fatores que pesam aos pais ao impor limites. Muitos foram tão reprimidos e lhes impuseram limites tão severos, que cresceram com a idéia de que se disserem “não” aos filhos ou impor-lhes qualquer outro limite, isso vai prejudicá-los. O oposto também pode acontecer. Porque foram tão oprimidos e receberam uma educação tão severa, os pais tendem a repetir modelos, porque não sabem fazer outra coisa, ainda que involuntária e inconscientemente.
Os conflitosEm muitos lares onde os pais não se entendem, impor limites é quase impossível, e a criança é a mais prejudicada. Cada um dá ao filho o que acredita ser melhor. Com isso, a criança tende a desenvolver dois tipos de comportamento: ou elas aprenderão que obedecer é algo relativo, ou então aprenderão, desde cedo, a manipular um dos pais para obter o que deseja. Um segundo motivo em relação à imposição indefinida de limites é a confusão e a falta de orientação. Segundo os psicólogos clínicos, doutores Henry Cloud e John Townsend, “o conflito em relação aos limites acontece devido à confusão a respeito da criação dos filhos ou mesmo por problemas pessoais, aonde os pais mesclam limites rígidos e relaxados, acabando por enviar mensagens conflitantes aos filhos.” Conforme ainda Cloud e Townsend, famílias de alcoólatras costumam exibir esse tipo de comportamento. Os doutores Henry Cloud e John Towsend são autores da série de livros Limites, onde abordam o assunto não só em relação ao casamento, como também na relação entre pais e filhos. Entre suas obras, destacam-se Limites Para Ensinar aos Filhos e Criando Filhos Vencedores(Editora Vida). Esse último trata do desenvolvimento do caráter nos filhos e como fazê-lo.
Recuperando o reino perdidoO que fazer para recuperar a posição de autoridade? Como realmente impor limites equilibrados, a fim de que a criança entenda quem realmente manda em casa? “A prevenção sempre foi o melhor remédio”, diz Susie Meire Valadão, psicóloga e psicopedagoga, formada pela Universidade Federal de Minas Gerais(UFMG). Susie Meire é esposa do pastor Kaiser Vasconcelos, pastor-líder do ministério da Rede de Adolescentes da Igreja Batista da Lagoinha, e com ele trabalha no ministério. “O primeiro passo”, sugere ela, “é a mudança de atitude”. O passo seguinte, segundo ela, é a demonstração de amor. “O momento agora não é o do chicote, mas o do conselho”, explica Susie. Uma vez que muitos dessas crianças e adolescentes foram criados sem limites ou com limites em demasia, eles se sentiram abandonados e menosprezados, como se ninguém ligasse para eles, pois tudo o que faziam não tinha a menor importância para os pais. Ela aconselha: “É o momento de os pais mostrarem a eles as conseqüências de suas escolhas”.O último passo apontado por Susie Meire é a procura por parte dos pais por ajuda de fora, particularmente de um profissional. “O adolescente, nesta fase, valoriza mais as palavras de um amigo do que a dos pais”. E finaliza: “A ajuda pode vir de profissionais ou de amigos de sua confiança, que lhe possam oferecer sábios e úteis conselhos”. A presente reportagem não tem a pretensão de esgotar o assunto, até mesmo porque é vasto e polêmico. A intenção é a de trazer à reflexão algo que tem preocupado não só os pais, mas os educadores e especialistas sobre o assunto: a falta de limites na educação das crianças. Numa época em que a delinqüência infanto-juvenil é cada vez maior e os valores são cada vez mais relativos, impor limites é algo necessário e urgente. Antes que os pequenos pimpolhos se transformem em pequenos tiranos, e se perpetuem no poder.

Falta de paciência com os filhos

Por Gisele Alves
Talvez o problema esteja no casal


Educar, trabalhar para oferecer o melhor, impor limites, dar amor e carinho, proporcionar um ambiente saudável e além de tudo isso, se manter paciente. Com certeza esta lista de tarefas imposta aos pais não é nada fácil. Porém, é preciso fazer de tudo para cultivar a virtude da paciência. Atualmente os pais passam mais tempo fora do que dentro de casa, devido por exemplo a alta carga horária de trabalho ou estudos. Muitas vezes quando chegam eles estão cansados e não se reúnem com os filhos nos horários das refeições, com isso a paciência quase não se é mais exercitada.A pedagoga cristã Cris Poli, a Supernanny do SBT, disse em entrevista para revista Enfoque Gospel no mês de julho que a direção correta em se tratando de educação é buscar um equilíbrio. "Teve uma época em que a educação era muito rígida, nada era permitido, os valores morais eram outros. Depois, veio uma época de reação contrária: tudo é permitido, a criança é livre para escolher. Mas isso também não deu certo, porque veio a rebeldia, a violência e uma série de coisas que os pais não conseguiram controlar", afirmou. A psicóloga mestre em educação Elaine Cruz, explica que quando um casal costuma perder sempre a paciência para lidar com um filho pequeno é porque existem dois fatores que antecederam o problema. "Primeiro é preciso pensar em qual é a visão que os pais tinham sobre infância, pois existe casal acreditando que as crianças serão sempre como aquelas da TV, bonitinhas, comportadinhas, como se todo mundo viesse formatado para ser obediente, e criança não é assim, cada filho é de um jeito", explica.Elaine continua dizendo que uma segunda questão é o quanto eles conversaram a respeito deste filho antes dele nascer. É importante que os dois decidam quais serão as regras e os limites. "Um dos cônjuges vai dizer que passou a infância inteira brincando solto na rua e o outro vai lembrar que foi criado cheio de limites e sequer dormia fora de casa. Então, isso precisa ser discutido, porque quando a criança nasce deve-se saber muito bem o que vai ser permitido ou não para ela". A especialista chama a atenção para outro fator que pode atrapalhar esta situação, que é a interferência de parentes. Muitas vezes, uma sogra ou um tio, normalmente pessoas que moram bem perto e costumam participar ativamente desta educação, criando uma confusão neste relacionamento entre pais e filhos. Para ela, isto se torna complicado e preocupante, já que as regras são diferentes em cada família. Ela lembra que isto tudo deve ser resolvido antes que a criança nasça. "A partir daí, quando já se sabe a concepção de infância, fica muito mais fácil. E provavelmente eles não serão impacientes", afirma. De acordo com a psicóloga, no caso de nada disso ter sido feito e a impaciência ter se alojado, é preciso "frear" a situação. "Deve-se parar de brigar com essa criança e começar a entender o que significa infância para os dois. Seria manter o filho trancado no quarto estudando de perninha cruzada? deixar essa criança viver, brincar, correr... ou um meio termo, usando um equilíbrio? Isto seria o ideal. Partindo daí os dois precisam conversar sobre quais regras irão impor para essas crianças e quais limites serão colocados ,e em seguida aplicá-os mesmo que já se trate de um adolescente". Elaine diz ainda que as vezes é preciso reconhecer a falha que tiveram neste processo. Além disso tudo, a psicóloga destaca uma outra vertente. Talvez o problema esteja no casal e os dois estejam descontando esta sobrecarga na criança. "É preciso pensar: Será que não estou com raiva do meu marido e colocando meu filho contra ele? Será que sexualmente não estamos nos dando bem, isso está nos fazendo mal e trazendo irritações? Será que o nosso casamento não precisa de algum tipo de ajuste? Será que não precisamos conversar mais rir mais? Talvez o o filho esteja muito tempo no quarto e esteja funcionado como alguém que separa pai e mãe.", orienta.Segundo ela, além dessas situações, podem haver outros fatores como: trabalhar muito, se estressar, não ter um lazer e não dormir o suficiente. Enfim, alguma coisa nessa relação não vai bem, esclarece Elaine afirmando que existem três pontos cruciais neste assunto: Concepção de infância e filho, determinação de limites e regras e cuidados para que o casamento vá bem. Afinal, quando o relacionamento dos dois não está dando certo, fica complicado lidar com insatisfação conjugal juntamente com as necessidades do filho. "Afinal, ele geralmente não vai ser daquele padrão que se imagina e isso é muito bom, porque somente assim é que se aprende com as indiferenças", conclui.A programadora musical Claúdia Corrêa, mãe de Daniel e Samuel, de 4 e 2 anos respectivamente, diz que manter a paciência é complicado, principalmente para as mulheres que trabalham fora. "Quando chego em casa as crianças estão bem "agitadas" e querendo atenção o tempo todo....mamãe vamos brincar? aí eu tenho que largar as tarefas domésticas para ficar um pouco com eles e ajudar o mais velho nas tarefas escolares de casa. Depois que meu marido chega do trabalho tenho que dividir as atenções e as vezes, não consigo conversar com ele, antes dos meninos dormirem. Mas isso faz parte, eles são uma bênção. Eu sempre desejei ser mãe, eles são o meu presente de Deus. A pior parte é quando eles brigam, aí respiro fundo, muita calma nesta hora, mas têm momentos em que só param quando grito....eu sei que é errado.....mas, as vezes é preciso", afirmou.

A Perfeita Comunicação





Pastor Gerardo M. Jimenez


Para que o Senhor lhe deu uma casa e família, para saber se comunicar bem com eles primeiro e depois todos ao seu redor do mundo.


Penso que este tema é vital para todos os estratos sociais e empresariais em todo o mundo sem uma boa noiva eo noivo estão à esquerda e que gastam o chefe lutam para não fazer as coisas direito, o empregado faz coisas erradas e perde trabalho, os casais têm problemas nas montanhas de indiferença para cuidar desta questão. Como um pastor na minha igreja tenho assistiram dezenas de casamentos que nunca chegou a acordar eo problema é sempre o mesmo, a má comunicação. No mundo espiritual é uma das mais utilizadas por Satanás para colocar o homem em apuros com Deus. Se não é porque estão zangados com o seu irmão ou vizinho, não é mesmo sentir como orar a Deus, e, progressivamente, isolado dos outros e de Deus, colocando suas vidas em risco. Porque risco a sua vida? Muito simples, porque todos nós precisamos, e você não pode lutar sozinho neste mundo. Para que o Senhor lhe deu uma casa e família, para saber se comunicar bem com eles primeiro e depois todos ao seu redor do mundo. Grandes homens e mulheres do passado sabiam que este aspecto da comunicação é vital para o bom desenvolvimento da vida, um do rei Salomão escreveu: "Eu tento encontrar as palavras corretamente pregador agradável e escrever palavras de verdade" Eclesiastes 12:10 Pleasant palavras: Falando de prevenção, precisamos de ter tempo para se comunicar com os outros. Palavras de verdade: eu disse que eles estavam certos quando disseram algo preenchidas, ou seja, homens e mulheres falam. É por isso que desta vez, terá como um modelo para o melhor comunicador do mundo, Jesus Cristo o Senhor. Devem analisar as suas qualidades como um comunicador, eu sei que, se você aplicar cada um dos itens investigados, nunca tem problemas com ninguém neste mundo e se tornar um bom comunicador é fundamental para se deslocar ao redor do mundo sem problemas. 1. Jesus disse a verdade com firmeza e amor. João 14: 6 "Eu sou o caminho, a verdade ea vida, ninguém vai ao Pai senão por mim" Uma expressão que fala de segurança e certeza, incluindo a maneira de dizer as coisas fortemente. Isso realmente mostra o caminho para o céu, enquanto a solução da amostra para o problemas da humanidade. Isto indica o grande valor que Jesus era o próprio, e também seus cupões, vales sangue de Jesus, porque Ele morreu por você, a maneira como você fala falar sobre aquilo que são e vales. 2. Suas palavras deram incentivo, de paz e de vida. João 14: 27 Deixo-lhe a paz, dou-vos a minha paz, eu não gosto de todo o mundo dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize "João 14: 27 Fale sobre uma paz sobrenatural. Fale com a desfrutar de uma vida sem medo no meio. Portanto, nossas palavras devem ser motivados a ouvir-nos. 3. Ouvi com interesse e, portanto, discernir o interior do homem. João 3:1-3 "Senhor que vêm de Deus para as coisas que você faria ... Jesus Nicodemos respondeu .... ele deve ter nascido de novo ... .. " Aqui duas pessoas falam dois tópicos diferentes de uma só vez, o diálogo não corresponder. Nicodemos não foi sincero na sua declaração, um pouco desconfortável com a sua alma. Bom comunicador, bom ouvinte, e Jesus para descobrir a necessidade de conseguir a sua alma. Aí ele falou com firmeza e verdade, mas com amor e resolução. Saco tempo para conversar com as pessoas, ambos os grupos e individuais. 4. Sempre teve uma atitude indulgente. João 8: 10 Este é o famoso caso de uma mulher encontrada em adultério, aqui estão alguns fatos muito importantes que é a perfeita comunicação. Jesus usa a esperteza com que apontavam para essa mulher, confrontada com o seu próprio pecado, eu disse que não deveria apontar para ninguém nem julgar ninguém. Depois ela continua, fazendo uma pergunta: Onde estão os senhores deputados? gostaria de transmitir que foi aceite, e ainda teve uma chance. Uma boa maneira de se comunicar carinhosamente cuidado para o coração dela. Faz-me lembrar que o perdão é a melhor forma de vingança. Então, você não colocou um ponto de interrogação na testa de ninguém, quando Deus fez um ponto e final. 5. Comunicação e sua atitude não foram condenações. João 8: 11 Neste trecho, após o qual o mundo inteiro fora da pedra com os quais iriam matar esta mulher, e à esquerda. Jesus fala de sua ternura, com uma atitude indulgente. Mas, mesmo sem condenação. Ele disse, "Não vou condenar ou deixar ir é gratuita. Misericórdia e compaixão foram seu bastão episcopal 6. Jesus é sensível às necessidades e anseios do povo. Mateus 9:36 "E, vendo as multidões, teve compaixão sobre eles porque eles foram dispersos e desamparados, como ovelhas que não têm pastor" Sejamos sinceros interessados em pessoas que sofrem necessidade. Ele demonstrou genuíno interesse nas pessoas e suas necessidades. Uma maneira de se comunicar corretamente, o corpo, quando se está a comunicar aos outros que estou interessado em pessoas e transmitir servindo, ajudando, aconselhando, encorajando, semeadura, como Jesus fez. 7. Ele era acessível a todos os tipos de pessoas. Mateus 11:28 "Vinde a mim todos os que estão cansados e trabalhou ... ..." Converse com todos. Falando de pessoas que sofrem e necessitam. A aceitação de qualquer pessoa, eu adoro o tipo que tem o seu coração. É uma ótima maneira de se comunicar. Jesus é o melhor exemplo. 8. Não discutido, o silêncio, apesar de ser o motivo. Isaías 53:7 "Angústia, desculpe, não abriu a sua boca, como um cordeiro foi levado para o matadouro como ovelhas na frente dela desesperarão trasquiladores não bário boca" centra-se em salvar o coração das pessoas. Para não discutir. Nós vamos ter que calar a boca, por vezes por amor a outros. 9. Livre de preconceitos e superioridade complexa. Mateus 20:28 "Como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida um resgate para muitos" Não se preocupe com o seu estado, só serve uma excelente forma de comunicar o seu amor pelos outros. Deixe que o título de um lado, e funciona através do alargamento do reino de Deus. Jesus não é servido no reino, o reino servido. Comunique este serviço. 10. Mantido comunicação contínua com o padre. Mateus 14:22-23 "Então, Jesus tomou os seus discípulos a entrar no barco e atravessou o mar do outro lado, enquanto a multidão despedida, despedida a multidão, subiu ao monte para além de rezar, e quando eu chegar lá a noite sozinho" Quando se trata de comunicação com o Pai, nem o discípulo que amava, e não a multidão que gritava o seu milagre, que Jesus estava hospedado. Que fala do Senhor era um homem de prioridades. Aplicar estes dez maneiras de se comunicar e terão um impacto na vida deste mundo. (Mensagem do Pastor Gerardo M. Jimenez evangelística ministério centro)

COMO PROTEGER AS CRIANÇAS DA INTERNET

William Mitchell

Quer uma caixa cheia de pornografia, no meio da sala e, em seguida, dizer que os seus filhos para não tocar? Então, por que lhes permitem usar o computador sem supervisão? A verdade é que a Internet está a ter uma meia incrível, mas com muitos perigos para os seus filhos, e se você não agir agora, mais cedo ou mais tarde eles serão afetados. Os perigos da Internet Foi dito que a Internet é como uma rua. Nas ruas, há lojas, bancos, a venda de jornais, escolas, bibliotecas e até mesmo evangelismo. Mas a rua também encontraram pornográfico livrarias, ladrões, traficantes, seqüestradores, criança molesters e até mesmo terroristas. Igualmente acontece com a Internet também. A Internet apresenta dois tipos de ameaças para os pais e seus filhos: uma virtual e real. Virtual ameaça diz respeito ao espiritual e emocional que podem causar danos pornografia infantil (incluindo a pornografia infantil ou a violência, mesmo que legalmente vendido nas livrarias), a literatura de carácter racista e anti-ensinamentos bíblicos. Muitos pais não sabem que há muito perigos reais também. A Internet é constantemente utilizado por toxicodependentes e raptores de crianças e jovens, ladrões procurando números de cartão de crédito, e as pessoas que querem causar destruição de oferecer receitas caseiras para fazer bombas ou de drogas. Onde está o perigo? Existe um perigo quando um computador: em casa, a biblioteca, a casa de amigos e até mesmo na escola. Lembre-se que a Biblioteca Nacional Associação tem lutado contra o uso de anti-pornografia infantil durante anos. É muito provável que a sua biblioteca local ou o seu filho a escola permite que este tipo de pornografia destrutivo. Além disso, o perigo está em computadores, tanto para as crianças que procuram a quem eles não estão olhando. Por exemplo, uma criança pode encontrar material nocivo para digitar um endereço errado ou fazer uma pesquisa usando palavras como "brinquedo, menino, menina, cão, Britney Spears e outros como inocentes como eles. Além disso, os produtores de pornografia se tornaram os nomes de sites que contenham infantil marcas como Pokemon, Disney, Barbie, e outros. Como proteger os seus filhos • Reze para não ser capturado. • Não caia na armadilha de pensar que o seu filho irá necessariamente à Internet. O mais recente modelo de computador o seu filho não vai fazer um cientista. • Não confio em que eles vão fazer a coisa certa. Aplicar o seguinte contrato, que deve ser assinado pelos pais e seus filhos. Contrato para computadores • Só use o computador em um local público na minha casa, nunca na minha sala. • Nunca dê o meu nome, endereço ou número de telefone para ninguém sem a autorização dos meus pais. Também preencher o computador sondagens. • Nunca compre nada on-line sem a sua permissão. • Nunca contar com qualquer pessoa na Internet onde eu estou indo para falar ou estar na minha agenda. • Nunca vá para um bate-papo (chat), sem a autorização dos meus pais. Reconheço que há pessoas sobre estes sites que realmente não são crianças. • Só enviar IM (Instant Messaging) pessoas aprovadas pelos meus pais. • Nunca abra e-mails, se você não conhece o remetente. • Trate as pessoas como eu quero tratar-me: sem palavrões e ameaças. • Eu compreendo que os meus pais podem acompanhar o que eu faço no computador ou utilizar programas que filtrar a Internet. Eles fazem isso porque eles me amam e querem me proteger! • relatório irá imediatamente para meus pais quando vêem imagens negativas, pornografia ou violência em qualquer lugar na Internet, mensagens instantâneas, chat, correio electrónico, etc .. Se eu encontrar com um acidente violento ou pornográfico imagem, apagaré computador, e eu conto os meus pais o que aconteceu. • Não vêem a Internet mais de _____ horas semanais. • Não utilizar a Internet em casa ou na biblioteca meus amigos sem a autorização dos meus pais. • Estou ciente de que a Internet é um privilégio, não um direito, e eu entendo que posso perder o privilégio de violar qualquer um destes pontos

Seu casamento pode durar - Parte III

Por Noemi Vieira
Os desafios de construir uma vida a dois
SOS DO CASAMENTOSe depois de tentar tudo, a relação conjugal ainda estiver desencontrada, não desanime. Hoje, existem muitas formas de encontrar ajuda e resolver questões ligadas ao matrimônio.Do ponto de vista editorial, nunca se viu tantos livros que esmiúçam o tema exaustivamente. Em geral, são obras baseadas no conceito bíblico do casamento, aliadas ao conhecimento clínico da psicologia. Se o discurso literário não for suficiente, uma outra fonte de ajuda são as terapias de casais, o aconselhamento pastoral e as reuniões de grupos especializados na área.No Brasil, há dezenas de instituições que têm como objetivo dar suporte a pessoas que querem levar a união adiante. O Instituto Integração Família (Inif) é um exemplo. O grupo, formado por profissionais do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC), oferece atendimento a casais e famílias em clínica social. “Os casais em crise precisam de ajuda. Às vezes, o ideal é que os dois resolvam as crises sozinhos. Mas há casos em que as discussões se tornam muito repetitivas, e o casal não consegue romper o ciclo vicioso. Então, precisa-se de um mediador, terapeuta, conselheiro, pastor para ajudar o casal”, orienta o psiquiatra e coordenador do instituto, Fábio Damasceno.Além do trabalho direcionado, o Inif também oferece curso de especialização para profissionais da área de saúde que desejam trabalhar na área da família. Ainda há curso de psicoteologia para pastores e líderes que aconselham casais nas igrejas. “O curso oferece ferramentas de abordagem psicológica de casais com um enfoque bíblico”, acrescenta Damasceno. Os interessados podem entrar em contato pelo site do CPPC (www.cppc.org.br) ou ainda pelos telefones disponíveis na página.Um outro grupo com objetivos semelhantes, mas de alcance internacional, é o Casados para Sempre, que funciona como uma extensão do Marriage Ministries Internacional (MMI), criado nos Estados Unidos há 25 anos. O ministério está presente em 96 países e seu material já foi traduzido para mais de 30 idiomas. Um dos seus públicos-alvo é justamente atingir pessoas que contraíram matrimônio e pretendem continuar “casadas para sempre”, apesar dos contratempos inerentes ao relacionamento conjugal.Esse grupo também oferece um curso para noivos e namorados chamado “Noivos-ONE”, que tem o objetivo de orientar os jovens sobre a vida em “uma só carne”, como diz a Bíblia. Segundo o treinador de líderes, Sebastião Carvalho, o ideal seria a busca por esses grupos antes mesmo de ocorrer algum problema. “Não adianta querer colocar um cadeado somente depois de a casa ter sido assaltada. A melhor coisa é a prevenção. Aí, quando os tradicionais problemas que afetam a maioria dos casais baterem à porta, o casal resistirá com maior eficiência”, argumenta.Os noivos Diego e Fabiana já fazem parte dessa realidade. Ainda durante o período do namoro, eles procuraram ajuda e aconselhamento para o futuro casamento. “Fizemos o Aconselhamento Pré-matrimonial (APM) da AD em Cordovil (Rio de Janeiro), onde congregamos. Trata-se de uma espécie de entrevista com um pastor-psicólogo que conversa com os dois juntos e também separadamente. Nela, são abordados assuntos de toda espécie que irão influenciar na nossa união. Achamos que foi muito importante. Todos devem fazer”, aconselha o jovem casal. É claro que a convivência trará problemas inéditos. Mas a base teórica servirá de fundamento para encontrar as soluções, além de evitar algumas questões mais ordinárias.Os especialistas em família são unânimes em dizer que, apesar das dificuldades, vale a pena lutar pelo casamento. “Estou casado há 32 anos. A palavra divórcio não existe no meu vocabulário. Estou muito mais apaixonado hoje do que no dia em que me casei. Meu casamento é perfeito não porque eu não tenha problema, mas porque eu e minha esposa aprendemos a resolver os problemas sem culpar e agredir um ao outro”, testemunha Silmar Coelho.Para Josué Gonçalves, é possível, sim, mesmo no mundo de hoje, se manter casado para sempre, desde que o casal esteja disposto a praticar os princípios estabelecidos, sobretudo, pela Palavra de Deus. “Não existe outro caminho. A Bíblia é o mais completo manual sobre vida conjugal e familiar. No Sermão da Montanha, Jesus deixou os princípios fundamentais para se construir um projeto de vida a dois à prova de tempestade”, finaliza. DEZ PRINCÍPIOS PARA MANTER-SE CASADO PARA SEMPRE1. Reconhecer e deixar um espaço para as diferenças2. Entender o casamento como uma escola, onde os dois se matriculam para aprender a ser o que nunca foram3. Humildade para aceitar aprender sempre. Alguém disse: “O desejo de mudar é uma grande prova de amor”. Só os humildes se mantêm abertos para as mudanças necessárias4. Praticar a arte do diálogo construtivo.É impossível construir um relacionamento de qualidade quando o casal não pratica o diálogo. Todo casal deveria saber que, no processo de comunicação, o ponto-chave é ouvir de forma empática, ouvir com o coração o coração do outro5. Tratar com dignidade a família de origem do outro. Lembre-se, respeito gera respeito6. Cultivar o amor, não deixando o romantismo acabar e renovando a paixão sistematicamente7. Praticar a fidelidade8. Separar tempo um para o outro9. Dividir responsabilidades e cumpri-las com maestria10. Reaprender a se apaixonar

Seu casamento pode durar - Parte II

Por Noemi Vieira
Os desafios de construir uma vida a dois
O GARGALO DO DIVÓRCIOMas, apesar de tantos adeptos do casamento, nem tudo são flores. A vontade de ficar ao lado de quem se ama parece transpor todas as barreiras no início da união. No entanto, a realidade dos matrimônios no Brasil não tem sido tão florida assim. Desde que o divórcio foi instituído no país, há exatamente 30 anos, a prática da separação tem sido o principal recurso para “resolver” os problemas de relacionamento conjugal. No início, vêm os votos, o amor, a paixão, o sexo... Depois, as responsabilidades, incompatibilidades, a questão financeira e, por fim, a separação acaba minando o sonho branco de muitos casais.O percentual de divórcios ainda é maior do que o número das uniões no país. O número de separações judiciais cresceu 1,4% no Brasil em 2006, em relação ao ano anterior. Já o número de divórcios aumentou 7,7% no mesmo período. Ou seja, as pessoas continuam se casando, mas o ideal de “até que a morte os separe” não é mais alcançado. Parafraseando o poeta Vinicius de Moraes, em seu famoso “Soneto da Fidelidade”, o que vale na sociedade atual é a intensidade, não a longevidade da relação.A pesquisa ainda revelou que é crescente a proporção de casamentos entre indivíduos divorciados com cônjuges solteiros. O percentual de homens divorciados que casaram com mulheres solteiras passou de 4,2% do total de casamentos realizados no país em 1996, para 6,5% em 2006. Também houve aumento do percentual de casamentos entre cônjuges divorciados: de 0,9% em 1996 para 2,2% em 2006.Mais uma vez, os dados mostram que o casamento continua sendo perseguido mesmo entre aqueles que já viveram uma decepção conjugal. “As pessoas estão descobrindo que é impossível ser feliz sozinho. Daí a procura por valores que sempre deram certo. Aquilo que era ultrapassado está se tornando moda outra vez”, explica o pastor Silmar Coelho, casado há 31 anos e pai de quatro filhos, doutor em Teologia e Liderança pela Universidade Oral Roberts, nos Estados Unidos.Apesar dos esforços, é consenso que o grande desafio dos casamentos atuais não está na união em si, mas na longevidade das relações. O IBGE constatou que o tempo médio de vida conjugal dos casais no Brasil é de 12 anos, e a maioria se separa quando está na casa dos dois anos de relacionamento. “Infelizmente, está havendo uma banalização do casamento como instituição divina, e isso é prejudicial para a sociedade”, acredita o pastor e terapeuta familiar Josué Gonçalves, do Ministério Família e Graça. Ele acrescenta que o problema crucial do casamento nos tempos modernos está na falta de tempo com qualidade e no “amor sacrificial”.Segundo Gonçalves, grande parte das pessoas se casa sem nenhum preparo para viver a vida como Deus planejou para ser vivida. “Hoje, a ênfase é naquilo que é descartável, inclusive quando se trata de relacionamento. Não há profundidade no compromisso entre as pessoas.A maioria se casa sem ter a mínima noção do que significa uma ‘aliança’, ‘um pacto’. Pergunte para alguns casais de noivos por que eles estão se casando e não se assuste com as respostas. Pergunte para esses casais se eles sabem o que é uma ‘aliança’”, afirma.AUTOCONHECIMENTONo dia-a-dia dos matrimônios, o que se verifica é que as crises giram em torno de palavras-chave como dinheiro, comunicação, filhos, sexo, responsabilidades, embora não exista uma única fórmula que resolva todos esses problemas conjugais. Mas, antes mesmo de se casar, é preciso entender sobre si mesmo.“A gente precisa entender qual é a raiz dos problemas. Muitas vezes, as pessoas estão casadas com o passado. Elas não se conhecem, não se entendem, não sabem qual expectativa têm com relação ao outro e cobram do outro algo que nem mesmo sabem o que é”, explica a terapeuta de casais Elizabeth Pimentel.As questões de ordem financeira geram igualmente muitos contratempos no casamento, principalmente numa sociedade em que as mulheres também levam o sustento para casa. O dinheiro sempre foi a “causa” do sucesso ou do fracasso de muitos relacionamentos. No entanto, as dicas para enfrentar essa questão são bem razoáveis. O primeiro conselho segue a linha do bom senso. Josué Gonçalves aconselha: “É vital para o matrimônio que o homem e a mulher saibam ganhar e administrar o dinheiro. O equilíbrio financeiro contribui para o bem-estar do casal”.Dependendo do caso, a divisão das rendas pode gerar contenda entre marido e mulher na distribuição dos pagamentos. Logo, a dica é que os dois façam um só caixa no fim do mês para pagar todas as despesas. “Não dá para dizer ‘meu dinheiro e sua dívida’, e, sim, ‘nosso dinheiro e nossa dívida’. O acordo tem de fazer parte de todas as decisões e aquisições do casal. Separar o dinheiro é o início da separação do casamento”, sentencia o pastor Sebastião Carvalho, treinador de líderes do Ministério Casados para Sempre, instituição que atua no aconselhamento para a família em 96 países há 25 anos.RESPEITO ÀS OPINIÕESA convivência a dois também pode encontrar travas pelo caminho. Nesses casos, o egocentrismo e a falta de diálogo são apontados como principais entraves na construção de uma boa relação. Muita gente se casa e continua com a cabeça da época de solteiro, quando tudo girava em torno dos seus interesses e, às vezes, a pessoa demora a se tornar um cônjuge. O conselho para quem vive esse impasse é aprender a dialogar com o outro e descobrir o que agrada o parceiro, “mesmo que isso signifique renunciar à sua própria vontade”, adverte Sebastião Carvalho.Um exemplo claro desse problema aconteceu com Helenir Vieira, 48 anos, no início do seu casamento com David Reis, 54. Romântica confessa, ela esperava receber mais carinho, embora David nunca tivesse apresentado esse lado igualmente romântico. Resultado: instalou-se a primeira crise do casal. “Quando casei, imaginava um mar de rosas. Sei que cada pessoa tem natureza diferente. Mas, na época, não pensava assim. Sou melosa, gosto de ficar abraçando, e queria que ele fosse assim também. Mas o David sempre foi muito calado. Isso me causou muito impacto. Muitas vezes, me revoltava e achava que ele não gostava de mim”, conta Helenir.Por outro lado, ele também tinha suas reclamações, principalmente quando se tratava de suas convicções, quase sempre ignoradas por ela. E David lembra: “No início, a vontade dela tinha de prevalecer o tempo todo. Ela acreditava que o seu ponto de vista era sempre o certo. Em contrapartida, minhas opiniões sempre estavam erradas. Quando ela percebeu que ambos podem pensar certo e errado, as coisas começaram a se desenvolver melhor”.A harmonia na relação só foi possível por meio de muito diálogo e da mudança de atitude em relação às divergências e particularidades de cada um. Ambos, ao seu modo, foram abrindo mão de algumas características – e adquirindo outras – para tornar a convivência possível e agradável. Mesmo depois de 30 anos, o conflito de idéias existe, mas o respeito mútuo trouxe equilíbrio e afinidade para o casal. “Hoje em dia, vivemos mil vezes melhor do que no início do casamento. Ele, inclusive, se tornou mais carinhoso, do jeito que eu queria.”Outro ponto nevrálgico da relação é, sem dúvida, a sexualidade. No bojo do casamento, uma série de responsabilidades e atividades pode sobrecarregar o casal. A correria diária, a chegada dos filhos ou o excesso de trabalho são alguns exemplos. No entanto, o importante é construir a sexualidade e não negligenciá-la. “O casal não pode abrir mão disso. Tem de conversar sobre o assunto. Não pode deixar que as situações tomem tanto espaço a ponto de esquecer o sexo. E deve ter tempo para namorar, para sair sozinho”, aconselha Elizabeth Pimentel.Continua...

Seu casamento pode durar - Parte I

Por Noemi Vieira
Os desafios de construir uma vida a dois
O programador Diego, 22 anos, e a jornalista Fabiana Almeida, 28, se casaram há um. Desde que começaram a namorar, o trato entre os dois era estruturar a vida profissional até o dia do casamento. Com a questão financeira resolvida para os dois, não havia mais motivos para adiar o sonho branco: o casal consolidou os votos no altar, diante da família e convidados, e efetivaram o chamado casamento de “papel passado”.O discurso parece retrógrado, mas Diego e Fabiana representam a realidade da maioria, e não o contrário. Estatísticas demonstram que o casamento ainda é a preferência dos brasileiros. Mesmo em tempos em que o sexo entre pessoas solteiras é cada vez comum, muita gente ainda faz questão da legalidade da união civil. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que o número de casamentos realizados no Brasil prosseguiu em franca expansão em 2006.A pesquisa contabilizou um total de 889.828 casamentos realizados no Brasil, número 6,5% maior do que o apurado no ano anterior. A constatação confirma uma tendência de crescimento nos índices de casamentos que vêm sendo registrados no país desde 2002.O mais curioso é que 85,2% do total de casamentos realizados ocorreram entre solteiros. Destes, 30% estão na faixa etária de 20 a 24 anos, no sexo feminino, e 25 a 29 entre os homens. Traduzindo os números: os jovens continuam se lançando de cabeça nesse modelo de família.Para Diego e Fabiana, o matrimônio não representa uma “instituição falida”, profetizada por muitos especialistas contemporâneos, mas, sim, a forma ideal de se constituir uma família. “É a instituição que Deus criou”, define a jovem. “E, antes de mais nada, não cremos que o casamento seja apenas uma assinatura de contrato de acordo com a lei dos homens. Mas uma união abençoada por Deus, que foi quem instituiu o casamento em Gênesis”, acrescenta o rapaz.Após trocarem as alianças, o casal terá outro desafio: multiplicar a família depois de alguns poucos anos de união. “Somos loucos para sermos pais. Planejo esperar uns três anos para curtirmos um pouco mais a vida a dois, embora o Diego peça para diminuirmos esse prazo”, revela Fabiana. Para Diego, o quadro de sua família está bem claro: “Casados, felizes, com dois filhos e aproveitando todas as bênçãos que Deus reservou para a nossa família”.RETRATO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRASEM ALTA85,2% do total de casamentos realizados em 2006 foram entre solteiros30% desses solteiros são jovens entre 20 a 29 anos27% dos casais estão juntos há mais de dez anos e menos de vinteO número de casamentos cresceu 6,5% em 2006, comparado ao ano anteriorEM BAIXAO número de separações judiciais cresceu 1,4% no Brasil em 2006 em relação ao ano anterior. O número de divórcios aumentou 7,7% no mesmo períodoO porcentual de homens divorciados que casaram com mulheres solteiras passou de 4,2% do total de casamentos realizados no país em 1996, para 6,5% em 2006O índice de casamentos entre cônjuges divorciados cresceu de 0,9% em 1996 para 2,2% em 2006Fonte: IBGEContinua...

Como manter o filho na igreja - Parte II

A ordem de Deus é imutável, mas está cada vez mais difícil 'ensinar o Caminho'
Equipe de Jornalismo
Noemi Vieira – Revista Enfoque Gospel PARTE IIDIÁLOGO É FUNDAMENTAL A experiência de Gerson e Aline também mostrou que o diálogo franco e honesto, desde criança, estabelece um vínculo saudável entre pais e filhos. No entanto, muitos resistem à idéia da conversa aberta com medo de perder controle e autoridade. “Não gostamos de ser questionados por filhos e nem que eles apontem nossos erros. Mas eles precisam compartilhar conosco suas experiências, problemas, expectativas, anseios, medos, frustrações, decepções, segredos, alegrias, etc.”, explicou o pedagogo e escritor Marcos Tuler, chefe do Setor de Educação Cristã da Editora Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD).Outro ponto relevante nessa caminhada de ensino aos filhos é a imposição – ou indiferença dos pais em relação ao pensamento dos filhos –, que pode causar um sentimento de distanciamento e descrédito. É preciso, antes de tudo, respeitar o que os filhos pensam.Esse é o princípio do livre arbítrio. O pastor Josué Gonçalves, escritor especializado na área de família, mostra que o diálogo produtivo entre pais e filhos, no que se refere ao Evangelho, ocorre quando os pais respeitam o direito dos filhos de escolher. Ele afirmou que pais podem convencer o filho com a verdade, se esta verdade não for imposta.Mas a etapa mais difícil de criar os filhos deságua na tão discutida adolescência. É nessa fase, ressaltou Marcos Tuler, que os filhos têm muitos conflitos emocionais, são inseguros e inconstantes. “E porestarem passando pelo período de maior abstração e reflexão dos conhecimentos recebidos, são facilmente influenciados pelas filosofias anticristãs.” É também o que confirma a experiência do pastor Edílson Lopes e sua esposa Regina Sartori, da Assembléia de Deus, em Arenápolis (MT), que são pais de três filhos: João Ricardo (18 anos), Keren (16) e Filipe (19). Todos atingiram a fase da adolescência quase simultaneamente. Segundo Lopes, conseguir mantêlos na igreja foi uma tarefa difícil, mesmo com sua vocação pastoral.É também na fase da adolescência que o exemplo dos pais em relação à prática da fé cristã é colocado à prova. Para a jovem Keren Sartori, a conduta dos pais foi de fundamental importância para que ela continuasse nesse caminho quando se sentiu frágil. “Foi difícil passar pela cobrança da igreja, mas minha mãe e meu pai sempre conseguiram me mostrar o que é ser crente. É muito além de ir à igreja. E isso me ajuda a permanecer na fé e a querer me parecer com eles”, reconheceu. Ou seja, os atos precisam condizer com o discurso dentro de casa. “Se os pais estão convictos de sua fé, os filhos se sentem seguros e desejam acompanhá-los em suas escolhas e decisões.Continua...

Como manter o filho na igreja = Parte I

A ordem de Deus é imutável, mas está cada vez mais difícil 'ensinar o Caminho'
Equipe de Jornalismo
Noemi Vieira – Revista Enfoque Gospel PARTE I Desde os primórdios da humanidade, a família tem sido a base principal da sociedade. Os costumes, os comportamentos e até mesmo os cenários se modificam com o passar dos séculos. Mas o papel que a família exerce permanece essencial. É desse pequeno núcleo que vem a formação de caráter de uma pessoa e até mesmo de sua personalidade. E, nesse contexto, é preciso destacar a importância da educação religiosa dentro de muitas casas, especialmente, nos lares evangélicos.O assunto adquire grande destaque. Até porque, biblicamente falando, existe uma responsabilidade dada aos pais sobre a continuidade dos valores cristãos dentro de casa, conforme o trecho em Provérbios: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele”. Neste tempo, a missão de educar um filho segundo os princípios cristãos e fazê-lo permanecer na fé depois de adulto continua valendo, embora essa tarefa seja cada dia mais complexa. Influências diversas dos meios de comunicação, das escolas, da internet, etc., podem provocar desvios de comportamento, gerando mudanças de interesse e de atitudes. Nesse sentido, é fundamental descobrir a resposta para uma questão: qual o método mais eficaz para criar os filhos dentro da igreja?A INFÂNCIA Não há uma regra única e infalível para responder à pergunta, mas psicólogos, educadores, pais e pastores concordam em, pelo menos, um ponto: tudo começa na infância. “Até os 7 anos, a criança está em formação da sua personalidade. A criança pequena é como uma esponja, pois absorve tudo o que lhe é ensinado. O que aprende nessa fase, vai levar para o resto da vida. Quanto mais cedo conviver com a idéia de Deus, certamente isso será apreendido de forma mais profunda”, explicou a psicóloga Elizabeth Pimentel, autora do livro “O poder da palavra dos pais” (Hagnos).O casal Gerson e Aline Daminelli, membros da Igreja Batista e pais de Camila (18 anos), Priscila (16) e Isabela (7), é exemplo de como a educação religiosa durante a infância pode ser eficaz. Ambos são “frutos de lar cristão” e, assim como aprenderam com os pais, começaram a educar suas filhas no cristianismo desde cedo. “Num primeiro momento, a gente sempre as levava, incentivava e acompanhava à igreja. Quando elas emburravam, a gente obrigava, sempre mostrando a elas o prazer de ir à Casa do Senhor”, afirmou Aline.É claro que esse processo não aconteceu automaticamente. Uma das estratégias para conseguir manter a família unida numa mesma fé foi, segundo o casal, a confiança estabelecida com as filhas. “Nossa relação com as meninas é de extrema confiança. E isso é coisa que se conquista. Você vai acompanhando, educando, participando, ouvindo e deixando com elas a tomada de decisão em relação às questões da vida.” Gerson também diz que a imposição não é usada, mas, sim, o aconselhamento.Continua...