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OS PRINCIPADOS E POTESTADES... E A MENTE DE PAULO

OS PRINCIPADOS E POTESTADES... E A MENTE DE PAULO





O que, em suma, Paulo diz sobre a questão?



Paulo estava bem certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades tivessem ainda poder sobre nós.



Tais “estados” de poder espiritual jamais teriam o poder de se interpor na nossa relação com a Graça de Deus.



Ele diz isto embora lembrasse que em outros tempos, todos nós, andávamos segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência...



Mas esse tempo acabou.

Está Consumado!



Paulo sabia também que, embora não mais sob tais poderes, mas continuamos tendo que lidar com essas forças no nosso dia a dia, pois a nossa batalha não é contra as expressões do poder humano e suas materialidades...mas sim contra os principados, contra as potestades, contra as forças do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.



Paulo olha esses poderes como forças rebeladas contra Deus ou como “camadas de resistência” ao entendimento humano da verdade.



Mas não dá a eles nenhum poder autônomo. Afinal, essas forças, estados, poderes e ordens espirituais, foram criadas como todas as demais coisas nos céus e na terra.



Esses poderes são feitos de outra forma de energia—aos nossos sentidos, são invisíveis—, porém fazem parte da criação, como qualquer outra criatura ou ente, tanto no mundo das coisas visíveis como na dimensão das coisas invisíveis—sejam tronos, sejam soberanias, sejam principados, sejam potestades.



Sim! tudo foi criado por Jesus e para Jesus!



E de onde vem o poder deles sobre os seres humanos?



Paulo nos diz que o poder dos principados e potestades espirituais alimenta-se da produção dos humanos, à semelhança da figura da serpente, que se “alimenta do pó da terra”; ou seja: da produção dos humanos...



E a maior produção humana que serve os melhores banquetes a tais poderes, é a culpa.



Eles se alimentam das produções da culpa que se transforma em pecado, transgressão, instituição, cultura e religião—sobretudo, eles alimentam-se “do escrito de dívidas” que a Lei representava.



Para nos livrar da força desses poderes, Jesus “rasgou o escrito de dívidas que havia contra nós, e que nos era prejudicial” e, assim, despojou os principados e as potestades...e os exibiu publicamente ao desprezo...triunfando sobre eles Cruz.



A Graça seca o poder desses bichos invisíveis!



Paulo, no entanto, diz que os principados e potestades aprendem a sabedoria de Deus com a igreja.



É!!! Eles aprendem, por incrível que pareça...

É isto mesmo que Paulo diz...

Pasmem...mas é verdade.



Na visão do apóstolo é a multiforme graça e sabedoria de Deus experimentados pela igreja como vida liberta pela Graça de Jesus, aquilo que deixa os poderes espirituais em estado de perplexidade!



O contexto no qual ele faz essa afirmação é de total importância para a nossa compreensão do significado desse aprendizado dos poderes invisíveis ante a manifestação das variadas expressões da Graça de Deus sobre a igreja.



Ele diz que essa é a razão dele, Paulo, ser o prisioneiro de Cristo Jesus por amor dos pagãos...



E prossegue afirmando com outras palavras, mas que não significam nada diferente do que aqui faço síntese, pois ele diz em essência o seguinte:



Se é que vocês têm ouvido acerca da dispensação da graça de Deus em mim e em favor de vocês, que não são Judeus.



Tudo recebi como revelação!



Assim me foi manifestado o mistério, conforme em poucas palavras escrevi a vocês.



Meu desejo é que quando vocês lerem...possam perceber a minha compreensão do mistério de Cristo.



O fato é que por muitas gerações esse mistério esteve oculto dos humanos, mas agora o Espírito Santo revelou essas coisas aos apóstolos e profetas do Evangelho de Jesus.



E que mistério é esse?



Ora, a revelação é simples, mas faz toda a diferença. Ou seja, o mistério que Deus nos revelou é que os povos de todas as culturas da Terra—mesmo os mais distantes dos costumes dos judeus—, são agora, por causa do que Jesus fez por nós, co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa da salvação, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.



Aliás, essa é a causa de minha vida.



É por ela que me esforço.



Meu chamado é dizer ao mundo inteiro que a Porta está aberta para todos.

Dessa Boa Nova eu fui feito ministro, segundo o dom da graça de Deus que me foi dada...conforme a operação do poder de Deus em mim.



Imaginem só a ironia.

Isso tudo foi revelado a mim...



Com tanta gente mais qualificada...ou há mais tempo sabendo de Jesus...mas foi a mim que Deus decidiu revelar essas coisas com toda clareza.



Logo eu...logo a mim...o menor de todos os santos me foi dada esta graça de anunciar ao mundo inteiro as riquezas inescrutáveis de Cristo.



O tamanho desse privilégio é inominável.



Afinal, isto esteve oculto aos olhos de muita gente boa por séculos e séculos, mas Deus, livremente e por razões só Dele, decidiu me escolher a fim de demonstrar a todos qual seja a aplicação do mistério que desde todos os séculos esteve oculto em Deus, que tudo e todos criou.



E entre os mistérios dessa revelação que salva o mundo, há uma a mais:



Deus quer que esse mistério da Graça, que ninguém conheceu antes, seja agora também conhecido pelos principados e potestades, por meio da igreja...e, assim, aos principados e potestades nas regiões celestes, aprendam a sabedoria de Deus.



Quando Jesus rasgou os escrito de dívidas de todos os homens, os principados e potestades ficaram “sem chão”. Agora o poder deles depende de que os homens ou não saibam ou não creiam que já não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.


Uma vez que os homens e mulheres creiam nisto...esses poderes perdem a força...pois vivem e se alimentam da culpa humana que nasce da certeza de dívida gerada pelas acusações da Lei.



Sabendo disto, Paulo ora a Deus em favor de todos nós, que não somos judeus e não somos da descendência genética de Abraão, para que entendamos que agora todas essas genealogias perderam o valor.

O que vale agora é ter o coração cheio de fé na Graça de Deus.



Esta é a oração do apóstolo:



Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, vocês sejam robustecidos com poder, pelo seu Espírito, no homem interior.



E oro também pedindo que Cristo habite nos corações de vocês pela fé. Só assim, vocês ficaram plantados, arraigados e fundados em amor. Pois sem isto, vocês jamais vão compreender qual é a largura, o comprimento, a altura, e a profundidade do mistério que a todos inclui... nessa grande salvação.



E mais que isto: eu oro para que vocês possam conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento.



Ora, eu sei que se isto acontecer... vocês serão tomados de toda a plenitude de Deus.



O apóstolo olha para essa tão grande Graça de Deus revelada a todos os homens, e se enche de amor extasiado. Então, mais uma vez se derrama louvor e exclama:



Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse seja glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém.



Desse modo, Paulo espera que a igreja cumpra o propósito de embasbacar o mundo espiritual, não pelas conquistas terrenas—o diabo não se impressiona nem com governador, nem com senador, nem com deputado, nem com ministro federal e nem com a força terrena dos cristãos!



Os principados e potestades impressionam-se é com a compreensão da Graça de Deus pelos que têm fé em Jesus e também pela nossa capacidade de expressarmos o aplicativo da Graça em todos os possíveis contextos humanos e históricos.



Paulo diz que os principados e potestades se assustam quando uma nova versão e face da Graça de Deus se manifesta aos homens...e eles, os humanos, a aceitam, acolhem, praticam e expressam na forma de amor, misericórdia e justiça graciosa.



Essa é a vitória que vence o mundo—disse João.



Mas ninguém explicou melhor do que Paulo!





Caio

OS PRINCIPADOS E POTESTADES... E A MENTE DE PAULO

O que, em suma, Paulo diz sobre a questão?

Paulo estava bem certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades tivessem ainda poder sobre nós.

Tais “estados” de poder espiritual jamais teriam o poder de se interpor na nossa relação com a Graça de Deus.

Ele diz isto embora lembrasse que em outros tempos, todos nós, andávamos segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência...

Mas esse tempo acabou.
Está Consumado!

Paulo sabia também que, embora não mais sob tais poderes, mas continuamos tendo que lidar com essas forças no nosso dia a dia, pois a nossa batalha não é contra as expressões do poder humano e suas materialidades...mas sim contra os principados, contra as potestades, contra as forças do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.

Paulo olha esses poderes como forças rebeladas contra Deus ou como “camadas de resistência” ao entendimento humano da verdade.

Mas não dá a eles nenhum poder autônomo. Afinal, essas forças, estados, poderes e ordens espirituais, foram criadas como todas as demais coisas nos céus e na terra.

Esses poderes são feitos de outra forma de energia—aos nossos sentidos, são invisíveis—, porém fazem parte da criação, como qualquer outra criatura ou ente, tanto no mundo das coisas visíveis como na dimensão das coisas invisíveis—sejam tronos, sejam soberanias, sejam principados, sejam potestades.

Sim! tudo foi criado por Jesus e para Jesus!

E de onde vem o poder deles sobre os seres humanos?

Paulo nos diz que o poder dos principados e potestades espirituais alimenta-se da produção dos humanos, à semelhança da figura da serpente, que se “alimenta do pó da terra”; ou seja: da produção dos humanos...

E a maior produção humana que serve os melhores banquetes a tais poderes, é a culpa.

Eles se alimentam das produções da culpa que se transforma em pecado, transgressão, instituição, cultura e religião—sobretudo, eles alimentam-se “do escrito de dívidas” que a Lei representava.

Para nos livrar da força desses poderes, Jesus “rasgou o escrito de dívidas que havia contra nós, e que nos era prejudicial” e, assim, despojou os principados e as potestades...e os exibiu publicamente ao desprezo...triunfando sobre eles Cruz.

A Graça seca o poder desses bichos invisíveis!

Paulo, no entanto, diz que os principados e potestades aprendem a sabedoria de Deus com a igreja.

É!!! Eles aprendem, por incrível que pareça...
É isto mesmo que Paulo diz...
Pasmem...mas é verdade.

Na visão do apóstolo é a multiforme graça e sabedoria de Deus experimentados pela igreja como vida liberta pela Graça de Jesus, aquilo que deixa os poderes espirituais em estado de perplexidade!

O contexto no qual ele faz essa afirmação é de total importância para a nossa compreensão do significado desse aprendizado dos poderes invisíveis ante a manifestação das variadas expressões da Graça de Deus sobre a igreja.

Ele diz que essa é a razão dele, Paulo, ser o prisioneiro de Cristo Jesus por amor dos pagãos...

E prossegue afirmando com outras palavras, mas que não significam nada diferente do que aqui faço síntese, pois ele diz em essência o seguinte:

Se é que vocês têm ouvido acerca da dispensação da graça de Deus em mim e em favor de vocês, que não são Judeus.

Tudo recebi como revelação!

Assim me foi manifestado o mistério, conforme em poucas palavras escrevi a vocês.

Meu desejo é que quando vocês lerem...possam perceber a minha compreensão do mistério de Cristo.

O fato é que por muitas gerações esse mistério esteve oculto dos humanos, mas agora o Espírito Santo revelou essas coisas aos apóstolos e profetas do Evangelho de Jesus.

E que mistério é esse?

Ora, a revelação é simples, mas faz toda a diferença. Ou seja, o mistério que Deus nos revelou é que os povos de todas as culturas da Terra—mesmo os mais distantes dos costumes dos judeus—, são agora, por causa do que Jesus fez por nós, co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa da salvação, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.

Aliás, essa é a causa de minha vida.

É por ela que me esforço.

Meu chamado é dizer ao mundo inteiro que a Porta está aberta para todos.
Dessa Boa Nova eu fui feito ministro, segundo o dom da graça de Deus que me foi dada...conforme a operação do poder de Deus em mim.

Imaginem só a ironia.
Isso tudo foi revelado a mim...

Com tanta gente mais qualificada...ou há mais tempo sabendo de Jesus...mas foi a mim que Deus decidiu revelar essas coisas com toda clareza.

Logo eu...logo a mim...o menor de todos os santos me foi dada esta graça de anunciar ao mundo inteiro as riquezas inescrutáveis de Cristo.

O tamanho desse privilégio é inominável.

Afinal, isto esteve oculto aos olhos de muita gente boa por séculos e séculos, mas Deus, livremente e por razões só Dele, decidiu me escolher a fim de demonstrar a todos qual seja a aplicação do mistério que desde todos os séculos esteve oculto em Deus, que tudo e todos criou.

E entre os mistérios dessa revelação que salva o mundo, há uma a mais:

Deus quer que esse mistério da Graça, que ninguém conheceu antes, seja agora também conhecido pelos principados e potestades, por meio da igreja...e, assim, aos principados e potestades nas regiões celestes, aprendam a sabedoria de Deus.

Quando Jesus rasgou os escrito de dívidas de todos os homens, os principados e potestades ficaram “sem chão”. Agora o poder deles depende de que os homens ou não saibam ou não creiam que já não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.
Uma vez que os homens e mulheres creiam nisto...esses poderes perdem a força...pois vivem e se alimentam da culpa humana que nasce da certeza de dívida gerada pelas acusações da Lei.

Sabendo disto, Paulo ora a Deus em favor de todos nós, que não somos judeus e não somos da descendência genética de Abraão, para que entendamos que agora todas essas genealogias perderam o valor.
O que vale agora é ter o coração cheio de fé na Graça de Deus.

Esta é a oração do apóstolo:

Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, vocês sejam robustecidos com poder, pelo seu Espírito, no homem interior.

E oro também pedindo que Cristo habite nos corações de vocês pela fé. Só assim, vocês ficaram plantados, arraigados e fundados em amor. Pois sem isto, vocês jamais vão compreender qual é a largura, o comprimento, a altura, e a profundidade do mistério que a todos inclui... nessa grande salvação.

E mais que isto: eu oro para que vocês possam conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento.

Ora, eu sei que se isto acontecer... vocês serão tomados de toda a plenitude de Deus.

O apóstolo olha para essa tão grande Graça de Deus revelada a todos os homens, e se enche de amor extasiado. Então, mais uma vez se derrama louvor e exclama:

Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse seja glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém.

Desse modo, Paulo espera que a igreja cumpra o propósito de embasbacar o mundo espiritual, não pelas conquistas terrenas—o diabo não se impressiona nem com governador, nem com senador, nem com deputado, nem com ministro federal e nem com a força terrena dos cristãos!

Os principados e potestades impressionam-se é com a compreensão da Graça de Deus pelos que têm fé em Jesus e também pela nossa capacidade de expressarmos o aplicativo da Graça em todos os possíveis contextos humanos e históricos.

Paulo diz que os principados e potestades se assustam quando uma nova versão e face da Graça de Deus se manifesta aos homens...e eles, os humanos, a aceitam, acolhem, praticam e expressam na forma de amor, misericórdia e justiça graciosa.

Essa é a vitória que vence o mundo—disse João.

Mas ninguém explicou melhor do que Paulo!


Caio

A INTERNET COMO CONFESSIONÁRIO ATÉ NA MENTIRA…

A Internet, apesar de todas as mentiras, perfis falsos, conversa fiada, fantasia, engano, auto-engano, fabulas, invenções, etc... — é também um lugar de muita verdade...
Sim, verdade até nas mentiras...
Posto que até quando se mente na Internet..., o conteúdo da mentira revela sempre o conteúdo do coração do mentiroso; assim como o “perfil falso” conta a história secreta da fantasia do “perfilado”...; assim como também o “juízo precipitado” narra a fantasia do perplexo que se admira que aquilo ainda não tenha acontecido a ele... Ou, então, a Internet expressa as duvidas dos duvidosos sobre si mesmos, e não sobre os outros...
O que as pessoas precisam saber é que um instrumento de mídia como a Internet é, sobretudo, no caso de conteúdos, um confessionário universal, pois, quando se fala a verdade é bom; e quando se mente, ainda assim a pessoa se revela para quem entende, posto que em toda mentira haja a confissão da verdade como negação ou ocultamento...
Assim, todo mentiroso Internetiano está sempre se confessando, pelo menos para mim, em tudo aquilo que afirma como mentira...
Ou seja: a mentira dele é a verdade...
Nesse caso, basta não prestar atenção na mentira, mas nas construções do mentiroso...
Portanto, no meu caso, que vivo lendo cartas de pessoas ou ouvindo-as..., sempre que detecto a mentira, vejo também a verdade; pois, para cada mentira contada existe um interesse que fala qual seja a vontade do mentiroso...
Assim, quando me falam a verdade na Internet, louvo a verdade; e quando me mentem, louvo a Deus pelo discernimento tanto da mentira quanto da verdade ocultada pela bandeira da mentira...
O fato é que a cada dia tudo mais se arreganha na Internet; isto para quem aprende a ler as linhas...
Pense... Pense em você... Pense no que você pensa... Pense no que você diz... Releia o que você escreve, decreta e declara na Internet...
Leia a si mesmo e você se entenderá bastante...
Sim, desde que o faça na verdade...
Mas quem gosta e quer a verdade?...

Nele, neste tempo de Internet,


Caio
19 de setembro

AOS QUE QUEREM ENSINAR A PALAVRA…

De quem é a responsabilidade pelo erro coletivo entre os que confessam o Nome?...

É claro que o povo é responsável também, mas, na Bíblia, a maior responsabilidade é de quem não é povo, como o rei, o sacerdote ou o falso profeta...

Na Bíblia os verdadeiros profetas não poupam o povo, mas o tratam como um menino tolo e enganável...

Oséias diz que assim como é o povo é o profeta, e assim como é o profeta é o povo...

No entanto, é o profeta que diz: “Eu tenho a Palavra do Senhor!...” — o povo apenas diz: “Conta-nos então...”; e, frequentemente, ouve sem saber discernir a mão direita da esquerda...

Por isto o povo sofre... Sim, em razão de seus profetas vendidos, sacerdotes gordos de conforto e reis corruptos e luxurientos...

Nos evangelhos vemos o amor e a compaixão de Jesus pela gente do povo, chamando-os de ovelhas sem pastor...

Assim Ele diz que quem sabia pouco e errou conforme o que sabia, esse levará “poucos açoites”, mas o que sabia muito e não curou os seus próprios caminhos, antes deliberadamente continuou em seu erro, esse levará “muitos açoites”...

As piores advertências do Novo Testamento são feitas a quem diz que sabe..., a quem diz que vê..., a quem diz que conhece e propõe que outros façam conforme ele diz saber...

As únicas vezes que Paulo menciona nomes negativamente nas suas cartas, todas elas têm a ver com aqueles que diziam que sabiam, mas ensinavam o erro...

O mesmo se pode dizer de Pedro. Suas duas cartas lidam com os que diziam que sabiam e ensinavam errado...

Judas, o irmão do Senhor, também dedica a sua cartinha aos que diziam que sabiam e ensinavam, e, por isto, corrompiam o povo pelo engano de seus ensinamentos...

As duas últimas cartas de João se referem também aos que impediam o povo de ter acesso ao que era bom e verdadeiro...

Por último, à exceção da Carta à Igreja em Filadélfia, todas as cartas às Igrejas do Apocalipse, são textos de advertência ao “anjo”, ao mensageiro; e, além dele, aos que no grupo diziam que sabiam, e, portanto, ensinavam errado e corrompiam...

Tiago diz:

“Não nos esqueçamos irmãos que aqueles que dizem que são mestres, esses receberem muito maior juízo!”

O que pode qualificar então alguém para anunciar o que sabe?

Primeiro: saiba apenas o que está revelado... Todos os problemas acima mencionados com Paulo, Pedro, Judas, Tiago, João e outros, sempre se vincularam ao que os “mestres traziam como novidades”...

Segundo: ensine somente aquilo que você sabe que Jesus ensinou e que os apóstolos ensinaram; portanto, não invente...

Terceiro: veja quais são as implicações de suas opiniões em relação ao que já esteja revelado... Não tenha opinião que se choque com a revelação, nem ao menos de resvalo...

Quarto: creia que você se torna responsável pela mentira, pelo engano, pelo distorcimento, pela perda de rumo que seu ensino sugerir...

Quinto: saiba que sua falta de fé não deve ser sua mensagem, pois, por ela você será cobrado...

Sexto: por mais cheio de conhecimento que você seja..., ainda assim não pregue se você apenas souber sem fé... Não anuncie nada sem fé... Nem mesmo um grande conhecimento!...

Sétimo: saiba que aquele que ensina fabrica idéias e pensamentos... Portanto, veja o que você semeia na mente das pessoas... No fim você será cobrado por todas as sementes hibridas que plantou ou por todas as sementes que você anunciou como sendo de uma qualidade... , quando, de fato, eram de outra...

Leva tempo até que a Palavra seja decantada em nós...

Por isto se diz que o “neófito”, ou “recém”, o “novinho”, “o jovem imaturo”, ou o “homem empolgado”..., não devem sair pregando; antes, precisam dar tempo ao tempo, e ver que qualidade de fruto será produzido em sua própria existência...

E mais:

Se em sua casa, com os seus, você não frutifica o Evangelho, por que haveria você se pregar a outros... se você não faz o Evangelho mostrado em silencio pela sua própria vida?...

A seara é grande e os trabalhadores são poucos... Mas Jesus não mandou treinar e nem recrutar...

Não! Ele disse que se deveria pedir ao Senhor da seara para que Ele mesmo mandasse trabalhadores para a Sua seara!

Assim, melhor do que uma multidão de pastores que não sabem discernir entre a mãe direita e a esquerda... — é se ter apenas uns poucos pastores maduros, mas que façam tudo com amor e certeza em fé.

Não se apresse em levantar-se para pregar!...

Deixe que a Palavra levante você!

Quanto ao mais, apenas compartilhe o que seja o amor de Deus em você, mas não se apresse em ensinar...

Pense nisso!...



Nele,



Caio

QUANDO A VAIDADE, A AMARGURA E A PLATÉIA ENLOUQUECEM ATÉ GENTE COM POTENCIAL PARA O BEM...

QUANDO A VAIDADE, A AMARGURA E A PLATÉIA ENLOUQUECEM ATÉ GENTE COM POTENCIAL PARA O BEM...
Minha mulher estava lendo uma revista evangélica que me é enviada e o fazia em estado de perplexidade ante o artigo de uma pessoa considerada séria, e que dizia que apesar de o Neo-Pentecostalismo ser a expressão mais completa da total ausência do Evangelho, todavia, dizia ela, tem-se de admitir que tais movimentos têm promovido, com suas teologias de sucesso e prosperidades, um espírito de ascensão social, o qual, é inegavelmente positivo, segundo ela; para depois concluir que quem se opõe a tais coisas, sejam pessoa criticas, negativas e sem Graça e Misericórdia.
Então Adriana me leu o texto da revista...
Ao concluir disse mais ou menos o seguinte [com palavras e modos dela, que não são fáceis para mim o reproduzir com exatidão]:
"Mas esta pessoa aqui não é séria?... Como ela pode estar tão vendida assim?... O que ela está fazendo é um desserviço ao Evangelho... Ela está jogando pra platéia... Está corrompendo a consciência dos frágeis... Ou não entendeu o Evangelho ou está em engano..."
Achei patético também... Deu-me pena...; mas depois muita compaixão.
O que a pessoa dizia era que se o fator sócio-econômico mostrar indicadores de ascensão social, então, mesmo que seja algo feito em nome de Jesus, mas que seja a própria antítese do Evangelho, pelo fenômeno do estimulo e resultado de sucesso no mercado [...]; sim, por tais realizações o anti-evangelho estaria justificado [...]; enquanto os que acusam tais coisas de serem os piores inimigos da Cruz de Cristo justamente por falarem em nome de Jesus aquilo de Jesus nada tem, são vistos como os negativos e sem Graça de Deus na vida.
O que a pessoa de fato dizia, simplificando, é que o critério mundano de ascensão sócio-econômico, tem supremacia em importância sobre o Evangelho; e, com isto, afirma também que o eixo de seu amor mudou da eternidade para o mundo, para o mercado, para Babilônia, em sutil abandono do amor pela Nova Jerusalém; ou seja: deixou de dizer seja feita a Tua vontade assim na Terra como no céu; e passou a dizer: Que o padrão da Nova Zelândia e do 1º mundo nos alcancem a qualquer preço, ainda que seja pela via de um estelionato para com Jesus e o Evangelho.
Ou seja: aquilo que é importante diante dos homens e que Jesus disse que é abominação diante de Deus, para ela passou a ser o critério superior para determinar se algo é positivo ou negativo, sem entender que a inversão de tal valor corrompe o ser, arranca toda esperança da glória de Deus do coração, e, literalmente [...] enterra a pessoa no pó da terra; e, sem que ela note, tal hiper-valorização dos fenômenos terrenos, acabam por expulsar os últimos resíduos de esperança do coração...
Um dia a pessoa acorda e já não é...
E mais ainda sobre o artigo da revista cristã:...tudo o que a pessoa dizia era em nome do Cristianismo, e nunca em nome de Jesus; sim, nunca em nome do Evangelho; e por uma razão: lá no fundo ela sabe que é impossível.
A gente pode nascer filho de Deus, e, de repente, sem sentir, virar neto do 13º Apóstolo, o Pai do Cristianismo, o Vovô Imperador Constantino. Esse é o poder corruptor da Religião [...]; e que eu conheço muito bem; com certeza bem mais do que ela; e há muito mais tempo e em intensidade e profundidade que ela não sonha sequer avaliar...
Com muito desejo de que a verdade não gere amargura, mas quebrantamento sincero [...] — desejo a tal pessoa e a todo aquele que advogue a mesma causa irreconciliável com Jesus e com o Evangelho, que a Palavra da Vida prevaleça sobre a Vida sem Palavra, mas apenas com moralismos, de um lado, e, de outro, com um desejo imoral de ver positividade onde Jesus só veria miséria, é que me despeço com amor Nele,
Caio


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ESTÃO ME CHAMANDO DESVIADO...

Caio,


O negócio está ficando “feio” pro meu lado. Todos os irmãos ao falarem comigo só tem uma frase: Volte pra Cristo!

Cara, eu tô é sentindo raiva e não é pouca...

Eu queria entender essa “contradição”: As pessoas que lá (na igreja) continuaram podem sentar numa mesa de lanchonete e falarem livre e descabeladamente das pessoas que se “desviaram”, contudo, quem está “aqui fora”, não pode levantar um “dedin” de crítica que eles já dizem: Cuidado, você está “tocando” no “Ungido”.

Que loucura! O “estar” na igreja me dá o direito de massacrar os “ímpios” , mas se estiver fora, perco os “super-poderes”, pois pra falar mal de alguém, tenho que ter “cobertura”.

Na rua, passo por “irmãos” que viram a cara quando me vêem. Fico triste por mim, que não raras vezes virei a cara para aqueles que se “desviavam”.

Como fui hipócrita! Quantas “vidas” que saíram sangrando da igreja eu “atropelava com a moto” mas não dizia: Bom dia!

É estranho, realmente esquisito dizer isso, mas hoje me sinto livre: livre da hipocrisia, do xamanismo, da idolatria (por Nabuco Terra Nova), das profetadas de púlpito e outros “ingredientes” que têm feito muita igreja contemporânea irem pro “saco”.

Cara, o que quero é meu direito de viver. É andar pelas ruas sem ser chamado de desviado por esses hipócritas, porque dos “crimes” de que me acusam hoje, eu já os “cometia” na igreja e com eles.

Hoje todos sabem que tomo vinho (é um escândalo), mas quando bebia com eles não era pecado. Será que eles ungiam a bebida e eu não sabia?

Ouço “abertamente” a música do “mundo”, principalmente a Legião Urbana (misericórdia irmão! essa banda tem demônio até no nome!)

Cansei de ver irmãos “maduros” na fé dizerem assim: Eu tenho capacidade para ouvir esse tipo de música pois sempre fui evangélico, agora, você que veio do “mundo” não pode ouvir porque contamina.

É de lascar! Se Cristo viesse a Terra em nossos tempos , creio que seria crucificado de forma mais horrenda e sanguinária do que no filme de Gibson. Pois a sua “Noiva” se tornou politicamente mais forte e pervertida que os Fariseus do Templo, por isso, tenho certeza, “Ela” não deixaria um Homem simples, trazendo palavras simples, “corromper” a forma Piramidal da Igreja do século XXI.

Continuo no “mundo”. Para a “igreja” sou o herege Number 1. Todo dia acordo com “aquele gosto de caveira moída” na boca; por isso, não raramente, emborco um Pérgola e ouço minha musiqueta.

Quando você “caiu” se é que “aquilo” é cair, foi quando eu mais te conheci, na minha igreja tinha uma coleção de VHS seus (aqueles azuis) que, de repente, ficaram de lado (vamos fingir que não sabemos o por quê).

A Pregação que mais me marcou entre todas foi aquela baseada em Jeremias 31:3 : “...com amor eterno te amei, por isso, com benignidade te atrai”.

Reverendo amigo, já ouvi esse texto ser pregado ardente e ardilosamente diversas vezes por várias pessoas... mas “com Amor” apenas uma vez.

Toda vez que te escrevo, só tenho um sentimento: cresci, apareci e não vi nada; aprendi o que era certo com as pessoas erradas. Tenho fé que vou recuperar o tempo perdido.

Nele,

________________________________________________________

Resposta:


Meu irmão amado: Graça e Paz!


Tudo é muito simples!

Veja: Quem é de Deus, ama. Quem não é de Deus, não ama. Quem nasceu de Deus não conhece nenhuma “nova revelação” além do “novo mandamento”, que nos amemos uns aos outros. Quem odeia jamais viu a Deus, pois Deus é amor. E aquele que diz que ama a Deus, porém odeia a seu irmão, esse segue pelo caminho de Caim. Aquele que diz que ama, mas vê seu irmão em apuros e nada faz, esse não ama; pois o amor de Deus em nós sempre acha no irmão a “carência de Deus”; e, assim, serve a Deus nos irmãos.

Isto digo, apenas para você não ter dúvidas acerca do que é o Evangelho, na prática, conforme o ensino e a prática de Jesus. O resto, meu irmão, é invenção da religião dos fariseus, que acabou ganhando a parada junto ao “cristianismo”, que é uma fusão do moralismo adoecido dos fariseus e do paganismo da Roma constantiniana... e mais alguns outros vírus e bactérias espirituais.

Tudo o que você disse não carece de resposta. Sua denuncia é tão simples, clara e repetida por milhões, todos os dias, que nem mesmo merece resposta que diga “Uau”.

Quero, entretanto, tratar rapidamente de dois temas mencionados por você; a saber: o dos desviados e o da maldição dos ungidos do Senhor.

Primeiro, você deve saber que Jesus era “um desviado” do ponto de vista dos fariseus e das autoridades da religião em Israel. E não era apenas um desviado qualquer. Por anunciar e ser a Boa Nova, Ele foi chamado de “samaritano louco”; de instrumento de “Belzebu”, o maioral os demônios; de “suicida” endiabrado; de “glutão e bebedor”; de licencioso por andar com gente como as meretrizes, os publicanos e os “pecadores”; de “blasfemo”; de “bastardo” sem pai e de origem questionável; e, por último, de bandido e agitador do povo — todas essas sendo as razões que se acumularam a fim de que Ele fosse morto.

Graças a Deus você achou a via certa, e, assim, se desviou dessa via da neurose, do medo, da culpa, do culto ao homem, da obediência serviçal a um louco, da prática dos ensinos de uma “seita” que vende um certo “outro evangelho”; o qual, saiba, mesmo que seja proclamado “por anjo de luz”, deve ser considerado “anátema”.

Aliás, nesse quesito, Paulo, que foi quem fez a declaração acima, disse que até se “ele mesmo” pregasse outra coisa, que era para que os discípulos não o ouvissem também.

Portanto, o que importa não é quem diz, mas o que é dito. Desse modo, Paulo adverte, dizendo: “Até eu mesmo, se for me alterando e pregando outra coisa, que seja repudiado”. Pois, não é o mensageiro o que vale, mas sim a mensagem, a qual é eterna e não deve ser mudada, exceto se alguém desejar sobre si o juízo de alterar o que não deve ser mexido nem por homens e nem por anjos; visto que se trata de algo eterno e imutável.

Assim, digo a você: o que chamam de seu desvio é justamente a Via Certa, pois, agora, você está deixando de seguir homens loucos e dando ouvidos não a mim, mas ao Evangelho, visto que eu também digo que se porventura eu aparecer com qualquer outra coisa que não seja o que já está “posto”, conforme a Pedra Angular, Jesus, e, também, conforme o fundamento dos Apóstolos e Profetas das Escrituras — que eu seja “anátema”.

Ora, este primeiro ponto nos remete para o segundo: o da maldição dos bruxos ungidos, os bons-mau-cumbeiros da “igreja do medo e da barganha”.

Eles evocam Davi, que não matou a Saul nas vezes em que pôde, a fim de não ferir e nem tocar num ungido do Senhor; e, também, evocam o Salmo que diz “não toqueis nos meus ungidos”.

Ora, no caso de Davi, não tocar no ungido era bem e bom para ele, que sabia que Deus mesmo, à Seu tempo, faria o que já estava designado; e Davi não queria meter a mão naquilo que não era dele, mas de Deus.

No entanto, a ordem das coisas é invertida entre nós, e o tal “não toques no ungido” passou a ser um discurso que nem Saul teve coragem de fazer (foi Davi quem disse isso, nunca Saul); mas que, os Sauls de hoje fazem, e isto a fim de poderem continuar Sauls para sempre, perseguindo, oprimindo, tiranizando, e maltratando o povo de Deus.

Desse modo, ninguém tem que tocar “no suposto ungido”, mas apenas não se deixar tocar por ele. E foi isto que Davi fez: ficou longe, muito longe, desse “ungido” que tinha ânsia de matar: Saul.

Hoje, entretanto, o que querem é que Davi diga “amém” a Saul, e que cumpra seus caprichos, e que continue na casa dele mesmo que ele seja louco. Davi não tocou em Saul, mas nunca mais deu a Saul a chance de tocar nele. Deus cuidou de Saul.

Entretanto, o que não se pode permitir é que Saul cuide da gente. Nesse caso, é como aceitar o pastoreio do surto e da loucura.

No caso do Salmo que manda não tocar nos ungidos, o contexto era outro:

Israel estava matando os profetas em razão de sua mensagem contra a iniqüidade, a feitiçaria, e a paganização da fé. Ou seja: se fosse esse o caso, se diria que o “ungido” é você; e quem o ataca é que deveria ver o que está fazendo contra a sua própria alma; pois Deus já avisou através de Jesus que Ele acha melhor que quem assim procede, “ate ao pescoço uma grande pedra e se atire ao mar”, antes de fazer mal aos que apenas crêem na Palavra do Evangelho.

Em Jesus, todavia, tudo isto acabou. Digo: esse negócio de haver uma “categoria especial de ungidos”. Afinal, isto é coisa de gente que vive com a mente ainda pagã, crendo em bruxos, magos, xamãs, feiticeiros, e, sobretudo, na cumplicidade de Deus com homens que se servem de Seu nome para manipular o próximo incauto.

Todos somos ungidos do Senhor Nele, e não há mais essa categoria especial de ungidos, visto que Paulo diz que em Jesus nós somos os ungidos do Senhor; sim, todos nós, os que cremos.

Ora, eles usam essas coisas como medo, como feitiço e como opressão do diabo sobre as almas dos homens.

Por que você acha que eles nunca me escreveram me “amaldiçoando”?

Ora, é que eles sabem que sei que eles estão apenas fazendo isto a fim de manipular os ignorantes e que ainda têm sem si o germe da fé pagã.

O “paipóstolo” não quer ser “Pai de Santo”, mas deseja ser o “padastro-dos-santos”. Desse modo, ele pode ser um “Pai de Santos”, mesmo que ele próprio pratique os métodos do medo que se encontra nas tribos primitivas, as quais, ainda são dirigidas pelo “oráculo do pagé”.

Escreva isto, pois o digo sem medo:

Eles estão servindo ao diabo e não a Deus, e suas obras de medo e controle são a própria expressão do modo como o diabo dirige as vidas humanas: pelo medo e pela tirania!

Assim, meu irmão, fique firme na Palavra e não se submeta nem mais por um momento ao pastoreio do medo e do lobo vestido de ovelha.

E mais: fique na paz de Cristo; pois, contra quem está na Graça, não vale maldição e nem encantamento, visto que Jesus mesmo já se fez, de uma vez para sempre, maldição em nosso lugar.

Fico com muita pena dos que amaldiçoam, pois sei que eles mesmos estão chamando juízo para si. Assim, quanto mais sei que me amaldiçoam à distância (pois, em minha presença nada dizem!), mais oro por eles, e mais peço a Deus que o salve dessa cegueira de seita perversa, e os converta ao Evangelho da Graça.

Eles, todavia, podem marcar uma reunião de todos os “apóstolos” do Brasil para me amaldiçoarem que a mim nada dirão; pois, saiba, meu mano: não há poder neste mundo que me faça teme-los. Eu sei quem sou em Cristo; e sei que eles escolheram o Caminho de Balaão, o qual, pela ganância de dinheiro e poder, entregou-se ao “carismatismo bruxo”, e pleno de ganância.

O melhor de tudo é que hoje você aprendeu o quanto importa sofrer pelo nome de Jesus e do Evangelho. Afinal, a única coisa que mudou em você é que agora você está livre em Jesus para seguir somente o Evangelho, e não a “sagrada escritura do paipóstolo”, a qual é pura e triste heresia, e perversão do Evangelho de Jesus.

Fique tranqüilo! Nenhum mal lhe sucederá!


Nele, que nos guarda do ódio dos homens,


Caio

OBS: desviado deveria ser alguém que deixou de ser “viado”; ou seja: alguém que não anda numa via... O bom do Evangelho é que o cara fica mesmo dês-viado. Fica na via, mas não fica viado por ninguém.

DOAÇÕES PARA MINISTÉRIO CAIO FÁBIO














O CAMINHO DA GRAÇA

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Caio Fábio

Caio Fábio D´Araújo Filho é Amazonense, filho de Caio Fábio D´Araújo e Lacy Silva D´Araújo.



Amante dos cheiros, sons e dos sabores da floresta, tornou-se, também, desde muito cedo, intenso e apaixonado pela vida e pelas pessoas.



No início de sua juventude, experimentou de tudo e teve fortes experiências na vida de forma “alucinada”. Amava os Beatles e os Rolling Stones. Amava as mulheres, o Jiu jitsu e corria a cidade de Manaus a “mil por hora” na sua motocicleta.



Em 1971, depois de buscas intensas e de fortes experiências, sempre buscando algo para preencher aquilo que nele pulsava e ardia no peito, converteu-se ao Evangelho de Jesus Cristo, o que fez com que se tornasse ainda mais intenso e apaixonado pela vida.



O amor por Jesus e pelas almas, a lucidez de mente, a facilidade na exposição de seus pensamentos e da palavra do evangelho, rapidamente o levaram a ocupar os maiores estádios da cidade, as rádios e os canais de televisão. Foi ordenado pastor presbiteriano, e trabalhou ao lado do seu pai, Caio Fabio D´Araújo.



Muitos vinham de todos os lugares ouvirem-no pregar o evangelho, o que fazia com toda força e intensidade em amor por Jesus.



Casou-se muito jovem, e teve quatro filhos: Ciro, Davi, Lukas e Juliana.



Fundou a VINDE, Visão Nacional de Evangelização no Rio de Janeiro, em 1978, missão que por muito tempo serviu de apoio ao seu ministério de evangelização, tendo realizado através da VINDE, congressos e cruzadas por todo o Brasil.



Foi conferencista de grandes eventos de alcance mundial na Europa, União Soviética, América Latina e Estados Unidos; e liderou caravanas a Terra Santa, o que sempre fez com muito entusiasmo.



Desde 1974 tem pregado na televisão, tendo evangelizado e ensinado milhões de pessoas por esse meio. Seu programa de televisão, "Pare e Pense", durante décadas foi o programa cristão de mais repercussão no país.



Fundou a VINDE TV – Um canal na NET Rio, que levou o evangelho a muita gente.

É autor de mais de uma centena de livros, alguns dos quais também foram publicados em Espanhol, Inglês e Alemão.



Foi Vice-Presidente da Missão Portas Abertas, Membro da Fraternidade Teológica Latino-Americana e Fundador e Presidente da AEVB – Associação Evangélica Brasileira.



Foi um dos fundadores do Movimento "Viva Rio", criou a "Casa da Paz" em Vigário Geral, e fundou a Fábrica de Esperança em Acari, no Rio de Janeiro, entidade de cunho social que beneficiou milhares de famílias na região e em todo o estado, e foi considerado pelo governo Federal, o maior projeto social da América Latina.



Subiu morros, entrou nos presídios, freqüentou palácios, catequizou traficantes, batizou governadores, foi perseguido politicamente, e nada abalou sua crença de que o evangelho é imbatível e tem o poder de transformar a todos.



Durante muito tempo “levantou a voz” contra o que a Igreja Evangélica havia se tornado, dizendo que sua alma já não suportava mais o convívio com tanta malandragem e hipocrisia entre a “classe pastoral”.



Em 1998 experimentou muitas dores. Divorciou-se da mãe de seus filhos, teve seu nome envolvido num escândalo das ilhas Cayman, sofreu pressões e acusações, porém nunca perdeu a paixão por Jesus e pelo Evangelho da Graça, pelo qual sua alma continua a arder.



Um dia, recebeu de Deus uma palavra, sobre um “Portal Invisível”, onde muitos passariam e procurariam alívio e ajuda para a alma.



Casou-se com Adriana, e teve sua família acrescida com mais três filhos: William, Bruna e Daniel; e mais dois netos, Helena (filha de Davi e Tatiana) e Matheus (filho de Juliana e Tiago). Mas também sepultou seu amado filhos Lukas, morto em um acidente de carro no dia 27 de março de 2004.



Entre 2001 e 2003, criou o Café com Graça, que veio a ser o experimento do que se tornou "O Caminho da Graça", movimento que ele criou ao mudar-se para Brasília em 2004. Hoje ele é o fundador e mentor do Caminho da Graça, que tem crescido e se espalhado por todo o Brasil e fora dele.



Caio Fábio D´Araújo Filho – é Psicanalista Clínico, escritor e pregador do Evangelho da Graça de Jesus.



Convidamos a todos que leiam o site! - O "Portal dos Invisíveis!"



Os textos aqui contidos são transformadores e têm trazido libertação a milhares de pessoas oprimidas e aprisionadas por fatores psicológicos, emocionais, existenciais e espirituais.



Sua alma continua intensa e apaixonada, como fruto da bondade e misericórdia de Deus... a quem Ele ama com toda força do coração e com quem tem uma relação da maior intimidade.



Ana D'Araújo



Irmã caçula do Caio, responsável pelas ilustrações do site, pelo "Divã do site", psicanalista e mentora do Caminho da Graça em Manaus.



12 de janeiro de 2009

Manaus - AM


O CORPO DE CRISTO

I Co 12


Irmãos, quando Cristo subiu às alturas, levou cativo todo cativeiro que nos aprisionava.



Sim! quando Cristo subiu às alturas, não só nos libertou das prisões que continham o nosso ser, mas também derramou sobre nós o Seus próprios dons.



Hoje somos a igreja de Deus, somos o Corpo de Cristo!



Somos aqueles que carregam sobre a Terra os dons da Graça. E em cada um de nós há dons espirituais.



Por isso, no que diz respeito aos dons espirituais, não quero, irmãos, que vocês sejam ignorantes.



Vocês lembram do tempo em que vocês não conheciam o Evangelho da Graça de Cristo?



Naquele tempo vocês se deixavam levar pelos humores dos que atribuíam seus próprios caprichos aos ídolos que vocês serviam, e aos quais vocês se submetiam.



Naquele tempo vocês eram levados pelos caprichos dos deuses e de seus sacerdotes, e não usavam a consciência para discernir nada por vocês mesmos.



Quanta superstição!

Quanta tirania!

Quanto medo!



Mas agora, irmãos, já não tem mais que ser assim!



Em Cristo cada um tem que ter sua própria consciência; e ninguém deve mais se deixar levar ignorantemente para nada, nem tampouco pelas mãos despóticas de quem quer que seja.



Cristo é o Cabeça de todos nós!



Por isso é que quero estimular a compreensão de cada um de vocês.



Por exemplo, ninguém que fala Espírito de Deus, diz que conhecer a Jesus faz mal.



Por outro lado, ninguém pode confessar com a boca e com o coração que Jesus é o Senhor de sua própria vida, se não for pelo Espírito Santo.



O Espírito Santo é que dá testemunho acerca de Jesus, e é também Ele quem derrama os dons da Graça sobre cada um de nós.



E Ele faz isto de maneira livre!



Um só Espírito, mas por meio Dele recebemos diferentes dons, e uma imensa diversidade de realizações!



Ora, nós já dissemos, mas convém repetir: há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo!





Também há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.



E há ainda uma grande diversidade de feitos, operações e realizações, mas é o mesmo Deus quem opera tudo em todos!



A Graça de Deus gera individuação. Ela se derrama sobre cada pessoa, conforme a construção do amor de Deus em cada um.



Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um visando tanto a utilização do individuo, quanto também o proveito comunitário.



Porque a uma pessoa o Espírito concede a palavra da sabedoria; a outro individuo, o mesmo Espírito, concede a palavra da ciência e do conhecimento; a outro, pelo mesmo Espírito, é dada uma fé especial; a outro, pelo mesmo Espírito, são concedidos dons de curar; a outra pessoa o Espírito concede dons de operação de milagres; a outro individuo Ele pode dar profecia; igualmente a um outro, Ele derrama o dom de discernir os conteúdos e as naturezas dos espíritos; a outro Ele dá variedade de línguas; e ainda a outro, Ele concede a graça de interpretação de línguas.



Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada pessoa os dons que Ele mesmo deseja.



A melhor ilustração para o que digo agora, nos vem do corpo humano.



Ora, o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo.



Assim também é com o Corpo de Cristo, que somos nós, os que fomos batizados em um só Corpo no Espírito Santo.



Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só Corpo, sem distinção de raças, etnias, culturas, condição social, econômica, política ou de qualquer outra natureza.



Sim! a todos nós foi dado beber de um só Espírito!



Porque também o corpo humano não é um membro só, porém muitos.



Imaginem se os membros do corpo brigassem ou boicotassem uns aos outros...



Que caos não seria?

E, também, que ignorância!



Seria como se o pé dissesse: Porque não sou mão, não sou do corpo!

Ora, nem por isso deixaria de ser do corpo!



Ou imagine a orelha dizendo: Porque não sou olho, não sou do corpo!

Nem por isso, todavia, deixará de ser do corpo!



Se todo o corpo todo fosse um único olho, onde estaria o ouvido?

Se todo o corpo fosse um grande ouvido, onde estaria o olfato?



Mas Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis, e deu a cada um sua própria função.



Desse modo, se todos fossem uma cópia de um só membro, onde estaria o corpo?



Porém há muitos membros, mas um só corpo!



E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de você; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de você.



Antes, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários.



E os membros do corpo que reputamos serem menos dignos, a esses revestimos com muito mais honra.



E os que em nós não são considerados decorosos, esses nós cobrimos com muito mais decoro e proteção.



Ao passo que os que nós julgamos mais importantes, esses não têm necessidade de tantos cuidados!



Mas Deus assim formou o Corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela,

para que não haja divisão no Corpo, mas para que os membros tenham igual cuidado uns dos outros.



Sim! o Corpo tem que cuidar de si mesmo, e seus membros têm que servir uns aos outros para a própria saúde e sobrevivência do Corpo!



De maneira que, se um membro do Corpo padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.



Ora, irmãos, vocês são Corpo de Cristo, e individualmente membros uns dos outros.



Vocês não podem ser do Corpo se lutam contra o próprio Corpo.



Deus deu dons diferentes aos membros de Seu próprio Corpo, que é a igreja.



E por que Ele fez assim?



Ora, Ele assim o fez para a edificação da igreja!



Por isso, primeiramente, Deus deu os apóstolos; em segundo lugar Ele concedeu profetas; em terceiro lugar Ele instruiu mestres; depois levantou operadores de milagres; alguns receberam dons de curar; outros têm dons de socorro; outros capacidade de governar; e outros falam em variedades de línguas.



Porventura são todos apóstolos?

São todos profetas?

São todos mestres?

São todos operadores de milagres?

Têm todos dons de curar?

Falam todos em línguas?

Todos interpretam línguas?



É claro que não!



Mas procurem com zelo os dons que tragam mais edificação para o Corpo!



E não lutem uns contra os outros, tendo inveja uns dos outros, sentindo-se em permanente estado de competição com os próprios irmãos.



Graças a Deus os membros de nossos próprios corpos não agem assim, do contrário, há muito que estaríamos mortos!



Por que, então, no que concerne ao Corpo de Cristo lutamos e brigamos uns com os outros? E por que nos tratamos como se fossemos inimigos uns dos outros?



Se é assim, é porque ainda somos ignorantes e estúpidos; e ainda trazemos em nós o espírito dos antigos deuses e de seus enlouquecidos sacerdotes!



Irmãos, se somos de Cristo; se fomos batizados em Seu Corpo; se bebemos do mesmo Espírito; então, que demonstremos em cuidado mútuo, em honra, em respeito, e em gratidão que somos todos irmãos e que Jesus não reuniu em vão os filhos de Deus que andavam dispersos sobre a Terra.



A única grande demonstração histórica que o Evangelho tem para oferecer acerca da verdade que propõe, é a vivencia da Graça e da Misericórdia por parte daqueles que se dizem membros um dos outros no Corpo de Cristo.



E que quanto a isto, ninguém se engane. Pois, sem tal amar, nenhum Corpo será aparente para a Glória de Deus no mundo.







Caio



Com liberdade de compreender um pouco a mente do irmão Paulo.

A PALAVRA IGREJA EM PAULO

Paulo fala em Igreja mais que qualquer outro dos apóstolos.

Pare ele, no entanto, a igreja tem três tratamentos:

1. A igreja como lugar onde os irmãos se encontram. Naqueles dias quase sempre em casa. Para essa “igreja” ele escreve cartas com endereço certo. Fala dela em geral na introdução e nas despedidas.

2. A igreja como ente espiritual que existe aos olhos de Deus como a Universal Comunhão dos Santos. Essa é a igreja dos conteúdos das cartas. É a igreja como verdade e como proposta.

3. A igreja como organização instituída como organismo, não como uma empresa com uma missão de conquista. Nesse aspecto Paulo não fala em igreja, mas em Corpo, membros e dons. Para Paulo alguém era membro da igreja não quando se filiava, mas pela sua própria inserção em Graça na comunhão do Corpo de Cristo.

4. Leia agora os textos abaixo.



RECOMENDO-VOS, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencréia, Rm 16:1



Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acaia em Cristo. Rm 16:5



Saúda-vos Gaio, meu hospedeiro, e de toda a igreja. Saúda-vos Erasto, procurador da cidade, e também o irmão Quarto. Rm 16:23



À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso SENHOR Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: I Co 1:2



Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja. I Co 4:17



Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja? I Co 6:4



Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. I Co 10:32



Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. I Co 11:18



Não tendes porventura casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo. I Co 11:22



E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. I Co 12:28



O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja. I Co 14:4



E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação. I Co 14:5



Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. I Co 14:12



Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. I Co 14:19



Se, pois, toda a igreja se congregar num lugar, e todos falarem em línguas, e entrarem indoutos ou infiéis, não dirão porventura que estais loucos? I Co 14:23



Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus. I Co 14:28



E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. I Co 14:35



Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. I Co 15:9



As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa. I Co 16:19



PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia. II Co 1:1



Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava. Gl 1:13



E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, Ef 1:22



Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, Ef 3:10



A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém. Ef 3:21



Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. Ef 5:23



De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Ef 5:24



Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Ef 5:25



Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Ef 5:27



Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; Ef 5:29



Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja. Ef 5:32



Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. Fl 3:6



E bem sabeis também, ó filipenses, que, no princípio do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja comunicou comigo com respeito a dar e a receber, senão vós somente; Fl 4:15



E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência. Cl 1:18



Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja; Cl 1:24



Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa. Cl 4:15



E, quando esta epístola tiver sido lida entre vós, fazei que também o seja na igreja dos laodicenses, e a que veio de Laodicéia lede-a vós também. Cl 4:16



PAULO, e Silvano, e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses em Deus, o Pai, e no Senhor Jesus Cristo: Graça e paz tenhais de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. I Ts 1:1



PAULO, e Silvano, e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo: II Ts 1:1



(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); I Tm 3:5



Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade. I Tm 3:15



Se algum crente ou alguma crente tem viúvas, socorra-as, e não se sobrecarregue a igreja, para que se possam sustentar as que deveras são viúvas. I Tm 5:16



E à nossa amada Áfia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa: Fm 1:2



À universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; Hb 12:23

Jesus, a Chave que abre as Escrituras

"Cristo é o Mestre, as Escrituras são apenas o servo. A verdadeira prova a submeter todos os Livros é ver se eles operam a vontade de Cristo ou não. Nenhum Livro que não prega Cristo pode ser apostólico, muito embora sejam Pedro ou Paulo seu autor. E nenhum Livro que prega a Cristo pode deixar de ser apostólico, sejam seus autores Judas, Ananias, Pilatos ou Herodes"

Martinho Lutero


 

Os evangelhos são narrativas históricas das ações e acontecimentos relacionados a Jesus, bem como de Suas Palavras. O Evangelho, todavia, é um espírito. Os evangelhos são o corpo. O Evangelho é o espírito no corpo.



Para muitos, os evangelhos são apenas narrativas. Para outros, eles são palavras inspiradas. Para muito mais gente ainda, eles são apenas palavras mágicas. E para a maioria, eles são somente os quatro primeiros livros do Novo Testamento, sendo, portanto, parte da Bíblia Sagrada.



Todavia, o Evangelho é espírito e vida. Deus é espírito, e, portanto, Suas palavras são espírito e vida, pois carregam o poder da Verdade Absoluta e produz vida onde quer que cheguem.



Para melhor entender, suponha que os evangelhos não tivessem sido escritos. Decerto, sabemos que ainda assim, haveria um Evangelho a ser anunciado até os confins da Terra como Boa Notícia, visto ser o Evangelho um espírito, e não um livro.



Assim, o espírito do Evangelho é só uma forma de expressar-se acerca da Essência da Palavra. É a Plenitude da Revelação. Trata-se da forma de interpretação bíblica que olha para Jesus Cristo como a Chave Hermenêutica dessa Revelação.



De modo algum se está dizendo aqui que só Jesus interessa na Bíblia, mas, por outro lado, nada interessa senão a partir Dele e nada é Palavra de Deus se não for compatível com Ele, por mais 'bíblico' e 'teológico' que seja!



Leio a Bíblia a partir de Jesus e não Jesus a partir da Bíblia. Assim, meus livros não são considerados "teológicos" pelos teólogos, posto que nesses escritos raramente haja uma designação hermenêutica teologicamente aceitável; e nem tampouco há neles sistematizações que busquem o fechamento lógico de qualquer pacote de pensamento.



Isso porque creio que Jesus – que é Deus Manifesto entre nós - abre as Escrituras para nós. Cristo é a síntese das Escrituras e o Espírito da Graça é o agente hermenêutico que me aproxima do texto com a fé de que encontrarei a Palavra.



É a partir daí, então, que se interpreta a Antiga Aliança, os Profetas e todo o Novo Testamento. Isso porque Ele é a Palavra! A Encarnação Absoluta Dela, o Verbo Vivo de Deus, cheio de Graça e Verdade! E as próprias palavras de Jesus só podem ser entendidas se tiverem sua concreção no Evangelho vivido por Jesus de Nazaré.



Veja o livro de Atos dos Apóstolos: é um livro de atos, de ações. Mas sabemos que os únicos atos absolutos e irretocáveis feitos na Terra são os Atos de Jesus. Portanto, há Evangelho em Atos, mas o Atos não é o Evangelho. Digo isto porque se os critérios de Jesus forem aplicados aos atos dos apóstolos, os próprios apóstolos serão sempre relativizados.



Quando lemos o Atos, não se lê o Evangelho da Graça — esse só está plenificado em Jesus —, mas a tentativa humana de começar a viver conforme a fé em Jesus. E, em tal processo, há acertos, erros, equívocos, ação do Espírito, infantilidades, ambigüidades, milagres, diferenças, medos, ousadias, coragem maravilhosas, dúvidas atrozes, e todas as demais coisas concernentes aos homens que vivem no Caminho. Assim, o livro dos Atos Apostólicos é um livro de história, e não quer ser visto como o Evangelho.



A tentativa infantil de dizer que a igreja é o Corpo de Cristo - e logo, Cristo estava agindo como antes agira, só que agora em Seu Corpo Comunitário - é bela, mas não é verdadeira como valor absoluto. O Pedro que recebeu a revelação é o mesmo que recebeu a repreensão: Arreda, Satanás (Mt 16).



Em Jesus está toda a revelação e toda a referência para se julgar e entender o que quer que pretenda ser canônico. Onde o 'espírito do Evangelho' está presente, aí há o que levar para a alma e para a vida. No mais, vejo registros históricos da infância da fé e da consciência permeando toda a Escritura.



O exercício não é difícil: Basta olhar para Jesus, fazendo um caminho de observação. Deve-se perguntar: Qual o significado das falas e dos ensinos de Jesus para o próprio Jesus? E a resposta é uma só: Veja como Ele tratou a vida, a religião, os políticos, os pobres, os ricos, os doentes, os párias, os segregados, os esquecidos, os seres proibidos, os publicanos, as meretrizes, os santarrões, e tudo e todos. Conferindo uma coisa com a outra, ficamos livres da construção de dois seres irreconciliáveis: o Jesus que viveu cheio de amor e graça e o Jesus que ensinou coisas que só os intérpretes autorizados conseguem "captar".



Desse modo, então, não se faz jamais uma interpretação textual que não coincida com o comportamento e com a atitude de Jesus na dinâmica de seus movimentos e encontros narrados.



Assim, eu confiro tudo com o espírito de Jesus, conforme o Evangelho. Só assim Jesus não fica esquizofrênico ante os nossos sentidos: o que Ele disse, Ele viveu; e o que Ele viveu, é o que Ele disse.



"Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e Nele estão TODOS os tesouros da sabedoria e do conhecimento."



"Ele é o resplendor da glória do Pai e a expressão EXATA do Seu Ser, sustentando todas as coisas pela Palavra de Seu poder!"



Olhe para Ele, e tudo fica interpretado! O resto, irmãos, é invenção de quem não quer lidar com gente e prefere lidar com letras.





E a leitura do Antigo Testamento?





"Eis aí vêm dias... em que firmarei Nova Aliança...: Na mente (não mais em tábuas), lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, eles serão o meu povo (...) Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei."

Grito do Profeta Jeremias – 31. 31-34







Após tais exercícios devocionais sob o Novo Testamento, muitos me endereçam questões de perplexidade e confusão relacionadas aos conteúdos do Velho Testamento.



Mas estou certo de que esse conflito nem Paulo e nem o escritor de Hebreus tinham, por exemplo. Digo isto porque Paulo recorre ao Antigo Testamento, aos salmos, e aos profetas, a fim de mostrar que aquela "Fase Humana" havia ficado sepultada em Jesus; e que, conforme as mesmas Escrituras, em Cristo começaria uma nova consciência, não como mandamentos de exterioridades, mas como percepção fundada no amor, na justiça e na verdade — tudo isto inscrito e gravado no coração.



Paulo também diz que a Lei foi dada, e com ela as causalidades e seus efeitos, a fim de que se avultasse (exagerasse) a consciência do pecado em nós. O próprio Paulo revelou que a Lei era parte da infância da consciência, como já nos referimos aqui, pois nos servia de guia, de servo que pega e leva para a escola — embora, agora, já andando no Caminho pela fé, ele diga que já não se precisa mais da Lei-Babá.



Além disso, toda a argumentação do apóstolo acerca da justificação pela fé conforme o dom da Graça se fundamentava nas declarações dos salmos e dos profetas; bem como, além do que estava declarado abertamente nos Textos, Paulo interpretava também o que estava apenas implícito na leitura — e ele faz isso lendo a Escritura a partir de Jesus, e não Jesus a partir da Escritura.



Isto porque Paulo lia o Velho Testamento a partir da consciência adquirida em Jesus. Ou seja: Jesus era a "Chave Hermenêutica" de Paulo, e partir dessa Chave, Paulo interpreta Abraão, Sara e Hagar, Ismael e Isaque, Esaú e Jacó e outros — sempre com o propósito de mostrar como Jesus era o cumprimento de todas as coisas.



E foi também a partir da mesma "Chave Hermenêutica" que o escritor de Hebreus interpretou os cerimoniais e os ritos descritos nos Livros da Lei, discernindo seus símbolos, utensílios e arquiteturas.



A carta aos Hebreus chega ao ponto de dizer que Jesus era maior do que Moisés, e maior do que tudo no Velho Testamento; chamando o que era pertinente à Velha Aliança de coisa obsoleta e sem utilidade, "antiquada, envelhecida e prestes a desaparecer". Hoje, ele diria que a Velha Aliança era chamada "velha", dado seu prazo de validade vencido.



Assim, o que se tem no Velho Testamento, na Antiga Aliança é o seguinte:





A justificação pela fé, mediante a qual todos foram justificados, de Adão a João Batista. Hebreus 11 declara isto. E isso embora as pessoas vivessem sob "o regime da lei", conforme Paulo. A justificação, entretanto, segundo Hebreus e Paulo (em todas as suas cartas), sempre aconteceu pela fé, e nunca pela Lei. Esta é, afinal, a tese de Paulo em Romanos e Gálatas; em especial.





A busca humana de se justificar pela Lei; pois, estava dito que aquele que desejasse se justificar pela Lei, esse teria que cumpri-la toda. E Jesus, dando continuidade aos profetas, deixou claro que tal obediência à Lei deveria ser por dentro e por fora. Mas é Davi quem diz: "Se observares iniqüidade, quem, Senhor, subsistirá?" Para então também declarar: "Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade".





A declaração, especialmente fundada no Livro de Jó, de que as calamidades da vida não são absolutas quanto a determinar o juízo de Deus sobre os homens. E Jó é a prova disso. Normalmente, todo homem acaba colhendo o que planta, mesmo que isto não chegue com cara de calamidade. Muitas vezes, somente a própria pessoa sente as conseqüências. Entretanto, conforme Jó e o Eclesiastes, as calamidades não nos vêm como aplicativo absoluto de uma Lei de Causa e Efeito; e, menos ainda, têm elas o poder de justiça; pois, muitas vezes, é o homem inocente de certos males aquele que recebe as suas conseqüências; e, outras vezes, aquele que faz algo que deveria trazer um efeito negativo equivalente ao mau-causa praticado, aparentemente, sai ileso. E o que ninguém sabe é o tamanho do desmonte na alma desse ser; pois, quando não vem como mal externo (calamidade), sempre vem como mal interno (medo, solidão, angústia, designificação existencial, amargura, sofreguidão do ódio, desespero da morte, etc.).





O que não há no Velho Testamento é justificação sem Sangue. Na Antiga Aliança, a própria Lei foi sancionada com derramamento de sangue; conforme o primeiro rito de "vestimenta espiritual" praticado "por Deus" no Gênesis, quando cobriu o homem e sua mulher com as peles de um animal morto para vesti-los.





Assim, meus irmãos, no Antigo Testamento, nós tanto temos a manifestação da devoção humana de forma primitiva; assim como temos a linha mestra de indicação do Caminho, e que é uma linha carregada de sangue de bodes e de touros; até que chegou o Cordeiro, que já havia sido imolado desde antes da fundação do mundo (portanto, infinitamente anterior à Lei); e, Nele, toda a Lei — tanto os mandamentos de conduta individual e social (10 mandamentos; por exemplo) como também as leis e ritos cerimoniais — foram cumpridos; e, com isto, tudo o mais se torna obsoleto, visto que o que agora prevalece explícita e encarnadamente é o Evangelho da Nova Aliança; e Nele, a obediência é conseqüência da fé que nasce do Amor que nos amou primeiro e que se entregou por nós.



Para os que ainda são da Lei, a emoção prevalente como "motor da obediência" é o medo. Já no Caminho do Evangelho nada tem sentido se não for o amor e a gratidão aquilo que movem o ser.



Por último, quero dizer que, na existência, existe causa e efeito em tudo (na justiça legal, nas leis naturais, nas leis econômicas, nas leis físicas, nas leis relacionais, nas leis conjugais, nas leis negociais, etc.) — menos no que tange à salvação em Cristo, conforme o Evangelho.



No Evangelho, a Lei fica para o Estado na regulamentação dos vínculos sociais (Romanos 13). Mas ela, a Lei, nada tem a ver com a justiça de Deus para salvação, que salva até o condenado pela lei como fez com o ladrão ao lado de Cristo.



Assim, no tempo Antigo, temos gente tentando viver pela Lei, com toda sinceridade; temos gente fazendo de conta que guardava a Lei, com toda falsidade; e temos gente que vivia sob a Lei por fé e esperança num Amor Maior – que os absolvesse dos rigores da própria Lei que os expôs como transgressores.



Quem se dedicar a leitura atenta dos evangelhos e das inúmeras afirmações de Paulo em suas cartas, mas em especial Romanos de 9 a 11, saberá que a finalidade da Lei é Cristo.





Jesus, a chave que abre o coração





"Perguntou-Lhe Pilatos: O que é a verdade?"



Ora, conquanto Jesus seja também uma informação histórica — afinal Ele existiu, e nós não estávamos lá quando isto aconteceu; razão pela qual dependemos completamente das descrições que os evangelhos fazem de Jesus a fim de melhor discernir seu espírito —, no entanto, o discernimento de Quem Ele era, só acontece como revelação de Deus no coração.



A Verdade não existe como Explicação, mas tão somente como Encarnação. A Verdade se fez carne! É Alguém. A Verdade é uma Pessoa! Por isso, a Verdade só pode ser vivida, não pensada. Todo pensamento acerca dela decorre da experiência. A Verdade não é objeto de prosa... O Jesus do Evangelho não é para ser aceito, mas para ser conhecido. A Verdade que vejo em Jesus — Encarnada Nele — eu mesmo tenho que conhecer na minha própria encarnação, que é o único estado de existência que eu tive até hoje.



Foi assim com Pedro. Ele conheceu a Verdade em Jesus, e teve que experimentá-la em si mesmo. E, provavelmente, o dia no qual ele negou a Jesus, tenha sido um dia de muito mais verdade que a noite da Transfiguração.



Portanto, é preciso que cada um conheça Jesus e Sua Palavra, para si mesmo. É preciso que cada um aprenda a Ter sua própria consciência em fé, a fim de viver a Palavra por si mesmo.



Em resumo, a Encarnação é a chave hermenêutica do conhecimento bíblico, mas essa chave tem que abrir antes o meu coração. E isto só acontece no encontro entre a Verdade e a Vida.



Ora, tal encontro só se dá no Caminho, e é a isso que chamamos Consciência do Evangelho. Por isso, aproveito-me deste trabalho para propor um exercício pessoal libertador:







Quero convidá-lo a pegar os evangelhos e relê-los como se fosse a primeira vez, e faça-o como se nunca tivesse ouvido nenhuma interpretação deles. Pois, assim fazendo, você logo saberá que o que eu digo é apenas uma Nova Repetição do que não muda nunca, pois quando se tenta mudá-lo, nunca é para o bem, pois, trata-se daquilo que é eterno: o Evangelho.





A necessidade de escrever a mensagem de Jesus veio do afastamento cada vez maior da sua fonte histórica - o próprio Jesus de Nazaré (Lucas 1:1-4; João 20:30-31). Em meados de 70 D.C., já não vivia a quase totalidade das "testemunhas oculares" do Senhor ressuscitado (Lucas 1:2; 1 Cor 15:3-8). Esse distanciamento cronológico entre Jesus e as comunidades só poderia ser vencido pela palavra escrita. E assim se formaram as duas grandes coleções ou "corpus" das Cartas de Paulo e dos Evangelhos.







Depois, eu gostaria de enfatizar a necessidade de ler o Novo Testamento na ordem cronológica da mais provável seqüência de sua produção: 1ª. e 2ª. Tessalonicenses; Gálatas, Efésios, 1ª. e 2ª. Coríntios, e Romanos; Colossenses, Filemom; Filipenses, 1ª. e 2ª. Timóteo e Tito; 1ª. Pedro; Marcos; Mateus; Hebreus; Lucas; Atos; Tiago, Judas 1ª.,2ª. e 3ª. João; o evangelho de João, 2ª. Pedro; e Apocalipse.





Como alerta, devo dizer que o primeiro inimigo a ser vencido no estudo bíblico é o pré-condicionamento na interpretação.



Então, meu querido, soda cáustica na cabeça, uma boa chacoalhada, limpeza, e início de leitura pessoal e aberta para a Palavra e para o Espírito. Então você verá que começará a surgir o Jesus real das páginas dos evangelhos! Experimente!





Que a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos.





Caio