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Dez passos para se reconciliar com Deus


João Cruzué – Presbítero da Igreja Ev. Assembleia de Deus – SP escreveou o artigo "Dez passos para se reconciliar com Deus" que está logo mais abaixo completo.
O que tenho a comentar sobre esse artigo é que Jesus nos deixou apenas dois passos e não 10, veja:

"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e manifestar-me-ei a ele."         Mais quais são os mandamentos de Jesus? São diferentes dos DEZ MANDAMENTOS que foram entregues a Moisés no Sinai?
   Jesus resumiu os dez mandamentos em apenas dois
1-   Amar a Deus sobre todas as coisas;
2-   Amar as pessoas como a nós mesmo.
 
Também é bom comentar que em nenhum dos passos está a recomendação de ler a bíblia e sim o de ouvir a palavra.
Lembre-se a palavra é Jesus e o teu acesso direto com ele é lendo a bíblia, onde no novo testamento ele falará te ensinará. Lendo o velho testamento você terá conhecimento histório do primeiro povo de DEUS.
Por fim comento que não sou a favor do Dízimo que fazia parte da "Lei constante no velho testamento e não da graçã que é Jesus" Ou estarás na graça ou na lei e nunca nos dois. Sou favorável ás ofertas desde que as mesma sejam destinas a própósitos visíveis e esclarecidos.
As Igrejas de hoje estão mais próxima da época de Constantino doque da Verdadeira Igreja de Cristo que é a igreja sem paredes que é formada pelos próprios corpos dos verdadeiros cristãos.
Resumindo o presbítero viajou numa "ideia de espécie de nanual para alcançar DEUS", onde este manual não existe e está fundamentado na bíblia e sim no coração humano.


"Veja abaixo o Artigo":
Dez passos para se reconciliar com Deus
Dez passos para se reconciliar com Deus.
Dez passos para se reconciliar com Deus.
Dez passos para se reconciliar com Deus. O Primeiro passo: Para se aproximar-se de Deus é a FÉ. A Fé vem pelo ouvir a palavra de Deus. Diga-me: como ela soa ao s seus ouvidos? Ela é interessante, lhe parece digna de crédito ou é algo que não lhe traz nenhum interesse? O modo como se encara as coisas sagradas é a chave da reconciliação. O modo profano despreza tudo que é Deus e se afasta do caminho. Quando alguém tem interesse pelas coisas santas torna-se agradável a Ele.
Considerando que as coisas santas lhe atraem, saiba que Deus se deixa achar por aqueles que o buscam. Há coincidência de interesses. Tomemos como exemplo bíblico o chefe dos fiscais da cidade de Jericó, em Lucas capítulo 19. Zaqueu queria apenas ver Jesus, mas acabou recebendo o convite Dele para uma visita inesperada, em sua casa. A um desejo sincero da parte humana sempre corresponderá a boa vontade de Deus. Uma coisa está estreitamente ligada à outra.
Religião não é a mesma coisa que Deus.
Saulo de Tarso antes de sua conversão era um jovem religioso de uma formação teológioca máxima. Era zeloso mas, estava na direção errada. Ele pensava estar agradando a Deus, perseguindo e matando os cristãos. Ele tinha interesse em ser fiel a seu Senhor. Mas não sabia que estava no caminho errado, pois estava servindo a uma religião pensado que servia a Deus. Por causa da sua sinceridade de coração, Deus não o deixou no erro, chamando-o de uma maneira singular: O Senhor o derrubou do cavalo em meio à poeira do deserto. Ficou cego para poder ver. Compreendeu sua situação, que ele estava perseguindo o verdadeiro povo de Deus a mando do Judaísmo. Arrependeu-se e buscou a reconciliação com Cristo.
O segundo passo: Para sua reconciliação é aceitar Jesus como Senhor e suficiente Salvador. Assim diz na Bíblia, a Palavra de Deus, no evangelho segundo João 1; 11 e 12: Ele (Cristo) veio para os seus, mas eles não o receberam. Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o direito de se tornarem filhos adotivos de Deus Pai quando aceitam sinceramente a seu filho Jesus Cristo.
O terceiro passo: É o arrependimento. Um lavadeira arrumou um trouxa muito grande de roupas sujas e desceu para o riacho. Lá, muitas outras já estavam trabalhando. Com vergonha de mostrar a sujeira das suas roupas, entrou lá no meio do riacho e afundou a trouxa nas águas. Molhou-se toda ao levantar aquele fardo molhado e pesado, e voltou para sua casa.
As roupas foram lavadas? decerto que não. Ela deveria esfregar cada peça com sabão até não ficar nenhum vestígio de sujeira. Da mesma forma se você quer se reconciliar com Deus, entre no seu quarto ou onde puder ficar a só. Ali, ajoelhe-se como se Deus estivesse presente. Conte a ele cada mentira, cada mágoa, cada ódio, seus maus costumes, palavrões imundos – não deixe nenhum pecado sem lavar.
O quarto passo: É perdoar para ser perdoado- tendo feito a lavagem da confissão das suas iniquidades – peça perdão a Deus por tantas ofensas. Cuidado com as mágoas, elas são como correntes do diabo destruindo a vida. Cada mágoa perdoada é uma corrente quebrada. Livre-se das mágoas, sejam grandes ou pequenas. Ler Mateus 18; 23 ao 35. Um texto bíblico que fala de perdão dos pecados é I Carta de João capítulo 1 versículos 8 e 9.
O quinto passo: É escolher uma Igreja para ir regularmente – hoje há muita dificuldade para se escolher uma Igreja. Mas elas são necessárias com são as maternidades. Em ambas nascem pessoas. A Igreja é uma instituição criada pelo próprio Jesus Cristo. Mesmo não sendo bem recebido ele ia todo ano adorar no templo de Jerusalém. Ninguém nasce sozinho em cima da grama, por consegüinte a Igreja existe para cuidar dos fiéis do Senhor.
Uma boa Igreja tem essas características: prega ab dos pecadoresertamente contra o pecado, não se mostra avarenta no trato com o dinheiro, seus membros dão bom testemunho perante a sociedade, ela ensina a buscar o batismo com o Espírito Santo. Ensina que a salvação é pela graça ( favor ) de Deus por meio do sangue de Jesus Cristo e que uma vez salvo há que se dar bom testemunho e praticar a justiça.
Ela não deve adorar imagens e esculturas porque isto é abominação a Deus e traz a miséria para dentro da família. Ela usa apenas Bíblia Sagrada como norteador de conduta moral.
O sexto passo: É seguir uma vida de oração: orando em todo lugar, seja com palavras ou pensamento. Hoje isto é difícil? É! Às vezes passamos duas horas na net e não temos cinco minutos para o Senhor. É como se você deixasse seu melhor amigo no ostracismo. Sem uma palavra. Analise como está sua comunicação com o Senhor.
Orar é se comunicar com Deus: agradecendo, adorando, pedindo para si, pedindo em favor dos outros, orando para que o Senhor salve parentes, vizinhos, colegas de trabalho. Orando pelos missionários, autoridades póliticas. A Bíblia ensina assim.
O futuro da sua vida, é você que tem o poder de decidir. Se o seu relaciomento, sua comunicação com Deus for boa – você será muito feliz e abençoado(a). Seu futuro está nas suas própias mãos. Se você for sincero(a) com ele: ele trabalhará para abençoar você, sua casa, seus estudos, ele vai cuidar de você como um(a) filho(a) querido(a). O Salmo 37 você deve ler ainda hoje.
Nas causas mais difíceis – jejuar, isto é deixar de comer alimentos sólidos e tomar líquidos ( não há necessidade de evitar água – a não ser em jejuns curtos). Tanto Paulo como a rainha Ester, diante de uma causa e problema muito difícil praticaram o jejum completo de três dias. Alimentos somente depois de 72 horas. Água pode.
Se nunca jejuou antes, comece apenas com um dia. Pode ter dor de cabeça. Use um medicamento. Nosso corpo reage com mudanças bruscas. Só jejue por causas JUSTAS ( saúde, perseguições, necessidades graves ). Jejum não é mágica. Se não for dentro da vontade do Senhor – não trará resultado algum. Fazer jejum por causas egoístas e malvadas é pecado grave.
Particularmente quando fui orar para certa pessoa com câncer e também para Jesus batizar os crentes da Igreja que cuidava, exercitei o jejum de três dias. Contudo, o jejum só funciona dentro da direção do Espírito Santo. Também já fiz o mesmo tipo de jejum por uma pessoa e não houve cura. Tudo tem que ser da vontade do Senhor. Se jejua por uma necessidade justa. Por costume e desejos egoístas, não!
O sétimo passo: É procurar ansiosamente aprender a palavra de Deus. Estudando a Bíblia, freqüentando regularmente todos os cultos da Igreja, indo a Escola Dominical onde há bom ensino. O tempo que passamos aprendendo a palavra de Deus é precioso porque estamos em contado com Deus. Mas que ninguém se tranque 24 horas em seu quarto para estudar a bíblia pois isso é falta de juízo.
O oitavo passo: É ofertar a Deus de maneira sábia e com o coração alegre. Há três lugares, que conheço, na bíblia que diz para não comparecer diante de Deus com as mãos vazias. Ele não precisa de dinheiro. Mas sua Igreja sim. Todas outras instituições usam o dinheiro em suas causas. Nossa Igreja não pode, portanto, ser uma casa horrorosa e mal cuidadada. Por outro lado, cuidado com igrejas avarentas que pressionam os crentes com palavras persuasivas e até ofensivas mas, não estão nem aí com a vontade de Deus. Também tem os ímpios em cujo coração habita o maligno que adoram espinafrar os crentes zombando de suas contribuições na Igreja. O diabo e seus enviados não estão preocupados com você. Querem mais é que você seja infeliz e miserável como eles.
O nono passo: É dar bom testemunho de fé pregando o evangelho aos não crentes sem se envergonhar de Cristo. Muitos há que ainda não aprenderam a palavra de Deus e já querem ensiná-la. Primeiro, é preciso ter alguma coisa para depois poder dar. Aquilo que se aprendeu corretamente é o que se pode ensinar. Deus chamou a todos para reconciliação. Distribuiu dons a cada um que chamou. É um absurdo ver nos dias de hoje tanto crente ocioso sem ocupação alguma na Igreja do Senhor. Quem não trabalha para Cristo está afastando o Espírito Santo do próprio coração. O desejo do Espírito Santo é que você se ofereça voluntariamente para fazer algo agradável ao Senhor.
Sem o Espírito Santo o cristão está desviado.
O décimo passo é o amor fraternal: Alegrar com os que se alegram mas também chorar com os que choram. Antes de comer, vestir, morar, ter um carro, um sítio, uma empresa, há que se importar com os que nada têm. Somos as mãos generosas de Deus aqui na terra. É vergonhoso ver algumas vezes os ímpios sendo mais cuidadosos do que alguns crirstãos. O amor é o vínculo da presença de Deus na vida do crente.
Muitos outros passos há – queremos finalizar incentivando você que chegou a ler até aqui a não descansar sua alma enquanto não receber a benção da salvação e o genuíno Batismo no Espírito Santo que traz uma alegria indizível a vida do novo cristão além de capacitá-lo para testemunhar do amor do Senhor Jesus Cristo.

João Cruzué
João Cruzué
Por: João Cruzué – Presbítero da Igreja Ev. Assembleia de Deus – SP

ORDEM DE MELQUISEDEQUE

O que vem a ser essa ORDEM DE MELQUISEDEQUE?



Segundo a tradição Judaico-Cristã, Melquisedeque é o rei de Paz e “sacerdote do Altíssimo” que abençoou Abraão – o patriarca, de quem descendem as três religiões monoteístas da Terra: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Portanto, Melquisedeque já era “sacerdote do Altíssimo” antes essas religiões fossem estabelecidas ou houvesse o que é chamado de escritura sagrada.



A pergunta que eu me faço e convido você a fazer também é: como Abraão reconheceu que Melquisedeque era “sacerdote do Altíssimo”, se não havia um corpo de Pastores, Bispos ou Mulahs que atribuísse legitimidade eclesial a esse “sacerdócio”?



Será que nós também, a semelhança de Abraão, podemos reconhecer que alguém é “sacerdote do Altíssimo”, hoje, mesmo que esse alguém não possua títulos concedidos por entidades religiosas?



Eu creio que nós podemos, sim, desde que, de saída, admitamos que esse reconhecimento é subjetivo. Ou seja, ele acontece apenas no íntimo de cada um de nós.



O OBJETIVO DESSE CANAL



Portanto, o que eu procurarei apresentar nesse Canal chamado ORDEM DE MELQUISEDEQUE são pessoas a quem EU reconheço como “sacerdotes do Altíssimo”. Essas pessoas abençoam a mim e muitos outros com suas vidas, suas ações e suas escolhas. Muitas dessas pessoas são completamente desconhecidas de nós, assim como eram para os Judeus dos dias de Jesus: os “magos do Oriente”; a mulher sírio-fenícia; o centurião romano e demais personagens a quem os escritores do Novo Testamento dão testemunho como pessoas de Fé exemplar. São pessoas de outros Credos (ou sem Credo algum), mas que são reconhecidas, por mim, como “sacerdotes do Altíssimo”.



Espero que você embarque comigo nessa viagem.



Espero também que você contribua com esse espaço enviando sugestões de pessoas e iniciativas que tenha feito você louvar a Deus. Faça isso escrevendo para bentosouto@caiofabio.com



Se você achar que deve, divulgue também para os seus amigos.



Beijão



Bento Souto

bentosouto@caiofabio.com

Quem é Lúcifer?

1 QUEM O CRIOU?Lúcifer : Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28:15]

2 COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?Lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28:12,13]

3 ONDE VOCÊ MORAVA?Lúcifer : No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28:13]

4 QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?Lúcifer : Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando. [Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4]

5 ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?Lúcifer : (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28:13]

6 O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?Lúcifer : Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17]

7 O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?Lúcifer : Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14:12-14]

8 O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?Lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12:3,4]

9 COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?Lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1Pedro 5:8]

10 QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?Lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas idéias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 corintios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9]

11 E SOBRE O FUTURO?Lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. [Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15]

MEDITE NESSA MENSAGEM. VEJAM QUE FOI ELABORADA COM BASE NOS VERSÍCULOS BÍBLICOS, POR ISSO É UMA ILUSTRAÇÃO DA MAIS PURA VERDADE.

"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS CORAÇÕES." HEBREUS 3:7,8

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos." João 15:13

ESCRAVOS DE CRISTO






Escravos de Cristo II [Paul Washer & John MacArthur]


Postado por Lucas Bernardes on 19:11 comentários (0)













































































































Créditos:


Texto retirado do blog O Cristão Praticante






A Necessidade da Revelação Hoje (Continuação da semana passada)

"Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele..." (Efésios 1.17-18).

Precisamos de revelação para ver que a divisão atual da igreja não glorifica a Deus, que é algo completamente contrário ao seu projeto eterno, que não tem nenhum fundamento bíblico nem teológico, e que se constitui num grande estorvo para que o mundo creia no evangelho (João 17:21).

Precisamos de revelação para nos limparmos completamente dos paradigmas "evangélicos" de divisão e dos argumentos humanos que querem justificar a divisão atual até usando versículos bíblicos.

Um só Corpo, uma só Cabeça

"Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidade pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor" (Efésios 4.15-16).

A igreja é um corpo só. Um corpo é um organismo vivo em que todos os membros estão unidos entre si. Um corpo é uma unidade orgânica e funcional. Esta é a figura mais reiterada no Novo Testamento para representar a igreja.

Hoje a igreja evangélica está dividida em milhares de "corpinhos". Temos conseguido o absurdo: dividir o indivisível. Temos despedaçado o corpo de Cristo.

Estamos como o vale dos ossos secos de Ezequiel 37. O pecado da Igreja Católica é sua "mariolatria" e seu culto às imagens e aos santos. O pecado da Igreja Evangélica é sua terrível divisão. Qual é pior? Qual dos dois é mais fácil resolver?

Deus nos diz hoje: Filho do homem, se unirão estes ossos? Minha igreja voltará a ser um só corpo?

– Senhor, é muito difícil… quase impossível … mas Tu sabes.

- Tem razão. Eu sei. Portanto, profetize, dizendo o que Eu digo: "… até que todos cheguemos à unidade da fé…" "todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta…"

Isto acontecá em todos os níveis: congregacional, na cidade, na nação e também em âmbito internacional. Em muitos países já começou. O início é geralmente simples, despretencioso, às vezes imperceptível, mas se torna muito importante se Deus é quem está à frente.

A Igreja da Cidade

De acordo com os princípios bíblicos a igreja é uma só. A forma correta de manifestar essa unidade no mundo é em cada cidade. Hoje, mais do que nunca, o mundo está aglomerado em cidades. O princípio que Watchman Nee redescobriu e deu tanta ênfase: Uma só igreja em cada cidade. Em uma cidade pode haver centenas de congregações, e inclusive um número muitos maior de pequenas comunidades nas casas, mas uma só igreja, debaixo de um só presbitério.

A Igreja Católica tem conservado bem alguns princípios através dos séculos, e um deles é este: Uma só igreja em cada cidade, a qual é chamada de diocese. Pode haver muitas paróquias, mas todas elas formam a única igreja na cidade. Eles mantêm essa unidade debaixo da autoridade do bispo (praticam o episcopado monárquico, o qual não estou afirmando que seja bíblico ou correto).

Nos últimos 20 anos, em muitas cidades da América Latina e do mundo têm surgido Conselhos de Pastores. Na Argentina, há 20 anos só havia Conselho de Pastores em duas cidades: Santa Fé e Resistência. Hoje, existem mais de 200 cidades na Argentina onde funcionam Conselhos Pastorais. Alguns deles ainda são frágeis e problemáticos. Outros, como na cidade de Rosário, é um exemplo. Em muitos Conselhos vem crescendo a visão da Igreja da Cidade. É o início do fim de todas as divisões denominacionais. É necessário dar força a esses Conselhos com a visão de Deus. Esses Conselhos de hoje serão o presbitério de amanhã. Chegará o dia em que não haverá mais Igreja Batista, Igreja Pentecostal, Igreja Renovada, etc. Seremos só IGREJA. Haverá uma só igreja em cada cidade.

Podemos imaginar o potencial de recursos humanos, econômicos e sociais que isto significa! Podemos imaginar o potencial sobrenatural que isto vai desencadear! Quando Deus vir o seu povo unido em cada cidade,o que ele não fará? Que oração ficará sem resposta? Os demônios tombarão, as potestadores dos ares cairão, e o Reino de Deus avançará como nunca na história. "Pai, que sejam um para que o mundo creia". Seremos um, e o mundo crerá!

Ponto de Reflexão

- O derramamento do Espírito Santo no último terço deste século tem ultrapassado todas as barreiras denominacionais. Hoje praticamente não se distinguem as igrejas pentecostais das não-pentecostais. Algunas igrejas não-pentecostais são mais pentecostais que as pentecostais. Muitas reuniões católicas são muito "evangélicas". O que está acontecendo? Deus está cumprindo a sua promessa de derramar seu Espírito sobre toda carne. E vai chegar até o cumprimento pleno.

Estamos num ponto de inflexão na história da igreja. As linhas divergentes dos últimos 500 anos foram quebradas para tornarem-se linhas convergentes. Quantos anos demorará este processo até que sejamos "perfeitos em unidade" como pediu Jesus? (João 17:23). Mas sabemos que assim será.

Em nossa experiência na América Latina, temos aprendido que este processo deve ser gradual e progressivo, e que requer muita paciência, amor e fé. O processo não é sempre uma linha ascendente. Há avanços e retrocessos. Devemos perseverar, crer, interceder, orar, lutar, e voltar a crer que Aquele que começou a boa obra há de completá-la.

Temos aprendido pela experiência que há três passos progressivos para crescer na comunhão:

Conhecimento. É fundamental que nos conheçamos pessoalmente, que sejamos amigos, que abramos o coração, que tenhamos comunhão, que cultivemos e desenvolvamos uma amizade. Não há atalhos, isto requer tempo, e tempo de qualidade juntos. Isto nos levará ao segundo nível de comunhão:

Confiança. Na medida em que nos conhecemos crescerá a confiança (ou não). Se não temos confiança uns nos outros, não podemos avançar ao nível seguinte:

Compromisso. É importante respeitar este processo a fim de que construamos relacionamentos firmes, duráveis e comprometido uns com os outros.

Este processo aconteceu e está acontecendo entre nós a nível de cidade, a nível nacional, a nível regional ou continental, e agora com a IAF estamos crescendo para chegar à unidade e ao compromisso a nível internacional.

Conclusão

Na realidade a minha função tem sido dar uma introdução a este tema. A resposta virá de Deus, através de cada um de vocês nos grupos de discussão.

Para os Grupos de Discussão

Trabalharemos em torno das seguintes perguntas:

1 – Quais são os principais argumentos humanos que devemos superar para avançar com mais certeza sobre a unidade que Deus quer?

2 – Quais são as principais barreiras pessoais que temos de superar em nosso interior para avançarmos a caminho da unidade? Que posições ou atitudes devemos derrubar em nós mesmos para não atrapalhar a unidade que Deus está construindo? (Tempo de reflexão, arrependimento e confissão)

3 – Quais são a sua visão e fé para avançar rumo à unidade em sua própria cidade e país? Como podemos ser fatores de unidade em nossa cidade, país e mundo?

4 – Como transmitir esta visão de Deus ao resto do Corpo de Cristo e às novas gerações?

5 – Como podemos progredir em direção à unidade da fé neste grupo? Como podemos crecer em nossa relação dentro deste círculo de comunhão apostólica internacional em direção à unidade da igreja do Senhor a nível mundial?



Colaboração:
www.igrejavidanova.org
www.portalcolina.com.br
twitter: www.twitter.com/portalcolina

Rede Webmae: www.webmae.com.br

A IGREJA RUMO À SUA PLENITUDE

A IGREJA RUMO À SUA PLENITUDE

(Jorge Himitian - Buenos Aires/Argentina)

Introdução

Desde o começo do Século XX, a Igreja tem sido muito abençoada, inspirada e avivada ao ter como referência a igreja do primeiro século, especialmente ao ler e estudar o livro de Atos dos Apóstolos. Foi assim que ' nasceu o avivamento pentecostal no começo do século passado. No segundo terço do século surgiram os movimentos de curas divinas. E no último terço do século XX nasceu o movimento carismático ou de renovação. Cada um destes movimentos contribuiu com uma nova riqueza e graça ao Corpo de Cristo em todo o mundo.

A maioria dos que estamos aqui fomos alcançados pela terceira destas três grandes ondas do século passado. Temos uma experiência bastante comum; uma visão e uma herança similares. A palavra "restauração" tem sido uma palavra-chave para muitos de nós, e um conceito importante em nossa visão e compreensão dos princípios eternos da Palavra de Deus. Nos tem ajudado muito na recuperação de verdades, riquezas, dons e práticas que a igreja lamentavelmente havia perdido através dos séculos. Contudo, o conceito de "restauração", involuntária e inadvertidamente, pode ter produzido em nós um condicionamento ou uma limitação quanto à visão da igreja que Deus quer.

Jesus não disse "restaurarei minha igreja", mas "edificarei minha igreja" (Mateus 16:18). Isto já vimos no ano passado. Se por "restauração" da igreja queremos dizer a recuperação dos princípios bíblicos que como igreja tínhamos perdido ou ignorado, está tudo bem. Mas se ao falar da "restauração" da igreja pretendemos voltar a ser como as igrejas do primeiro século, estamos mal. Lembremos que muitas da igrejas do Novo Testamento eram bastante problemáticas. Os coríntios eram carnais. Os gálatas se voltaram à lei. Em Éfeso havia ameaça de divisão. Das 7 igrejas da Ásia, poucas constituem um bom exemplo para nós. A própria igreja de Jerusalém não queria sair de Jerusalém, e só prejudicava os judeus.

Ao estudar as primeiras cartas escritas por Paulo, temos a impressão de que no começo de seu ministério ele tinha a idéia de que em sua geração se completaria a edificação de toda a igreja, e que Jesus voltaria rapidamente. Mas, ao estudar as cartas seguintes, como Efésios, percebemos claramente que Paulo advertia sobre os sinais futuros e que , antes do retorno de Cristo, a igreja alcançaria sua plenitude histórica:

"...para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesús." (Efésios 2.7).

"... até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo..." (Efésios 4.13).

"...para apresentar-se a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e em defeito." (Efésios 5.27).

O Projeto Eterno de Deus

Nossa referência absoluta para a edificação da igreja não é a igreja dos séculos passados, nem sequer a igreja do primeiro século. Nossa referência é a igreja anterior a todos os séculos, a igreja que Deus se propôs a ter antes da fundação do mundo.

A igreja é o projeto eterno de Deus

Ela não nasceu na mente de Deus há 2.000 anos, quando enviou o Seu Filho ao mundo. A igreja estava na mente e no coração de Deus desde os séculos eternos, desde "antes da fundação do mundo".

A igreja não foi o "Plano B" de Deus depois da queda do homem. A igreja é o "Plano A" de Deus desde antes de exisitirem homens ou demônios. A queda foi um desvio, um atentado contra o projeto eterno de Deus. A redenção fez as coisas voltarem ao plano original.

A igreja é a família que Deus se propôs a ter segundo o seu beneplácito, segundo a sua vontade, segundo as abundantes riquezas da sua graça. O pecado revelou a grandeza inimaginável da graça de Deus.

Este projeto eterno de Deus que é a igreja, tem um propósito eterno, que, como um estribilho, se repete três vezes nesse extraordinário 'magnificat' de Paulo em Efésios 1.3-14.

"... para louvor da glória de sua graça" (v.6)

"... para louvor da sua glória" (v.12)

"... em louvor da sua glória" (v.14)

A igreja tem uma só razão de ser: manifestar neste século e no vindouro a glória de Deus.

Para que se cumpra plenamente o propósito do projeto eterno de Deus, a igreja deve ter necessariamente aqui na terra três características:

QUALIDADE – UNIDADE - QUANTIDADE

Jesus disse:

"…edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus 16:18)

Hoje, Jesus conta com todos os recursos necessários para edificar a igreja gloriosa que o Pai planejou na eternidade passada. Ele tem toda autoridade e poder no céu e na terra, e a ordem de cumprir o plano do Pai segundo Seu propósito eterno. Aleluia!

Cristo fará! Edificará sua igreja! Não qualquer classe de igreja, senão aquela que chegue a ser uma. Acabarão todas as divisões aqui na terra. Será santa. Será o fim da mediocridade, da carnalidade, do mundanismo. Deixaremos de ser crianças, alcançaremos a estatura da plenitude de Cristo. Seremos cheios de toda a plenitude de Deus. A oração de Cristo em João 17 será plenamente respondida pelo Pai. Todos seremos um. Seremos santos. E o mundo crerá que Jesus, em verdade, é o Filho de Deus. Haverá um grande avivamento mundial em meio a todas as nações. Centenas de milhares se converterão ao Senhor. Inclusive Israel crerá que Jesus é o Messias; e como disse Paulo: "Porque, se o fato de terem sido eles rejeitados trouxe reconciliação ao mundo, que será o seu restabelecimento, senão vida dentre os mortos?" (Romanos 11.15).

COMO AVANÇAR NA PRÁTICA EM DIREÇÃO À UNIDADE DA IGREJA?

A Igreja Rumo à Sua Plenitude

(Plenitude-Unidade-Desenvolvimento)

Nos cabe tratar do sub-tema DESENVOLVIMENTO. Pediram-me para enfocar especificamente o desenvolvimento a caminho da unidade da igreja.

Como avançar na prática até a unidade que Deus predeterminou para sua igreja?

Como chegar mesmo à unidade da igreja?

(A frase original surgiu em inglês: "How to bring about the unity of the church").

O PROGRAMA DE CRISTO:

A fim de executar o projeto de Deus, Cristo tem um programa: dar dons aos homens. E, com estes dons, constituir

"uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo" (Efésios 4.11-13).

A Necessidade dos Apóstolos e Profetas hoje

- Os apóstolos e profetas são homens que têm revelação de Deus acerca do mistério de Cristo e da igreja. Não é suficiente ter a Bíblia, lê-la, pregar sobre ela (já temos feito isto por séculos, graças a Deus!). A igreja necessita de revelação para comprender e experimentar a mensagem da Bíblia em sua plenitude. Os canais dessa revelação são os apóstolos e profetas (Efésios 3:4-5). A função dos apóstolos e profetas de hoje não é receber "novas" revelações, ou pregar "outro evangelho", mas captar, comprender e comunicar à igreja e a outros ministérios a velha e única mensagem, que já foi revelada aos apóstolos e profetas do primeiro século, e que temos escrita no Novo Testamento.

- A responsabilidade dos apóstolos é edificar uma só igreja, não muitas igrejas. Sua função não é edificar sua igreja particular, o seu "reininho". Isso seria trair ao Senhor e desperdiçar seu dom ministerial. Sua verdadeira função é edificar a igreja do Senhor segundo o projeto eterno de Deus. O apóstolo Paulo, ainda que se reconheça a si mesmo pai espiritual dos coríntios, sob nenhum ponto de vista permite que os coríntios se dividam alinhando-se atrás de diferentes apóstolos: Paulo, Cefas ou Apolo.

- A igreja sairá do quadro atual de divisão na medida em que surjam apóstolo e profetas conforme o coração de Deus. Homens vazios de si mesmos e de toda a ambição pessoal, que só busquem a glória de Cristo e reconheçam como único cabeça da igreja a Jesus Cristo, o Senhor.

- Qual é a característica de um apóstolo? Um apóstolo é um enviado de Deus ao mundo com uma missão específica: criar, usando os dons e a graça que Deus lhe deu, igreja onde não há igreja. Os apóstolos e profetas são homens de fé, de intrepidez, autoridade e poder. Homens humildes e pacientes, cheios de graça e amor; mas, também, homens fortes em Deus, que se esforçam para chegar a um lugar e arrancar, derrubar, plantar, colocar fundamentos e edificar, mudar a história do lugar. São pioneiros, valentes, sofridos. Muitas vezes incompreendidos, algunas vezes perseguidos. Mas nada os detém. Seguem adiante, têm uma missão, uma comissão, e não vão parar até o seu cumprimento. Hoje precisamos desta classe de apóstolos. Homens que conhecem o quadro atual da igreja no mundo. E enquanto muitos por aí dizem: "A unidade da igreja? Isso é algo impossível!", os apóstolos têm seus olhos postos nAquele que diz: "Eu edificarei minha igreja". E declaram: "Senhor, tu o farás. És poderoso para realizar tudo que tens prometido". São homens que crêem que a igreja crescerá em qualidade, em unidade e que milhões e milhões virão a Cristo e serão parte dessa única e gloriosa igreja do Senhor!

A Necessidade da Revelação Hoje.... continua na próxima semana.

Deus te abençoe,

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A FÉ CRISTÃ

A FÉ CRISTÃ


I- Definição da Palavra
A simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso.
A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras". A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.

II- A Fé no AT
A atitudes para com Deus que no NT a fé nos indica, é largamente designada no AT pela palavra "temor". O temor está em primeiro lugar que a fé; a reverência em primeiro lugar que a confiança. Mas é perfeitamente claro que a confiança em Deus é princípio essencial no AT, sendo isso particularmente entendido naquela parte do AT, que trata dos princípios que constituem o fundamento das coisas, isto é, nos Salmos e nos Profetas. Não es está longe da verdade, quando se sugere que o "temor do Senhor" contém, pelo menos na sua expressão, o germe da fé no NT. As palavras "confiar" e "confiança" ocorrem muitas vezes; e o mais famoso exemplo está, certamente, na crença de Abraão (Gn 15.6), que nos escritos tanto judaicos como cristãos é considerada como exemplo típico de fé na prática.

III- A Fé, nos Evangelhos
Fé é uma das palavras mais comuns e mais características do NT. A sua significação varia um pouco, mas todas as variedades se aproximam muito. No seu mais simples emprego mostra a confiança de alguém que, diretamente, ou de outra sorte, está em contato com Jesus por meio da palavra proferida, ou da promessa feita. As palavras ou promessas de Jesus estão sempre, ou quase sempre, em determinada relação com a obra e a palavra de Deus. Neste sentido a fé é uma confiança na obra, e na palavra de Deus ou de Cristo. É este o uso comum dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.29; 13.58; 15.28; Mc 5.34-36; 9.23; Lc 17.5,6). Esta fé, pelo menos naquele tempo, implicava nos discípulos a confiança de que haviam de realizar a obra para a qual Cristo lhes deu poder; é a fé que opera maravilhas. Na passagem de Mc 11.22-24 a fé em Deus é a designada. Mas a fé tem, no NT, uma significação muito mais larga e mais importante, um sentido que, na realidade, não está fora dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.2; Lc 7.50): é a fé salvadora que significa salvação. Mas esta idéia geralmente sobressai no quarto evangelho, embora seja admirável que o nome "fé" não se veja em parte alguma deste livro, sendo muito comum o verbo "crer". Neste Evangelho acha-se representada a fé, como gerada em nós pela obra de Deus (Jo 6.44), como sendo uma determinada confiança na obra e poder de Jesus Cristo, e também um instrumento que, operando em nossos corações, nos leva para a vida e para a luz (Jo 3.15-18; 4.41-53; 19.35; 20.31, etc). Em cada um dos evangelhos, Jesus proclama-Se a Si mesmo Salvador, e requer a nossa fé, como uma atitude mental que devemos possuir, como instrumento que devemos usar, e por meio do qual possamos alcançar a salvação que Ele nos oferece. A tese é mais clara em João do que nos evangelhos sinóticos, mas é bastante clara no último (Mt 18.6; Lc 8.12; 22.32).

IV- A Fé, nas Cartas de Paulo
Nós somos justificados, considerados justos, simplesmente pelos merecimentos de Jesus Cristo. As obras não tem valor, são obras de filhos rebeldes. A fé não é uma causa, mas tão somente o instrumento, a estendida mão, com a qual nos apropriamos do dom da justificação, que Jesus pelos méritos expiatórios, está habilitado a oferecer-nos. Este é o ensino da epístola aos Romanos (3 a 8), e o da epístola aos Gálatas. Nos realmente estamos sendo justificados, somos santificados ela constante operação e influência do Santo Espírito de Deus, esse grande dom concedido à igreja e a nós pelo Pai por meio de Jesus. E ainda nesta consideração a fé tem uma função a desempenhar, a de meio pelo qual nos submetemos à operação do E. Santo (Ef 3.16-19).

V- Fé e Obras

Tem-se afirmado que há contradição entre Paulo e Tiago, com respeito ao lugar que a fé e as obras geralmente tomam, e especialmente em relação a Abraão (Rm 4.2; Tg 2.21).
Fazendo uma comparação cuidadosa entre os dois autores, acharemos depressa que Tiago, pela palavra fé, quer significar uma estéril e especulativa crença, uma simples ortodoxia, sem sinal de vida espiritual. E pelas obras quer ele dizer as que são provenientes da fé. Nós já vimos o que Paulo ensina a respeito sa fé. É ela a obra e dom de Deus na sua origem, e não meramente na cabeça; é uma profunda convicção de que são verdadeiras as promessas de Deus em Cristo, por uma inteira confiança Nele; e deste modo a fé é uma fonte natural e certa de obras, porque se trata duma fé viva, uma fé que atua pelo amor (Gl 5.6).
Paulo condena aquelas obras que, sem fé, reclamam mérito para si próprias; ao passo que Tiago recomenda aquelas obras que são a conseqüência da fé e justificação, que são, na verdade, uma prova de justificação. Tiago condena uma fé morta; Paulo louva uma fé viva. Não há pois, contradição. A fé viva, a fé que justifica e que se manifesta por meio daquelas boas obras, agradáveis a Deus, pode ser conhecida naquela frase já citada: "a fé que atua pelo amor".


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OS PRINCIPADOS E POTESTADES... E A MENTE DE PAULO

O que, em suma, Paulo diz sobre a questão?

Paulo estava bem certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades tivessem ainda poder sobre nós.

Tais “estados” de poder espiritual jamais teriam o poder de se interpor na nossa relação com a Graça de Deus.

Ele diz isto embora lembrasse que em outros tempos, todos nós, andávamos segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos de desobediência...

Mas esse tempo acabou.
Está Consumado!

Paulo sabia também que, embora não mais sob tais poderes, mas continuamos tendo que lidar com essas forças no nosso dia a dia, pois a nossa batalha não é contra as expressões do poder humano e suas materialidades...mas sim contra os principados, contra as potestades, contra as forças do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.

Paulo olha esses poderes como forças rebeladas contra Deus ou como “camadas de resistência” ao entendimento humano da verdade.

Mas não dá a eles nenhum poder autônomo. Afinal, essas forças, estados, poderes e ordens espirituais, foram criadas como todas as demais coisas nos céus e na terra.

Esses poderes são feitos de outra forma de energia—aos nossos sentidos, são invisíveis—, porém fazem parte da criação, como qualquer outra criatura ou ente, tanto no mundo das coisas visíveis como na dimensão das coisas invisíveis—sejam tronos, sejam soberanias, sejam principados, sejam potestades.

Sim! tudo foi criado por Jesus e para Jesus!

E de onde vem o poder deles sobre os seres humanos?

Paulo nos diz que o poder dos principados e potestades espirituais alimenta-se da produção dos humanos, à semelhança da figura da serpente, que se “alimenta do pó da terra”; ou seja: da produção dos humanos...

E a maior produção humana que serve os melhores banquetes a tais poderes, é a culpa.

Eles se alimentam das produções da culpa que se transforma em pecado, transgressão, instituição, cultura e religião—sobretudo, eles alimentam-se “do escrito de dívidas” que a Lei representava.

Para nos livrar da força desses poderes, Jesus “rasgou o escrito de dívidas que havia contra nós, e que nos era prejudicial” e, assim, despojou os principados e as potestades...e os exibiu publicamente ao desprezo...triunfando sobre eles Cruz.

A Graça seca o poder desses bichos invisíveis!

Paulo, no entanto, diz que os principados e potestades aprendem a sabedoria de Deus com a igreja.

É!!! Eles aprendem, por incrível que pareça...
É isto mesmo que Paulo diz...
Pasmem...mas é verdade.

Na visão do apóstolo é a multiforme graça e sabedoria de Deus experimentados pela igreja como vida liberta pela Graça de Jesus, aquilo que deixa os poderes espirituais em estado de perplexidade!

O contexto no qual ele faz essa afirmação é de total importância para a nossa compreensão do significado desse aprendizado dos poderes invisíveis ante a manifestação das variadas expressões da Graça de Deus sobre a igreja.

Ele diz que essa é a razão dele, Paulo, ser o prisioneiro de Cristo Jesus por amor dos pagãos...

E prossegue afirmando com outras palavras, mas que não significam nada diferente do que aqui faço síntese, pois ele diz em essência o seguinte:

Se é que vocês têm ouvido acerca da dispensação da graça de Deus em mim e em favor de vocês, que não são Judeus.

Tudo recebi como revelação!

Assim me foi manifestado o mistério, conforme em poucas palavras escrevi a vocês.

Meu desejo é que quando vocês lerem...possam perceber a minha compreensão do mistério de Cristo.

O fato é que por muitas gerações esse mistério esteve oculto dos humanos, mas agora o Espírito Santo revelou essas coisas aos apóstolos e profetas do Evangelho de Jesus.

E que mistério é esse?

Ora, a revelação é simples, mas faz toda a diferença. Ou seja, o mistério que Deus nos revelou é que os povos de todas as culturas da Terra—mesmo os mais distantes dos costumes dos judeus—, são agora, por causa do que Jesus fez por nós, co-herdeiros e membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa da salvação, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.

Aliás, essa é a causa de minha vida.

É por ela que me esforço.

Meu chamado é dizer ao mundo inteiro que a Porta está aberta para todos.
Dessa Boa Nova eu fui feito ministro, segundo o dom da graça de Deus que me foi dada...conforme a operação do poder de Deus em mim.

Imaginem só a ironia.
Isso tudo foi revelado a mim...

Com tanta gente mais qualificada...ou há mais tempo sabendo de Jesus...mas foi a mim que Deus decidiu revelar essas coisas com toda clareza.

Logo eu...logo a mim...o menor de todos os santos me foi dada esta graça de anunciar ao mundo inteiro as riquezas inescrutáveis de Cristo.

O tamanho desse privilégio é inominável.

Afinal, isto esteve oculto aos olhos de muita gente boa por séculos e séculos, mas Deus, livremente e por razões só Dele, decidiu me escolher a fim de demonstrar a todos qual seja a aplicação do mistério que desde todos os séculos esteve oculto em Deus, que tudo e todos criou.

E entre os mistérios dessa revelação que salva o mundo, há uma a mais:

Deus quer que esse mistério da Graça, que ninguém conheceu antes, seja agora também conhecido pelos principados e potestades, por meio da igreja...e, assim, aos principados e potestades nas regiões celestes, aprendam a sabedoria de Deus.

Quando Jesus rasgou os escrito de dívidas de todos os homens, os principados e potestades ficaram “sem chão”. Agora o poder deles depende de que os homens ou não saibam ou não creiam que já não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.
Uma vez que os homens e mulheres creiam nisto...esses poderes perdem a força...pois vivem e se alimentam da culpa humana que nasce da certeza de dívida gerada pelas acusações da Lei.

Sabendo disto, Paulo ora a Deus em favor de todos nós, que não somos judeus e não somos da descendência genética de Abraão, para que entendamos que agora todas essas genealogias perderam o valor.
O que vale agora é ter o coração cheio de fé na Graça de Deus.

Esta é a oração do apóstolo:

Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, vocês sejam robustecidos com poder, pelo seu Espírito, no homem interior.

E oro também pedindo que Cristo habite nos corações de vocês pela fé. Só assim, vocês ficaram plantados, arraigados e fundados em amor. Pois sem isto, vocês jamais vão compreender qual é a largura, o comprimento, a altura, e a profundidade do mistério que a todos inclui... nessa grande salvação.

E mais que isto: eu oro para que vocês possam conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento.

Ora, eu sei que se isto acontecer... vocês serão tomados de toda a plenitude de Deus.

O apóstolo olha para essa tão grande Graça de Deus revelada a todos os homens, e se enche de amor extasiado. Então, mais uma vez se derrama louvor e exclama:

Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse seja glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém.

Desse modo, Paulo espera que a igreja cumpra o propósito de embasbacar o mundo espiritual, não pelas conquistas terrenas—o diabo não se impressiona nem com governador, nem com senador, nem com deputado, nem com ministro federal e nem com a força terrena dos cristãos!

Os principados e potestades impressionam-se é com a compreensão da Graça de Deus pelos que têm fé em Jesus e também pela nossa capacidade de expressarmos o aplicativo da Graça em todos os possíveis contextos humanos e históricos.

Paulo diz que os principados e potestades se assustam quando uma nova versão e face da Graça de Deus se manifesta aos homens...e eles, os humanos, a aceitam, acolhem, praticam e expressam na forma de amor, misericórdia e justiça graciosa.

Essa é a vitória que vence o mundo—disse João.

Mas ninguém explicou melhor do que Paulo!


Caio

A importância da Bíblia


Marcos Cap. 12:
-30 Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
-31 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.


Paz de Cristo amados!
Assunto de uma importância muito grande. A importância das Escrituras na vida (como um todo) de um seguidor praticante de Jesus.

Respondeu-lhes Jesus: Não provém o vosso erro de não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de Deus? (Marcos 12:24)
Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. (Mateus 4:4)
Antes de tudo, vamos definir o termo INANIÇÃO:
-Inanição — segundo a medicina, é um estado em que a pessoa encontra-se extremamente enfraquecida, por falta de alimentos ou por defeito de assimilação dos mesmos. [1] Também foi usada como método de pena de morte onde o condenado é deixado, de alguma forma, ao abandono e sem alimentos. (Wikipédia)
Quero alertar vocês meus amados, nós PRECISAMOS nos alimentar, não somente de pão como disse Jesus, mas da Palavra de Deus.
Se vocês ficasse um dia inteiro sem comer, com certeza ao final do dia estaria com uma fome tão grande, que assim que visse um prato de comida, comeria e se fartaria até o quanto aguentassem.
Mas fomos formados de corpo e ALMA. Nossa alma, então, porventura não precisa de sustento também? Como nós conseguimos ficar um dia inteiro sem ler a Bíblia? O corpo por acaso é mais importante que o Espírito?
O nosso corpo precisa de alimento, sim, por isso existe a fome, é um jeito do nosso corpo mostrar que precisa de sustento. O nosso espírito por outro lado também tem fome, só que nosso corpo acaba nos enganando fazendo com que nós matamos essa fome de Deus com coisas do mundo.
Se não nos alimentarmos direito, com qualidade, podemos ficar com anemia (enfraquecidos), e caso não comamos nunca, a conseqüência é a MORTE, por inanição. E caso não tenhamos um momento de qualidade pra Deus pra absorver tudo que ele tem pra nós, ou tentando absorver a Palavra de Deus misturada com outras coisas assim também ficamos fracos.
Nossa alma Precisa SIM. E exatamente como o corpo, todos os dias, se alimentar com qualidade. Então qual é o alimento pra sustentar essa alma?
A Palavra de Deus. E somente ela.
Assim como o corpo, a ALMA se enfraquece se não for alimentada direito, e uma pessoa pode sim morrer espiritualmente caso não digira as Palavras de Deus todos os dias.
E o pecado que gera morte é como uma doença, que se prolifera aonde as pessoas estão fracas espiritualmente, Jesus ensina, nosso erro nasce em não conhecermos as escrituras.
Por isso meus amados, leiam todos os dias, não precisa ler até não aguentar mais, somente ler no seu ritmo, mas sempre.
A Bíblia meus amados, é alimento, é sim uma arma de guerra, é escudo e broquel da nossa fé, ela é sim tudo isso e muito mais.
Alimentem-se todos os dias somente com as Palavras de Deus, não digiram palavras do mundo que jaz no maligno, pois isso pode fazer enfermidade na alma.
Antes de ler a Bíblia, ore a Jesus pedindo misericórdia, para que o E.S revele o que Deus quer nos ensinar, somente com o E.S a Bíblia pode ser interpretada e usada do jeito certo.
Deus Abençoe!
Lucas B.

Ctiação ou Acaso?


A Bíblia diz que Jesus Cristo é "a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem", que Ele "estava no mundo" e "o mundo foi feito por intermédio dele" (João 1.9-10).
Como homens modernos, quando nos perguntamos se somos criaturas de Deus ou produtos do acaso, resultados da evolução do Universo, temos uma clara resposta nos versículos acima: Jesus Cristo é a Luz de Deus e tudo foi feito através dEle!
Todo homem que vive na terra tem uma noção de que Deus, o Criador de todas as coisas, existe. Muitos cientistas, simplesmente observando o microcosmo e o macrocosmo, tiveram que admitir: não se trata de acaso, mas da criação de Deus! Por isso, a Bíblia nos diz que, se quiserem, os homens podem reconhecer a Deus por meio das Suas obras na natureza: "porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas" (Romanos 1.19-20). Naturalmente pode-se rejeitar esse reconhecimento, prejudicando a si mesmo.
Quantas vezes admiramos o verde na natureza, produzido pela seiva das plantas. Essa força é a vida procedente de Deus. O homem não tem condições de dar vida a uma árvore sintética, mesmo conhecendo sua composição química. A vida para o crescimento das plantas, dos animais e do homem não pode ser produzida, pois é uma dádiva, uma criação de Deus.
Um avô estava passeando com seu neto por um parque. Eles pararam diante de uma gigantesca árvore. O avô explicou à criança que essa árvore tinha sido plantada pelo pai dele. A criança ficou muito admirada, achando que o bisavô tinha sido muito mais forte que o avô, para poder carregar e plantar uma árvore tão grande. O avô sorriu e explicou ao neto como isso tinha acontecido: "Veja, as pessoas não podem fazer árvores." Apanhando uma semente do chão, ele continuou: "Aqui está contido o segredo da árvore. Dentro dessa pequena semente existe maravilhosa vida, criada por Deus. Tudo que a árvore será e terá, está dentro desta semente. Assim, há 60 anos, meu pai enterrou uma semente dessas e dela nasceu essa grande árvore." A criança ficou admirada com as palavras do avô e compreendeu algo importante: nada foi produzido pelo homem, não houve acaso, mas realizou-se um programa estabelecido por mãos superiores, a criação de Deus!
Assim é também com o homem. Com você e comigo. Somos criaturas de Deus, destinadas a viver pela força de Deus e para Ele; a experimentar a maravilhosa vida de responsabilidade, em liberdade e paz divinas. Pois, após ter criado os homens, Deus disse: "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que rasteja pela terra" (Gênesis 1.28). Mas o homem somente pode suportar essa grande e maravilhosa responsabilidade quando está em estreito contato com seu Criador. Quando não é assim, acontece o caos, como vemos atualmente no meio ambiente, na economia, na política, no convívio entre os homens. Pois entre Deus, nosso Criador, e o homem, infiltrou-se o pecado, a vontade própria do homem. O homem não atende mais à orientação e à voz de Deus, passando a fazer o que lhe traz a destruição no presente e na eternidade.
Entretanto, como nosso Criador nos ama, Ele não assistiu inativo à destruição do homem. Pelo contrário, Ele providenciou a salvação, que nos oferece a vida para a qual Ele nos criou: a vida de liberdade, paz e alegria nEle. Deus enviou Jesus Cristo, Seu Filho unigênito, para quitar por nós o preço da reconciliação, que tinha de ser pago pelos nossos pecados, porque transgredimos os Mandamentos de Deus. Por isso a Bíblia, a Palavra de Deus, diz em Romanos 6.23: "o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor."
Jesus morreu na cruz do Calvário em Jerusalém e ressuscitou dos mortos para que, se você crer nEle e Lhe confessar seus pecados, Ele lhe possa dar uma nova vida da parte de Deus. Faça isso falando com Ele em oração! (Herbert Nötzold )